Implacável
Sagrado coração
terra firme de amor
e implacável paixão,
pede sem limite toda
a proteção de Aganju,
Não há como evitar
a bênção da união.
De maneira implacável
você me põe presa
debaixo do seu mistério,
Não quero como poeta
continuar sendo
inimiga de mim mesma
por não tirar você da cabeça,
Pelo fato de não ter
você por perto ainda não
escrevi sequer o melhor verso
que me leve florescer
cravos e rosas para enfeitar
o nosso sagrado jardim secreto.
O tempo é verdadeiramente implacável, e bem que poderia se atrasar, principalmente em relação a partida de quem amamos
O povo é uma besta feroz e implacável, aquele que domina sua sede pode cobrar o preço que quiser pela água.
O tempo é implacável! A cada instante que passa, uma parte da nossa história se perde. Valorize aqueles que você ama, abrace quem realmente importa, e desfrute dos momentos simples da vida!
Raphael Denizart
Eu estou me deparando com uma realidade implacável: a alma é a mesma, mas o corpo começa a mudar. Cabelos, pele e alguns papéis sociais mudaram e mudarão. Dói, mas não adianta lamentar, essa é a realidade de todos que ficarem aqui na terra por mais tempo. Ah é ele o culpado, o impiedoso tempo. Mas, apesar de nos assombrar e de nos fazer lutar contra os efeitos da idade, todos nós queremos vida longa. Ver e sentir as mudanças é o preço. Então em conformidade eu digo: que venham muitos outros anos e que eu não lamente o efeito do tempo, mas me orgulhe sempre do que vivi e do que estiver vivendo.
O tempo é soberano, senhor da verdade, complexo, severo e implacável. Com todo respeito a sua majestade, vou ousar em pedir para que o seu tempo se encaixe no meu tempo e vice-versa. Assim, estaremos no mesmo planeta e dimensão, ter um único endereço e convidar para companhia alguém muito importante: a Felicidade!
A vida é curta, o tempo é implacável.
Talvez o mais importante quando o fim de aproxima lentamente, é ter alguém para conversar, falar dos nossos silêncios, das nossas gritarias, dos nossos anseios e das nossas alegrias.
Fantasmas afogados
Fantasmas afogados não subirão a superfície.
Pois quando no leito, forjei sua prisão
Lançada no mar com suas amarras
Morreu orgulhosa com a faca na mão
O sangue inocente já foi derramado
Enquanto apanhava seus cacos no chão
O tempo implacável parou um instante
O mundo calou sua sinfonia
Ouviu-se batidas de um coração
Fugindo cansado dessa tirania
Tirando da lama a fera encharcada
Depois te devora, por pura ironia
Fantasmas afogados não subirão a superfície.
Palavras pronunciadas trarão o seu preço
Covardes fugirão do poder da verdade
Os frutos, plantados, terão endereço
O Sol raiará forte, mais uma vez
E vida trará justo recomeço
Do fracasso me reconstruo. Avalio os estragos e minhas falhas. Em minha fé me fortaleço. Posso ate chorar diante a dor e o desespero, mas quando eu me levanto... saí da frente! Pois, sou implacável.
Achados & Perdidos
Entre perdidos e achados acha-se o pobre coitado de mente estouvada, muitos homens não conseguem ver além do véu, em reconhecer o óbvio estágio de ser humano-finado. Poxa, não dá pra entender definitivamente a mortalidade de tudo e de todos... Ora, já é hora de se aperceber o fato de que estamos passageiros efêmeros nesta vida. Somente para se fazer uso da humildade para não tripudiar o próximo. Hipocrisia não vale, a realidade é fazer uso do amor. Fazer-se de humilde é a pior das mentiras. É a falsidade ignominiosa que atrasa mais ainda e evolução humana. É tão banal a ideia da morte, embora, seja um assunto desagradável a muitos leitores, nem por isso deixa de ser a mais óbvia realidade da vida humana. A morte deve existir para igualar tudo e todos. Realmente iguala a todos, escravos e senhores, desde o mais singelo ao mais egocêntrico. Então o viver do presente deve ser aquilatado com inteligência profunda, até porque o ser humano não quer ver o óbvio, assim como não gosta de ouvir as verdades desta existência. Haja vista os mesmos corruptos continuarem governando sob a égide da mais desastrosa ilusão a eles e aos seus governados, os quais se quedarão brevemente...
- Por que o povo não toma posição se; “o poder emana do povo”?
- Quanto se há de viver, quiçá, reencarnar para aprender o óbvio?
Afinal morrer é nascer para outra vida, assim parece óbvio.
Deduzindo, esta vida só pode ser um curto estágio do aprendizado eterno, onde devemo-nos desvencilhar de tudo, inclusive de nós mesmos, de nossas pseudoglórias, um ser mortal de vida tão curta, na realidade não pode se vangloriar de absolutamente nada, especialmente de sua arrogância. A não ser simplesmente ao se reconhecer marionete da natureza, como um aluno bem infantil.
Pelo que vemos neste aprendizado podemos deduzir que estamos nos primórdios da evolução extrassensorial.
O tempo é simplesmente implacável, vem e vai rapidamente, enquanto, perdemo-nos nas ilusões desta vida.
Reconhecimento enfático: A vida é bela e grandiosa quando se vive à sua pequenez!
jbcampos
Fui posto nas cordas por um amor sutil, que me encurralou no canto sem deixar espaço e saída. Ele é implacável e não adianta resistir, o que me resta é entregar os pontos pois o meu coração não resisti mais. O amor me venceu.
O Tempo
Ontem e hoje, manhã ou noite, agora e o depois, não importa o momento, o tempo nunca carrega mágoas.
Ele não é implacável, tirano e nem cruel. Ele é leve, livre e suave como a
doce fluidez das águas.
Sempre corre, brinca e nunca cansa, como a criança do mais puro coração.
Constrói pontes, cria histórias, músicas e danças. Permite relembrar cada emoção.
Em seu fim, existe o recomeço. Uma verdadeira viagem de eterna duração.
E ensina o quanto somos infinitos e finitos por melhorar e que não importa quanto tempo dure, certeza é que sempre chegaremos lá.
(...) Eu não me atemorizo com a responsabilidade; a recebo de bom grado, cumprirei as leis e serei implacável nas minhas obrigações.
Ninguém consegue viver sóbrio neste mundo, mesmo o mais inocente entretenimento, acaba por ser uma das mais pesadas drogas.
Conforta acreditar que o passado é um inimigo que derrotamos de uma vez para sempre, que cada minuto é uma formiga que esmagamos com o pé em nosso avanço implacável. Ao contrário, minha sensação é de que o passado respira todo o tempo às minhas costas, anda sempre no meu encalço e, se acelero o passo, ele também aumenta o ritmo de sua marcha, disposto a me tragar de uma vez na sua corrente.