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Ambas as igrejas Católica e Ortodoxa seguem caminhos de Apostasia ao evangelho verdadeiro. Tanto a igreja do ocidente como a igreja do oriente, entram no caminho da Idolatria. Tudo isto aconteceu depois da conversão de Constantino e do édito de Milão no mês de Junho do ano 313, no qual, se declarou, que não se perseguiria mais o cristianismo. A Apostasia ao Verdadeiro evangelho, dá-se tanto no oriente como no ocidente.
No entanto esta apostasia vai evoluir de modo doutrinário diferente. Ou seja a igreja Ocidental adota uma doutrina herética, a igreja oriental, adopta outra doutrina herética. Com efeito ambas as igrejas se separam no ano 1054, seguindo cada uma o seu caminho divergente. Além disso a ortodoxa segue o calendário Juliano, a Católica já no século XVI, no ano 1582 adopta o calendário Gregoriano. Ambas as igrejas apesar de muitas tentativas de aproximação, permanecem separadas, uma da outra.
Em todas as religiões o jejum é recomendado que se faça com alegria e que não te cause desconforto, e se você estiver doente, for idoso, se sua alimentação é muito modesta ou você desempenha um trabalho muito intenso, o jejum é proibido.
Em muitos mosteiros e conventos que comem carne a semana toda, em todas as sextas-feiras a carne vermelha é substituída por ovo ou peixe, mas não se faz jejum como a maioria das pessoas pensam que eles fazem.
A melhor recomendação de jejum que li na minha vida foi escrita pela Santa Teresinha do Menino Jesus (a Padroeira das Missões), que mesmo dentro da clausura carmelita nunca fez nenhum jejum.
Reflitam, e se vocês acharem este texto valioso, peço que passem adiante.
"Primaveras da Pastoral"
Do Alto do Turi é a maior,
és radiosa e formosa cidade,
das alegres Festas Juninas
és Terra de Prosperidade
vencedora da tempestade.
São sessenta primaveras
da Pastoral protegida
Por St° Antônio e o Menino
que é o padroeiro elegido.
É Terra do Progresso,
do inesquecível Muiraquitã
E repleta de esperança
de quem ama e não se cansa.
São sessenta primaveras
para toda a gente festejar
ver a Lua brilhar, o Sol raiar,
o dom da vida celebrar
e para muitos vir a inspirar.
O teu nome Zé Doca
sempre faz o povo cantar
E a sua fé faz o coração
diante de Deus ajoelhar.
A tua fé Zé Doca
sempre faz todos acordar
O teu nome é música
para o coração cantar.
São sessenta primaveras
por São João XIII
e São João Paulo II
inteiramente consentidas,
e as que estão porvir
serão ainda mais benditas.
(Homenagem aos 60 anos da Diocese de Zé Doca, Maranhão, Brasil).
Igrejas que se abrem debaixo de invejas, brigas e contendas entre líderes, levarão anos para conquistarem o verdadeiro crescimento na graça de Cristo.
Certas igrejas de Deus não crescem por falta de fé, obediência e principalmente confiança em seus propósitos.
Grandes igrejas sociais pregam a prosperidade financeira, a alegria de viver bem-sucedido e dão testemunho dos melhores negócios , com o intuito de tomar o dinheiro dos fiéis, sem mostrar as raízes do poder da fé, da obediência às Escrituras e da fidelidade à doutrina de Cristo.
Existem igrejas que seus ministros e pregadores e são pagos para falarem apenas de prosperidade financeira, sucesso e vida bem-sucedida, com o único propósito de enriquecerem os bolsos de seus pastores.
Igrejas que não choram pelas perdas de seus membros, sentem intocáveis no coração, escondendo a hipocrisia no coração e a falta de confiança na cara.
Igrejas luxuosas podem ter muita burocracia, impedindo a remoção do lixo da sua doxologia litúrgica e da pomposidade de seus cultos.
Não pense nas igrejas esquisitas, fanáticas e atrapalhadas na fé; mas, pense na família de Cristo, onde o relacionamento cristão é sadio, bíblico e invejado pela sociedade.
Muitas igrejas estão ficando velhas com a liderança pacata, obsoleta e destituída de obras e ministérios, sendo frequentada só pelos velhinhos da comodidade.
As igrejas já perderam o propósito do amor e da verdade, porque as contendas, as falsidades e as impurezas continuam contaminando os seus membros.
Todas as igrejas oferecem uma só entrada, porém há muitas saídas laterais, cujas portas apontam falsas doutrina e falsos ensinamentos.
Decretadas sem fundamento todas as igrejas que professam o nome de Cristo, que adulteram as Escrituras, visando benefícios sociais, empregando os espirituais como promessas de prosperidade e bem-estar.
As igrejas tropeçariam menos em suas realizações, se os membros entrassem e saíssem de seus templos com fé, santidade e justiça.
Estamos assistindo a morte de igrejas, de ministérios falidos e de almas vazias, cujos púlpitos só pregam lições e mensagens gananciosas, pretensiosas e interesseiras, e ninguém comunica nada as suas lideranças para lhes dar vida.
Temo que as igrejas atuais, a maior parte chamada de igrejolas, tornem-se apenas um encontro de crentes medíocres, onde o seu crescimento familiar não corresponde a uma árvore frutífera e sua influência não produz resultados benéficos, gastando tempo daqueles que, sem conhecimento, continuam se sujeitando à líderes da estagnação espiritual.
Oxalá que as igrejas de Cristo, que tanto frequentam e voltam vazias para suas casas, saiam testemunhando pelo mundo, a unção, o temor, a sabedoria e o conhecimento e aos corações que sofrem, às almas oprimidas e aos desprezados da sociedade a plenitude e o poder do Espírito Santo para que o Renovo de Deus continue sendo conhecido pela Sua glória e Sua beleza, pela Sua salvação e Sua esperança e que todos exaltem o poder e o eterno propósito do Seu sangue derramado na cruz do Calvário.
Há templos vazios! Há Bíblias sem leitores! Há membros sem propósitos! Há pregadores sem coragem! Há igrejas sem evangelismo! Há irmãos sem amor! Há lideranças sem ministérios! Há searas sem trabalhadores! Há, porém, Céus para os fiéis e praticantes!
Lamento que as igrejas modernas estão cheias de pessoas com boas intenções; porém, as más são despejadas de seus corações quando estão diante do mundo, ignorando totalmente os santos propósitos, o padrão dos fiéis e os bons costumes, pelos quais voltam semanalmente à Casa do Senhor para obterem o verdadeiro poder da fé e a transformação genuína de suas mentes para resistirem o domínio de seus maus comportamentos e abnegação das suas más escolhas em todas as horas da vida.
Todas as igrejas ficariam satisfeitas, unidas e abençoadas se estudassem e obedecessem às Leis da Soberana Legislação Divina, que imperam de forma sábia, segura, construtiva e pacífica em prol de toda a nação, em vez de levantarem argumentos, movimentos e investimentos inúteis em prol da idolatria política.