Bailarina
Dia da Bailarina
A menina ainda pequenina
Fica toda encantada
Quando vê uma bailarina
E sai dançado animada
Coloca o collant e a sapatilha
E uma saia bem bonita
Faz o coque e passa gel que brilha
E põe um laço de fita
E na aula de ballet
Corrige a sua postura
Dança na ponta do pé
Tanta delicadeza e formosura
Luz de Mel, a Abelha Bailarina
No coração de um campo florido, vivia uma abelhinha chamada Luz de Mel. Ela não era a mais veloz nem a maior produtora de mel da colmeia, mas tinha um dom especial: sua dança.
Sempre que saía para buscar néctar, Luz de Mel voava com leveza, fazendo giros no ar, rebolando a cintura com graça e encantando quem a visse. As outras abelhas trabalhavam sérias e focadas, mas Luz de Mel acreditava que o mel ficava ainda mais doce quando colhido com alegria.
— Você deveria se apressar! — dizia a Abelha Rainha. — O néctar precisa ser colhido rápido!
— Mas dançar me faz colher com mais amor! — respondia Luz de Mel, girando no ar.
Certa manhã, uma forte tempestade se aproximou, e as abelhas correram para a colmeia. Porém, uma flor especial, chamada Flor do Sol, ainda não havia sido visitada. Seu néctar era raro e precioso, e sem ele, o mel daquela estação não teria o mesmo sabor.
Sem hesitar, Luz de Mel partiu em um voo ágil e gracioso. Com sua dança, desviou das gotas de chuva e dos ventos fortes, mantendo-se firme no ar. Quando alcançou a Flor do Sol, colheu seu néctar com delicadeza e, dançando entre os pingos da tempestade, retornou segura para a colmeia.
A Rainha ficou impressionada.
— Sua dança salvou nossa produção!
E assim, Luz de Mel provou que sua alegria não era apenas um capricho, mas uma força. A partir daquele dia, sua dança se tornou parte do ritual da colmeia, e todas as abelhas aprenderam que o trabalho pode ser ainda mais bonito quando feito com leveza e encanto.
Quando criança, pensava muito que somos isso ou aquilo. Ser bailarina, compositora, poeta, fotógrafa.Tornei-me uma adulta, quero ser escritora e terapeuta.
Ao sentir a suavidade e a leveza do teu toque, danço. Como bailarina preparo-me para rodopiar ao som de letras repetidas e gravadas na minha mente tocadas pela tua voz que embriaga-me e me carrega a um mundo mágico onde a sedução exala por todos os poros e sentidos.
Em meus sonhos
Danço
Danço Na tua boca
Nos teus olhos
No teu corpo
Danço
Sou bailarina entre os teus dedos
Rodopio
Na ponta dos pés
Danço
Nos teus desejos
Em teus lençóis !
20/11/2019
a beleza é um movimento suave na ponta dos pés de uma bailarina
que parece voar
que os meus olhos se encantam chego a minha apaixonar
girando flutua no ar
a Maravilha mais bela
a me emocionar
Minharia
Boneca-bailarina, criação delaminha,
Dança no vento, na ponta do pé,
Deitada ou em pé,
Te vejo sonhando, dormindo, cansada,
semblante sério, sorrindo,
pelos cantos suspirando, lindamente apaixonada...
Onde estão seus pensamentos?
É um grande equívoco achar que os passos da bailarina está nos pés,eu arrisco dizer que está na cabeça.
Duas mulheres que não conseguiram realizar seus sonhos, uma de ser bailarina e outra em ser atriz, ambas quiseram ser artistas e não conseguiram... Uma tem milhares de minutos de fama, a outra centenas de minutos. Assim caminha a humanidade. Aceitar o dom que DEUS nos deu e viver aproveitando o máximo da vida, e tudo que ela nos da, só assim conseguimos ser feliz de verdade, partindo de que, a primeira pessoa que devemos amar esta dentro de nos. Tudo que for ao contrario só nos traz infelicidade.
De maneira transcendental
poetisa imparável igual
a êxtase de bailarina oriental
tirando um verso romântico
por dia como se tira um
véu em ritmo hipnótico
para que você não pense
em outra coisa na vida
a não ser no mel do amor,
e no teu envolvimento
com o meu coração sedutor.
A Via Láctea se move
em forma de sabre oriental
nos lábios da Lua bailarina,
As duas mãos brincam com
o palimpsesto da profecia
sobre o Portal das Nações,
Tudo de mim dialoga com
cada uma das duas emoções
e de seus sidéreos êxtases,
Os perigos, os ruídos
e teus risos me pertencem,
embora eu seja de difícil captura,
Todo o dia te conduzo por uma forma diferente de amor e loucura.
Desce a tarde como
delicada bailarina
sobre o tempo
fazendo ventania
e espalhando as flores
do esplendente Ipezeiro,
Sobre a urgência
de amor é claro que tenho,
No entanto, não sou eu
que devo dar o primeiro
passo em nome da ordem
das coisas neste mundo
virado de cabeça para baixo.
Uma caixinha com uma
bailarina dançando
uma música de Chopin,
Quem hoje abre essa
caixinha é a minha memória
que não foi roubada com ela,
Um presente do meu
Avô que faz ao menos parte
da minha infante História
que ao menos virou poesia
para ser lembrada um dia.
Como gaivota no céu, um cometa seduz,
A bailarina se move, se solta no ar,
No palco da vida, seus passos conduz
E faz a arte sutil de se equilibrar.
Cada giro, um voo livre, um suspirar,
Seu corpo, sopro etéreo, rima dissonante,
Seus braços, a poesia de se reinventar,
Em cada salto, um verso instigante.
Seus pés tocam o chão com firme doçura,
Deslizam suaves como fina melodia,
É dança, é luz, é mar, é coragem e ternura.
Bailarina, sua beleza é arte que apraz
No palco da vida, força e candura
De um sonho que ao vento se faz.
Alguns perguntam porque fazer ballet que ocupa tanto do seu tempo, que te faz sentir dor porque fazer algo que doa ? Por amor, por querer sentir adrenalina.
Concilia corpo e alma para que ambos possam se acoplar em sintonia, e faça de tua vida uma dança leve e sincronizada como os pés da bailarina.
Ela não é mais menina, mas ainda não é mulher. Ela não preto e branco mas também não é cor. Ela ainda acredita no amor mas não nas pessoas.
Ela não cança de dançar, dançar é como voar. Dançar é a liberdade que o corpo dela precisa. Ela ri de tudo, não tem muitas amigas, não gosta de falsidade, mas as amigas que ela tem são as melhores.
Ela é insegura, não tem certeza do que é, mas sabe o que quer. Ela é doce, porém amarga quando quer. Ela é como o café que esta quente mas se não tomar esfria. Ela é intensa, não gosta de metades.
Mas quando ela dança, sinto que em cada movimento ela se liberta mais. Sinto que em cada movimento ela ama mais. Sinto que em cada movimento ela deixa transparecer o que sente. E quando dança pra mim sinto que nada pode separar a gente.
“A dança é poesia corporal! Arte movimento... Mesmo que a genitália masculina fique saltada e os pés da bailarina cheios de calos e joanetes!”