Trago Dentro do Peito...
Insónias Conscientes -
Trago no meu peito a imagem de mil espaços
a dor do paladar que a Vida deu,
sinto-os em mim num só abraço
e tudo o que de mim por lá morreu!
Julguei que eram seguros os meus passos
e que o firmamento era só meu,
caminhei nessa ilusão dos meus cansaços
verguei, caí, rasguei um denso véu!
De monsaraz fui mais além,
além ond'esses nunca chegarão,
e tudo o que lá vivi, ocorreu para meu bem ...
Minha Vida é hoje um de repente
cheia de insónias conscientes
que monsaraz ainda não sente.
Lamento -
Trago na Alma a Solidão
a tristeza no meu peito
na minha voz a canção
no olhar o triste jeito
desta vida sem razão.
Oiço uma voz a cantar
em minhas noites perdidas
vejo o povo a soluçar
estas mágoas doloridas
que no fado quer rimar.
Nestes versos ao escrever
o povo chora a cantar
o povo canta a sofrer
dores do seu caminhar
do nada que tem a perder.
Hoje quando olho para traz e vejo minha trajetória, sinto que a emoção se aflora, e meu peito grita de gratidão!
Trago em meu peito hoje um orgulho de ter nascido a mulher que me tornei. Nas batalhas vividas tirei proveito de quase todas. Mesmo em momentos sofridos, tirei deles as melhores referências.
Hoje minha homenagem vai para todas as mulheres que de uma forma ou de outra lutam para ter seu lugar merecido!
Parabéns!
Revolução no peito uma alma em conflito, lembranças de vidas perdidas, a paz cura a alma e traz a vida.
Ser mãe é trazer no peito
Seu filho, com esperança;
É amá-lo do mesmo jeito,
Desde quando era criança!
O Mar e Ela
Trago no peito a dor
De um intenso amor
Que resolveu voar
Queimo, sem sentir o calor
Da singela flor
Que não quis ficar
Como eu posso desistir de amar se minha alegria é te ver brilhar?
Eu posso não te acompanhar mais meus pensamentos vão sempre lembrar.
Amares que vem pro bem
Como não amar esse alguém?
Não dar pra não amar ela
O mar e ela.
Do caos também surge o amor
Há amores bem maior que a dor
Como posso não amar ela?
O Mar e Ela.
Minha mente é sua morada
Por mais que tu insista fugir
Quanto mais os dias passam
Tenho a cumplicidade do tempo.
Qual será seu veredicto?
O esquecer ou o viver?
Trago no peito a dor
De um intenso amor
Que resolveu voar
Queimo, sem sentir o calor
Da singela flor
Que não quis ficar
Como eu posso desistir de amar se minha alegria é te ver brilhar?
Amares que vem pro bem
Como não amar esse alguém?
Não dar pra não amar ela
O mar e ela.
Do caos também surge o amor
Há amores bem maior que a dor
Como posso não amar ela?
O Mar e Ela.
amor_in_versus
Autoral
Lei n° 9.610
Como um eterno ataque cardíaco meus sentimentos vem à tona trazendo ao meu peito meus maiores medos sendo eles mudanças arrependimentos saudade e amor, tornam compreensíveis o medo de uma nova escola o remorso do não aproveitamento das minhas maiores e principais conquistas *meus amigos* ao ditado que antes ouvir e agora fazer sentido"eu só valorizo o que não está mais comigo"
eles dizem que" a não ser que seja a morte tudo faz sentido" se essa for a verdade acredito ter matado as probabilidades dos Sentidos ciclos da Amizade, eu cobri com o véu do Medo os meus troféus de felicidade, pois prefiro arriscar ser o desconhecido a ser a magoa de uma finita saudade me tornando discípulo de um covarde fugindo de medo de uma possível realidade.
Nos murmúrios do vento, domino o silêncio,
Ecoa a brisa da saudade no meu peito. Trago comigo das eras a missão do poema, a urgência grávida de erguer pirâmides no teu ventre.
Anseio salivar a tua doce presença,
Entre ruínas de versos e desejos insatisfeitos.
Ninguém me ensinou a ser tolo, a girar como uma roda de um moinho, mas espreito pelas costuras da vida, à procura dos peixes, dos arco-íris que brilham nas tuas pálpebras, como uma criança abandonada.
Tenho asas e não voo, guelras e só respiro por meio das palavras, dos verbos.
Nos teus peitos cravei estacas para marcar os campos da fome, os limites das baías tristes dos teus cabelos, onde naufrago como um cacto no deserto.
E nas falésias, uno-me às marés e aos ventos, como as antigas caravelas extintas do meu país.
Nem sereias, nem canções, nem moradas, nem lamentações.
Ser poeta é definhar a cada dia, envenenado como um gato vadio que se espuma pelas ondas.
Quem nunca...
Acredite nesse seu poder interno
Nessa força que tens em teu ser
Nessa chama que trazes no peito
No seu lindo coração
E na sua alegria de viver
De querer vencer, De se superar
E de ser feliz
Eu acredito em você
Vai: Acredite no seu potencial
Vem:Creia que você nasceu para ser feliz, para amar e ser amada, amado
TRÊS CORAÇÕES
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Para Júlia e Nathalia
Trago no peito, essas duas razões que o íntimo cultua como núcleo do ser. Minha vida se desconhece fora desse contexto. Não há lua que paire sobre meu mundo e dê sentido a qualquer sonho, e não há sol nos meus olhos, quando não as acho nem imagino ao alcance das vistas ou das horas seguintes.
Tenho três corações, e no entanto, nem o meu é meu. Todos eles me ocupam para pulsar por elas que são meu horizonte; meu destino. São a vela que move minha embarcação. Sempre foram meu sino, meu sinal de vida. Meu antes e depois, desde que renasci.
Nada quero do mundo, senão a certeza do poder deste sentimento que me conduz. Que me faz querer conduzi-las com segurança, mesmo pelas filas incertas do que há de vir. Do que não sei que será, pois nada sou além de mim, mas quero ir enquanto há passos. Voar enquanto há vento, céu e asas.
O poder não é meu. Não me pertence. Vem delas o meu dom de sonhar. De me doar e sentir que faço valer o tempo. Esse tempo já sem tempo e sentido para retroceder... mas quem foi que falou em retroceder, se já não tenho passado, e o futuro pertence a elas?
Eu tenho a idade do amor que tenho a vida
Eu tenho a idade do sorriso que trago no peito
Eu tenho a idade das lembranças do que passei
Eu tenho a idade da saudade dos que se foram
Eu tenho a idade da felicidade que em mim habita
Eu tenho a idade da paixão de adolescente
Eu tenho a idade da lua, do sol
Eu tenho a idade das ondas, do mar...
Eu tenho a idade do meus sonhos,
Eu tenho a idade do poeta, da poesia,
Eu tenho a idade da beleza que vejo nas flores
Eu tenho a idade do jardim que me perfuma
Eu tenho a idade do voo das borboletas
Eu tenho a idade das cores que me retrata
Eu tenho a idade do artista, da arte.
Eu tenho a idade do palhaço que interpreta
Eu tenho a idade do ator que se transforma
Eu tenho a idade do idoso de noventa
Eu tenho a idade da garota de quinze,
Eu tenho a idade da fantasia que me veste
Eu tenho a idade da canção que me toca
Eu tenho a idade do violão que me canta,
Eu tenho a idade do coração que bate,
Eu tenho a idade do sangue que pulsa
Eu tenho a idade das palavras,
Eu tenho a idade do silêncio
Eu tenho a idade da garota
Eu tenho a idade da donzela,
Eu tenho a idade da pureza,
Eu tenho a idade do tempo
Eu tenho a idade da mulher,
Eu tenho a idade da menina
Eu tenho a idade da criança
Eu tenho a idade do que vivo.
O passado é uma marca que trago tatuada no peito, lembranças que fazem morada na alma, pensamentos que não se afastam de mim.
Tenho marcas nos olhos
Trago cicatrizes...
Na alma guardo lembranças !
No peito
Bate saudades.
Ouvidos, lembro músicas
Em mim;
Trago o passado !
01/06/2017
Te trago nos olhos
No peito tua iris
No verbo amar
Faça chuva
Faça sol
No frio
No ar
Me acompanha no silêncio
No cantar
Tá no bico do passarinho
Na seresta
Nas manhãs de primavera
Em campinas
No verso do poeta
Tá na rua
Tá no vinho
Na videira
No verde das florestas
No riso
Na festa
Tá na tristeza do palhaço
Que chora escondido
Tá na letra de poemas
Em rimas
Poesias
Tá na lua
Tá no mar !
24/10/2019