Textos de Teatro
No teatro do engano, seu papel é de artista,
Um mestre em fingir, na trama egoísta.
Palavras como facas, cortando a confiança,
A pior pessoa para amar, uma cruel dança.
Seu abraço é um labirinto, de sombras e mentiras,
Onde o amor definha, e a tristeza transpira.
Em seus olhos, o reflexo da ilusão persiste,
A pior pessoa para se apaixonar, um poço triste.
Uma peça de teatro
A corrente do tempo não para
Ela corre, anda e se rasteja, mas não volta
O cenário vai trocando, o ator vai mudando
E o público vai rindo e chorando
O ator que um dia existiu não existe mais
Mas se tratando de meros mortais
As novas possibilidades aparecem
Novo sabor, nova amizade e novo amor
Me pergunto sempre, Deus, o que eu sei
Já que a todo instante tudo muda
Tentando capturar as suas linhas tortas
Mas isso só gera uma dor aguda
Em meio a isso, apenas navegarei
No palco do mundo, não somos reis
Em sua vastidão, o torto se transforma em padrão
Aprendendo e vivendo na imperfeição
No eco do silêncio, o tempo nos ensina a ouvir
A voz do coração, o sussurro da alma a fluir
Aprendemos que cada adeus é um novo começo
E se for assim, eu te agradeço
“No teatro da vida, evitamos a culpa, os erros e as frustrações, não por acaso, muitas vezes nos abrigando na crítica e no julgamento. Contudo, esquecemos que a verdadeira conquista emerge da coragem de confrontar nossa própria realidade, com todos os seus percalços. Sem essa clareza, transformamo-nos em simples intérpretes melancólicos, representando papéis vazios em histórias fictícias, onde o outro eternamente ultrapassa nossa verdadeira essência."
(marcellodesouza_oficial)
No teatro da minha vida nosso amor é o espetáculo principal, quando estamos juntos é um grande "Dane-se o mundo", não é banal.
São minutos que parecem eternos, piadas malucas bem encaixadas, querida, seu time é o Big Bang de Londres com cirque du soleil combinados.
Tantas conquistas nos esperam nessa história; barroca, poética, romântica, caleidoscópica, também shakespeareana.
No fechar das cortinas sobre aplausos e arremessos de rosas brancas, meu amor, quero dançar com você sobre as nuvens numa noite estrelada.
Dia do Teatro
Hoje é dia dessa arte
Que é um show à parte
De quem gosta de atuar
Cantar, dançar, improvisar
Hoje pode ser vilã
Pode ser uma princesa amanhã
Pode ser a bruxa malvada
Ou a mais linda das fadas
Pode ser um príncipe encantado
Ou um personagem engraçado
Pode fazer o público sorrir
Ou fazer chorar quando partir
O que é mais importante
É ser bom atuante
É convencer, é ser dramático
Fazer rir e ser enfático
Você pode ser o que quiser
Vista-se do que lhe couber
Quem se veste do personagem de fato
É bom nessa arte chamada teatro
És um grande teatro
Sentei-me nas fileiras finais, para assim, poder enxergar-te ao todo.
1°ato
Cortina fechada
Do palco, apenas via sombras e silêncio que se moviam em passos lentos de bailarina.
Ardentemente esperava por cada ato…
Entre trocas de personagens, imaginava como seria a surpresa de vê-la, despida de toda sombra que cobriam meus olhos e ouvidos.
2°ato
Limpei as lentes de meu binóculo esperando te ver mais perto
De passo em passo, nas sombras que eu via através da cortina, você flutuava lépida e fagueira.
3° e último ato
Levantei-me e fui ao seu encontro
Nervoso e sem saber ao certo a quem pertencia aquela sombra vista antes.
Quanto mais perto eu chegava, menor ficava a sombra.
Ao pé do palco, tentei olhar por baixo da vistosa cortina que me encobria a visão.
O maior dos mistérios, ali, na minha frente, mas atrás do véu.
Pude sentir o cheiro da misteriosa mulher, que a sombra desenhava para mim suas curvas.
terminou!!!
Quando abriu-se as cortinas, descobri o além.
Tal como no teatro, encenamos beijos e abraços, atuamos como se fosse nosso último bis.
Das sombras, agora tudo ficou real.
Da distância, agora passeio em seus lábios
Da cortina, fica apenas a lembrança de algo que um dia escondeu você de mim.
Peça de Teatro
Demonstrar que é forte vestindo uma armadura de aço, para disfarçar que não está quebrado;
Fingir um sorriso para esconder o ardor de mais uma noite interminável;
Ser dependente das lembranças, mesmo sabendo que é o caminho errado;
E no fim, entender que é frágil e perceber que está vivendo, uma peça de teatro.
Doces e limões
Como um tolo vivendo atrás de sombras, perdi o juízo por acreditar no teatro produzido pelo falso amor.
No mundo obscuro desse amor, as fantasias de viver um sonho sem fim foram o ponto máximo, mas as dúvidas eram transparentes assim como a tormenta era de se desgastar os olhos.
O essencial foi ignorado, as decepções hoje andam com pernas de pau gigantes no picadeiro da vida, já a vingança se mantém oculta no meu coração amargo.
Entre doce e limões carrego no peito a saudade e as lembranças do que foi bom e do que foi ruim.
Eu espero poder ser sempre a sua realidade; Fora de qualquer palco de teatro e abaixo de qualquer cortina, na minha frente quero ver apenas você, na forma que vier a mim, seja no cansaço, na dor e na tristeza,seja no amor ou sorrindo.
Eu sou a rainha do drama,eu pego toda a dor pra mim e consigo tornar um jardim em um deserto apenas com minhas palavras,
então, para mim, perto de mim, ao meu lado
você pode ser quem quiser, você pode ser você e se desligar quando precisar, e eu vigiarei seu sono e rezarei para que desperte sem cansaço e com a mente tranquila!
Poeira, Moldura do Teatro Mágico
Se quiser derrubar uma árvore na metade do tempo, passe o dobro do tempo amolando o machado.Se o vento soprar de uma única direção, a árvore crescerá inclinada.
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou? Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Não carreguei entulho como você, mas me sinto como se tivesse calçado o calçamento da rua, inteira.
Acendo um cigarro ao pensar em escrevê-los, saboreio no cigarro a libertação de todos os pensamentos e sigo o fumo como uma rota própria,gozo num momento sensitivo e competente, a libertação de todas as especulações ea consciência de que a metafísica é uma consequência de estar mal disposto.
E a coisa mais divina que há no mundo, é viver cada segundo como nunca mais.
Cem mil cérebros se concebem em sonho e gênios como eu,e a história não marcará, nem um.Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,é não ver o futuro que nos convida.
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras. Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
No tempo em que festejavam o dia dos meus anos,eu era feliz e ninguém estava morto. Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,e a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.
Saudade é o inferno dos que perderam,é a dor dos que ficaram para trás,é o gosto de morte na boca dos que continuam.
Que a tristeza te convença que a saudade não compensa e, que a ausência não dá paz. E o verdadeiro amor de quem se ama, tece a mesma antiga trama trêmula, que não se desfaz.
Fingir. Fazer cena para escapar do óbvio, como quem monta um teatro precário na tentativa de esconder a transparência de uma janela aberta. Deixar o tempo escorrer pelas mãos, achando que o silêncio e a distância podem disfarçar o que pulsa no ar. Mas o tempo, esse eterno cúmplice e traidor, nunca passa sem deixar vestígios.
Quando ele vai, carrega junto a chance não vivida, o gesto que ficou no meio do caminho. E, no rastro que deixa, instala um lamento sutil — não um grito, mas um murmúrio constante, como um eco que insiste em retornar. Porque, por mais que se disfarce, por mais que o jogo de desfaçatez seja encenado com maestria, há algo inegável: é bom sentir.
Sentir o que as palavras evitam, o que os olhares confessam sem querer. É bom o calor que surge no meio da dúvida, mesmo que carregue consigo o peso de uma incerteza. Fingir pode ser seguro, mas nunca será pleno. E quem sente sabe: fugir não apaga o que o coração já reconheceu.
Em cada olhar há um segredo, em cada gesto, um mistério escondido.
No teatro da vida, somos atores, vivendo um enredo de amores e dores, mas não se engane, caro espectador, nem tudo é o que parece ser.
Por trás das cortinas, há verdades cruéis, que a alma humana não quer ver.
A vida é um palco de ilusões, onde a realidade é uma farsa, e o amor, tão louco e intenso, étambém uma forma de trapaça.
Assim como o trágico e o cômico, se misturam nas nossas vidas. Oamor e a dor, alegria e tristeza, são faces da mesma moeda perdida.
Então, abra bem os olhos, eencare a vida como ela é. Porque, no final das contas,
Tudo é ilusão, tudo é teatro.
O teatro da vida começa com um grito e no decurso da peça arrancam-se sorrisos e gargalhadas, no final, fecham-se as cortinas, apagam-se a luzes e de repente tudo fica escuro.
Os sorrisos ficam na memória, é o fim de uma jornada. Que volte ao pó, aquilo que veio do pó e… mais um grito.
Memórias de Crinilda Pinto Veloso
Na pálida claridade de mais uma eleição, vejo desfilar, como num teatro de sombras, os rostos imutáveis dos políticos. Eles, os artífices da mentira, bordam com fios de ilusão as promessas que nunca se hão de cumprir. Nos palanques, seus discursos ecoam como cantos de sereias, enfeitiçando a multidão que, na sua eterna esperança, esquece a repetição do engodo.
As palavras, outrora instrumentos de verdade, são agora ferramentas da falsidade. Os eleitores, pobres marionetes, dançam ao som do desejo de um futuro melhor, enquanto aqueles que governam enchem seus bolsos com os frutos da nossa crença. É um ciclo vicioso de promessas e decepções, onde a esperança é plantada e a desilusão colhida.
A política é a arte da hipocrisia, onde a máscara esconde o rosto verdadeiro dos interesses pessoais. A riqueza, esse ouro vil, só aflora nas mãos dos que enganam, deixando aos outros apenas a poeira dos seus sonhos desfeitos. A riqueza, essa dama caprichosa, beija apenas os lábios dos que mentem com destreza, enquanto a honestidade definha na indigência.
E nós, pobres espectadores da nossa própria ruína, continuamos a buscar uma luz no meio da escuridão. A verdade, talvez, resida não nas promessas vazias, mas na força silenciosa que brota da nossa vontade de resistir. Pois, mesmo na penumbra, há sempre uma chama que insiste em brilhar, uma alma que se recusa a ser pequena, encontrando no próprio coração a chama da mudança.
Apesar de tudo, só nos resta ir votar, eleger quem se vai governar, pois a democracia, com todas as suas imperfeições, é ainda a nossa última esperança. É nela que, ainda que iludidos, depositamos a fé de que um dia o ciclo se rompa e a verdade prevaleça. Porque, afinal, a escolha é a nossa única centelha de poder, por mais ilusória que seja.
O Politiqueiro
A farsa, o teatro, a encenação o conchavo, o tudo.
É tão perfeito que parece novela de grande audiência.
E eles choram e gritam e homenageiam.
A câmera filma tudo e quem assiste entende e pensa...Coitadinhos! Milhões ou quem sabe bilhões nos seus bolsos, e de novo o publico sem nada saber replica `` Coitadinhos´´.
E, o maior coitado são todos os coitados, são os que pagam a conta,
e que pensam que eles são uns coitados, pois assistem de lagrimas nos olhos mas, com sorrisos sarcásticos a debocharem dos coitados.
Uma voz lírica e oriental
cantando "Katyusha"
no Teatro de Mariupol,
Talvez sem saber
dos que foram assassinados
pelo míssil
sob a ordem do maldito.
Mal sabe ela que dele
nem mesmo escapou
o pó do que restou
de alguns dos wagneritas
que tiveram o próprio
cemitério asfaltado,
e outros ainda estão
combalidos sem direito
a Cruz Vermelha
e sem absolutamente nada.
Mal sabe ela que
para o maldito não existem
pessoas boas ou ruins,
Para esta alma atormentada
só existem objetivos e mais nada.
A Inteligência Ucraniana
ainda não tem certeza
se o Parsifal dos mercenários
foi morto igual aos demais
na tragédia do avião,
Sem querer acabei
mergulhando no oceano
do concretismo existencial
e do romantismo poderoso
em companhia sobrenatural
de Brodsky e de Pavese.
Enquanto esta guerra
não chegar no seu final
que é a Ucrânia e a Crimeia
libertadas definitivamente do mal,
Estarei devolvendo com
meus poemas cada ataque brutal.
O Teatro da Existência: Reflexões de uma Alma Desperta
Na imensidão deste mundo, trilhei um caminho singular e solitário. Desde que comecei a explorar a profundidade da minha consciência por meio de projeções astrais e encontros com espíritos, minha confiança na humanidade se dissolveu como neblina ao sol. Em resposta, abracei uma vida alternativa, guiada por princípios de celibato, naturismo, meditação diária e serviços voluntários. Minha empatia transcende julgamentos; compreendendo a totalidade da vida, abandonei a necessidade de julgar os outros.
Vivo na contramão de mim mesma, caminhando solitária em direção oposta à da multidão, buscando significado e conexão em um plano além do tangível. Meu percurso é solitário, mas enriquecido por uma compreensão profunda da existência e um compromisso inabalável com a essência verdadeira do ser. Quando estou fora do corpo, minha sensibilidade é extraordinária, ultrapassando os limites do imaginário.
Acredito que nós, seres humanos, envoltos na matéria densa do corpo, buscamos inconscientemente o prazer natural da alma. O mais mágico é que não preciso de nada, nem de ninguém, para alcançar essa sensação maravilhosa que envolve meu ser. Hoje, olho o mundo com compreensão e vejo as pessoas como crianças em corpos adultos, cegas e ingênuas. Por mais difíceis que sejam suas jornadas, são apenas desafios que vieram enfrentar neste mundo.
Agora, entendo a atitude de Jesus, que, apesar de ser maltratado e humilhado, ainda disse: "Pai, perdoa, eles não sabem o que fazem." Antes, sentia raiva ao assistir ao filme da Paixão de Cristo, mas agora, com esse refinamento, consigo compreender e agir de maneira semelhante.
É extraordinário viver neste mundo com a mente conectada à quinta dimensão. Não me envolvo em problemas porque sei que tudo não passa de um teatro da existência, onde todos desempenham seus papéis de atores principais, coadjuvantes e antagonistas. E eu fico na plateia, bem acordada, observando os atores em seus personagens. Crianças adoráveis em corpos adultos, que não são maus, mesmo em suas piores atuações.
Assim, minha jornada solitária não é de solidão, mas de busca por compreensão e conexão mais profunda com a verdadeira essência do ser. Vivo em paz com a percepção de que todos estão em seu próprio caminho de aprendizado, e minha missão agora é continuar a busca pela transcendência e sabedoria, sem envolver, apenas fluir com a vida. Cada passo que dou, cada experiência que vivo, me aproxima mais do oceano da existência.
Embora sinta que não pertenço a este mundo, estou concluindo meu curso na escola da vida, preparando-me para retornar ao meu verdadeiro lar na imensidão do cosmo.
"Busque por aquilo que você levará ou te levará ao céu."
O resto é só teatro que se repete todos os dias.
Qual o propósito da vida?
Ser rico?
Ser inteligente?
Ser bonito?
O tempo está acabando.
Repetir todos os dias as mesmas coisas sem perceber é só para quem não tem capacidade ou desistiu de procurar algo novo.
Há quem faça parte do teatro para distrair o espectador, mas, quem conhece os bastidores, não pagará por esse pecado.
Sem horas e sem dores, respeitável público pagão, bem-vindo ao Teatro Mágico! Sintaxe à vontade..." Assim, brincando com um jogo de palavras, com os rostos pintados, vestidos com trapos e com narizes de palhaços, a trupe do Teatro Mágico há dois anos apresenta ao público uma mescla de circo, dança, teatro, música e poesia.
O idealizador do projeto é o vocalista da trupe, Fernando Anitelli, que se inspirou no livro O Lobo da Estepe, de Hermann Hesse, que discute a existência de vários personagens que trazemos dentro de nós mesmos. O protagonista da história, Harry Heller, se depara com um luminoso no qual se lê O Teatro Mágico - Entrada para Raros. “Aquilo me chamou muito a atenção porque eu sou uma pessoa rara, só tem um de mim. Assim como todos os momentos e todas as pessoas são raros”, diz.
O grupo que possui formação variada de 11 a 22 pessoas de acordo com o local do show possui números bastante significativos de público e de venda de cds e dvs a preços módicos, R$5,00 e R$10,00 respectivamente. “Acho um desrespeito com o público cobrar mais de R$20,00 um cd sendo que nem 10% dessa quantia fica com o artista. O nosso material é organizado e vendido pelo meu pai Odácio Anitelli em todos os nossos shows e já vendemos cerca de quatro mil cds”, comenta.
Mas como a trupe possui cerca de 500 pessoas em seus shows e vende uma média de 150 cds por noite tudo por fora da mídia? Anitelli explica “o nosso sucesso é através do boca-a-boca, dos amigos que levaram os amigos, que levaram os amigos e assim sucessivamente. Vez ou outra participamos de programas de tv, damos entrevistas para jornais ou revistas, mas a mídia mais palpável, a que podemos mensurar a aceitação do público, é o Orkut, rede de amigos através da Internet”, pontua. Existem 20 comunidades que se referem ao teatro mágico no Orkut. A maior delas intitulada O Teatro Mágico possui mais de 2.500 membros, além de outras menores com o nome de músicas, de fãs, de apresentações em determinados espaços e até de outros estados como Bahia, Ceará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. “Ainda não nos apresentamos fora do Estado de São Paulo, mas tivemos duas aparições na TV. Isso foi o suficiente para que as pessoas nos conhecessem e divulgassem o nosso trabalho”.
A VIDA NOS DÁ A OPORTUNIDADE
A vida nos dá a oportunidade de ser o que somos. De aprender e desaprender de acordo com as nossas regras e leis, depende apenas de nós. Nada é imposto se não aceitarmos. Viver requer sabedoria de entender e decifrar os sinais emitidos todos os minutos.
Há muitas razões de estarmos onde estamos e de sabermos quando chegou a hora de partir, porque as cortinas se fecharão no momento exato de se retirar de cena.
Quando as cortinas se abrirem novamente será a hora de iniciar uma próxima temporada no teatro da vida e aí, sim será o recomeço de mais um ciclo novo.
Assim é a vida, um palco de emoções onde os artistas somos nós.