Virtude
A excentricidade da vida encontra-se em sua ternura pormenorizada e na virtude que é a liberdade de seguir os seus sonhos
Existe uma percepção generalizada de que o Brasil é um país marcado pela violência.
Em virtude da predominância da população negra, algumas correntes de pensamento sugerem que a incidência de violência é proporcional à demografia, insinuando que a elevada taxa de mortalidade entre os negros é resultado de sua maioria populacional.
Este discurso comumente difundido postula que a violência é um fenômeno neutro em relação à raça, afetando igualmente todos os estratos sociais.
No entanto, uma análise mais minuciosa das estatísticas revela disparidades significativas, evidenciando que a população negra é desproporcionalmente afetada pela violência e sujeita à desumanização.
A reverência como virtude está perdendo espaço na sociedade contemporânea, em detrimento da ênfase na fluidez das relações interpessoais, na busca pelo sucesso individual e na desvalorização dos valores tradicionais como humildade, respeito e admiração.
Na contemporaneidade gradualmente, a vaidade emerge como uma virtude, uma vez que a exposição constante de aspectos triviais da vida cotidiana nas redes sociais é celebrada como um símbolo de orgulho.
A propagação de detalhes efêmeros, como a rotina matinal ou as aquisições pessoais, é promovida como demonstração de autoconfiança e autoimportância.
Essa tendência sugere uma mudança na percepção coletiva, na qual a humanidade passa a atribuir significância a eventos triviais, reforçando a ideia de que a mera existência é suficiente para afirmar a própria relevância.
Na contemporaneidade, a vaidade se torna uma virtude, com a exposição de detalhes triviais nas redes sociais sendo celebrada como símbolo de autoconfiança e relevância.
Qual o seu dom ou a sua virtude? Descubra o que você gosta de fazer o e não aquilo o que os outros querem que você faça.
O que qualificamos como virtude e defeito é o que define uma pessoa. Se amarmos alguém, o apreciaremos por inteiro.