Textos Bonitas pra Falar a um Amigo

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Tudo que eu fizer,falar...toda minha vida será pouco para agradecer a Deus tudo que tem feito...
Deus e maravilhoso demais...seu amor grandioso e inexplicável,sua misericórdia infinita...
Aprendi com ele que acima das circunstâncias adversas, acima das decepções,acima da ansiedade,acima de qualquer situação devemos GUARDAR NOSSO CORAÇÃO COM A PAZ QUE EXCEDE TODO ENTENDIMENTO!
Confie,creia e descanse na paz de Deus...o mundo pode estar em crise, mas o céu nunca estará!
Nosso Pai e bom em todo tempo

Inserida por Tcheco

Se alguém lhe falar que gosta de você pela sua beleza, não gosta é apenas desejo!
Pela sua inteligência? Não gosta, é apenas admiração.
Pelas coisas boas que você tem a oferecer? Não gosta, é apenas interesse.
Mas... Se lhe disser que gosta de você, sem saber ao certo o porque?! Acredite! Esse alguém realmente gosta de você.

Inserida por marcellefigueiredo

Fala tu pois já que em vida
falar não soube ou não quis,
Não falas, ainda te riz.

Mostra estes dentes sem brilho
de uma caveira isto só,
quero saber do infinito
cá isto já sei que é pó.

O berço chora não ri,
nada o túmulo nos diz
pois em que fonte se mata
a sede de ser feliz.

Inserida por GersonHP

Constitui para mim uma honra e uma alegria falar diante desta Câmara Alta, diante do Parlamento da minha Pátria alemã, que se reúne aqui em representação do povo, eleita democraticamente para trabalhar pelo bem da República Federal da Alemanha. Quero agradecer ao Senhor Presidente do Bundestag o convite que me fez para pronunciar este discurso, e também as amáveis palavras de boas-vindas e de apreço com que me acolheu. Neste momento, dirijo-me a vós, prezados Senhores e Senhoras, certamente também como concidadão que se sente ligado por toda a vida às suas origens e acompanha solidariamente as vicissitudes da Pátria alemã. Mas, o convite para pronunciar este discurso foi-me dirigido a mim como Papa, como Bispo de Roma, que carrega a responsabilidade suprema da Igreja Católica. Deste modo, vós reconheceis o papel que compete à Santa Sé como parceira no seio da Comunidade dos Povos e dos Estados. Na base desta minha responsabilidade internacional, quero propor-vos algumas considerações sobre os fundamentos do Estado liberal de direito.

Seja-me permitido começar as minhas reflexões sobre os fundamentos do direito com uma pequena narrativa tirada da Sagrada Escritura. Conta-se, no Primeiro Livro dos Reis, que Deus concedeu ao jovem rei Salomão fazer um pedido por ocasião da sua entronização. Que irá pedir o jovem soberano neste momento tão importante: sucesso, riqueza, uma vida longa, a eliminação dos inimigos? Não pede nada disso; mas sim: «Concede ao teu servo um coração dócil, para saber administrar a justiça ao teu povo e discernir o bem do mal» (1 Re 3, 9). Com esta narração, a Bíblia quer indicar-nos o que deve, em última análise, ser importante para um político. O seu critério último e a motivação para o seu trabalho como político não devem ser o sucesso e menos ainda o lucro material. A política deve ser um compromisso em prol da justiça e, assim, criar as condições de fundo para a paz. Naturalmente um político procurará o sucesso, sem o qual não poderia jamais ter a possibilidade de uma ação política efetiva; mas o sucesso deve estar subordinado ao critério da justiça, à vontade de atuar o direito e á inteligência do direito. É que o sucesso pode se tornar também um aliciamento, abrindo assim a estrada à falsificação do direito, à destruição da justiça. «Se se põe á parte o direito, em que se distingue então o Estado de uma grande banda de salteadores?» – sentenciou uma vez Santo Agostinho (Decivitate Dei IV, 4, 1). Nós, alemães, sabemos pela nossa experiência, que estas palavras não são um fútil espantalho. Experimentamos a separação entre o poder e o direito, o poder colocar-se contra o direito, o seu espezinhar o direito, de tal modo que o Estado se tornara o instrumento para a destruição do direito: tornara-se uma banda de salteadores muito bem organizada, que podia ameaçar o mundo inteiro e impelí-lo até à beira do precipício. Servir o direito e combater o domínio da injustiça é e permanece a tarefa fundamental do político. Num momento histórico em que o homem adquire um poder até agora impensável, esta tarefa torna-se particularmente urgente. O homem é capaz de destruir o mundo. Pode manipular a si mesmo. Pode, por assim dizer, criar seres humanos e excluir outros seres humanos de serem homens. Como reconhecemos o que é justo? Como podemos distinguir entre o bem e o mal, entre o verdadeiro direito e o direito apenas aparente? O pedido de Salomão permanece a questão decisiva perante a qual se encontram também hoje o homem político e a política.

Grande parte da matéria que se deve regular juridicamente, pode ter por critério suficiente o da maioria. Mas é evidente que, nas questões fundamentais do direito em que está em jogo a dignidade do homem e da humanidade, o princípio maioritário não basta: no processo de formação do direito, cada pessoa que tem responsabilidade deve ela mesma procurar os critérios da própria orientação. No século III, o grande teólogo Orígenes justificou assim a resistência dos cristãos a certos ordenamentos jurídicos em vigor: «Se alguém se encontrasse no povo de Scizia que tem leis irreligiosas e fosse obrigado a viver no meio deles, (…) estes agiriam, sem dúvida, de modo muito razoável se, em nome da lei da verdade que precisamente no povo da Scizia é ilegalidade, formassem juntamente com outros, que tenham a mesma opinião, associações mesmo contra o ordenamento em vigor» [Contra Celsum GCSOrig. 428 (Koetschau); cf. A. Fürst, «Monotheismus und Monarchie. ZumZusammenhang von Heil und Herrschaft in der Antike», inTheol.Phil. 81(2006) 321-338; a citação está na página 336; cf. também J. Ratzinger, DieEinheit der Nationem, Eine Vision der Kirchenväter (Salzburg-München1971) 60].
Com base nesta convicção, os combatentes da resistência agiram contra o regime nazista e contra outros regimes totalitários, prestando assim um serviço ao direito e à humanidade inteira. Para estas pessoas era evidente e de modo incontestável que, na realidade, o direito vigente era injustiça. Mas, nas decisões de um político democrático, a pergunta sobre o que corresponda agora à lei da verdade, o que seja verdadeiramente justo e possa tornar-se lei não é igualmente evidente. Hoje, de fato, não é de per si evidente aquilo que seja justo e possa tornar-se direito vigente relativamente às questões antropológicas fundamentais. À questão de saber como se possa reconhecer aquilo que verdadeiramente é justo e, deste modo, servir a justiça na legislação, nunca foi fácil encontrar resposta e hoje, na abundância dos nossos conhecimentos e das nossas capacidades, uma tal questão tornou-se ainda muito mais difícil.

Como se reconhece o que é justo? Na história, os ordenamentos jurídicos foram quase sempre religiosamente motivados: com base numa referência à Divindade, decide-se aquilo que é justo entre os homens. Ao contrário doutras grandes religiões, o cristianismo nunca impôs ao Estado e à sociedade um direito revelado, nunca impôs um ordenamento jurídico derivado duma revelação. Mas apelou para a natureza e a razão como verdadeiras fontes do direito; apelou para a harmonia entre razão objetiva e subjetiva, mas uma harmonia que pressupõe serem as duas esferas fundadas na Razão criadora de Deus. Deste modo, os teólogos cristãos associaram-se a um movimento filosófico e jurídico que estava formado já desde o século II (a.C.). De fato, na primeira metade do século II pré-cristão, deu-se um encontro entre o direito natural social, desenvolvido pelos filósofos estóicos, e autorizados mestres do direito romano [cf. W.Waldstein, Ins Herz geschrieben. Das Naturrecht als Fundament einermenschlichen Gesellschaft(Augsburg 2010) 11ss; 31-61]. Neste contato nasceu a cultura jurídica ocidental, que foi, e é ainda agora, de importância decisiva para a cultura jurídica da humanidade. Desta ligação pré-cristã entre direito e filosofia parte o caminho que leva, através da Idade Média cristã, ao desenvolvimento jurídico do Iluminismo até à Declaração dos Direitos Humanos e depois à nossa Lei Fundamental alemã, pela qual o nosso povo reconheceu, em 1949, «os direitos invioláveis e inalienáveis do homem como fundamento de toda a comunidade humana, da paz e da justiça no mundo».

Foi decisivo para o desenvolvimento do direito e o progresso da humanidade que os teólogos cristãos tivessem tomado posição contra o direito religioso, requerido pela fé nas divindades, e se tivessem colocado da parte da filosofia, reconhecendo como fonte jurídica válida para todos a razão e a natureza na sua correlação. Esta opção realizara-a já São Paulo, quando afirma na Carta aos Romanos: «Quando os gentios que não têm a Lei [a Torah de Israel], por natureza agem segundo a Lei, eles (…) são lei para si próprios. Esses mostram que o que a Lei manda praticar está escrito nos seus corações, como resulta do testemunho da sua consciência»(Rm 2, 14-15). Aqui aparecem os dois conceitos fundamentais de natureza e de consciência, sendo aqui a «consciência» o mesmo que o «coração dócil» de Salomão, a razão aberta à linguagem do ser. Deste modo se até à época do Iluminismo, da Declaração dos Direitos Humanos depois da II Guerra Mundial e até à formação da nossa Lei Fundamental, a questão acerca dos fundamentos da legislação parecia esclarecida, no último meio século verificou-se uma dramática mudança da situação. Hoje considera-se a idéia do direito natural uma doutrina católica bastante singular, sobre a qual não valeria a pena discutir fora do âmbito católico, de tal modo que quase se tem vergonha mesmo só de mencionar o termo. Queria brevemente indicar como se veio a criar esta situação. Antes de mais nada é fundamental a tese segundo a qual haveria entre o ser e o dever ser um abismo intransponível: do ser não poderia derivar um dever, porque se trataria de dois âmbitos absolutamente diversos. A base de tal opinião é a concepção positivista, quase geralmente adotada hoje, de natureza. Se se considera a natureza – no dizer de Hans Kelsen – «um agregado de dados objetivos, unidos uns aos outros como causas e efeitos», então realmente dela não pode derivar qualquer indicação que seja de algum modo de carácter ético (Waldstein, op. cit., 15-21). Uma concepção positivista de natureza, que compreende a natureza de modo puramente funcional, tal como a conhecem as ciências naturais, não pode criar qualquer ponte para a ética e o direito, mas suscitar de novo respostas apenas funcionais. Entretanto o mesmo vale para a razão numa visão positivista, que é considerada por muitos como a única visão científica. Segundo ela, o que não é verificável ou falsificável não entra no âmbito da razão em sentido estrito. Por isso, a ética e a religião devem ser atribuídas ao âmbito subjetivo, caindo fora do âmbito da razão no sentido estrito do termo. Onde vigora o domínio exclusivo da razão positivista – e tal é, em grande parte, o caso da nossa consciência pública –, as fontes clássicas de conhecimento da ética e do direito são postas fora de jogo. Esta é uma situação dramática que interessa a todos e sobre a qual é necessário um debate público; convidar urgentemente para ele é uma intenção essencial deste discurso.

O conceito positivista de natureza e de razão, a visão positivista do mundo é, no seu conjunto, uma parcela grandiosa do conhecimento humano e da capacidade humana, à qual não devemos de modo algum renunciar. Mas ela mesma no seu conjunto não é uma cultura que corresponda e seja suficiente ao ser humano em toda a sua amplitude. Onde a razão positivista se considera como a única cultura suficiente, relegando todas as outras realidades culturais para o estado de subculturas, aquela diminui o homem, antes, ameaça a sua humanidade. Digo isto pensando precisamente na Europa, onde vastos ambientes procuram reconhecer apenas o positivismo como cultura comum e como fundamento comum para a formação do direito, reduzindo todas as outras convicções e os outros valores da nossa cultura ao estado de uma subcultura. Assim coloca-se a Europa, face às outras culturas do mundo, numa condição de falta de cultura e suscitam-se, ao mesmo tempo, correntes extremistas e radicais. A razão positivista, que se apresenta de modo exclusivista e não é capaz de perceber algo para além do que é funcional, assemelha-se aos edifícios de cimento armados em janelas, nos quais nos damos o clima e a luz por nós mesmos e já não queremos receber estes dois elementos do amplo mundo de Deus. E no entanto não podemos iludir-nos, pois em tal mundo auto construído bebemos em segredo e igualmente nos “recursos” de Deus, que transformamos em produtos nossos. É preciso tornar a abrir as janelas, devemos olhar de novo a vastidão do mundo, o céu e a terra e aprender a usar tudo isto de modo justo.

Mas, como fazê-lo? Como encontramos a entrada justa na vastidão, no conjunto? Como pode a razão reencontrar a sua grandeza sem escorregar no irracional? Como pode a natureza aparecer novamente na sua verdadeira profundidade, nas suas exigências e com as suas indicações? Chamo à memória um processo da história política recente, esperando não ser mal entendido nem suscitar demasiadas polémicas unilaterais. Diria que o aparecimento do movimento ecológico na política alemã a partir dos Anos Setenta, apesar de não ter talvez aberto janelas, todavia foi, e continua a ser, um grito de janela por ar fresco, um grito que não se pode ignorar nem acantonar, porque se vislumbra nele muita irracionalidade. Pessoas jovens deram-se conta de que, nas nossas relações com a natureza, há algo que não está bem; que a matéria não é apenas uma material para nossa feitura, mas a própria terra traz em si a sua dignidade e devemos seguir as suas indicações. É claro que aqui não faço propaganda por um determinado partido político; nada me seria mais alheio do que isso. Quando na nossa relação com a realidade há qualquer coisa que não funciona, então devemos todos refletir seriamente sobre o conjunto e todos somos reenviados à questão acerca dos fundamentos da nossa própria cultura. Seja-me permitido deter-me um momento mais neste ponto. A importância da ecologia é agora indiscutível. Devemos ouvir a linguagem da natureza e responder-lhe coerentemente. Mas quero insistir num ponto que – a meu ver –, hoje como ontem, é descurado: existe também uma ecologia do homem. Também o homem possui uma natureza, que deve respeitar e não pode manipular como lhe apetece. O homem não é apenas uma liberdade que se cria por si própria. O homem não se cria a si mesmo. Ele é espírito e vontade, mas é também natureza, e a sua vontade é justa quando respeita a natureza e a escuta e quando se aceita a si mesmo por aquilo que é e que não se criou por si mesmo. Assim mesmo, e só assim, é que se realiza a verdadeira liberdade humana.

Voltemos aos conceitos fundamentais de natureza e razão, donde partíramos. O grande teórico do positivismo jurídico, Kelsen, em 1965 – com a idade de 84 anos (consola-me o fato de ver que, aos 84 anos, ainda se é capaz de pensar algo de razoável) –, abandonou o dualismo entre ser e dever ser. Antes, ele tinha dito que as normas só podem derivar da vontade. Consequentemente – acrescenta ele – a natureza só poderia conter em si mesma normas, se uma vontade tivesse colocado nela estas normas. Mas isto – diz ele – pressuporia um Deus criador, cuja vontade se inseriu na natureza. «Discutir sobre a verdade desta fé é absolutamente vão» – observa ele a tal propósito (citado segundo Waldstein, op.cit., 19). Mas sê-lo-á verdadeiramente? – apetece-me perguntar. É verdadeiramente desprovido de sentido refletir se a razão objetiva que se manifesta na natureza não pressuponha uma Razão criadora, um Creator Spiritus?

Aqui deveria vir em nossa ajuda o património cultural da Europa. Foi na base da convicção sobre a existência de um Deus criador que se desenvolveram a idéia dos direitos humanos, a idéia da igualdade de todos os homens perante a lei, o conhecimento da inviolabilidade da dignidade humana em cada pessoa e a consciência da responsabilidade dos homens pelo seu agir. Estes conhecimentos da razão constituem a nossa memória cultural. Ignorá-la ou considerá-la como mero passado seria uma amputação da nossa cultura no seu todo e privá-la-ia da sua integralidade. A cultura da Europa nasceu do encontro entre Jerusalém, Atenas e Roma, do encontro entre a fé no Deus de Israel, a razão filosófica dos Gregos e o pensamento jurídico de Roma. Este tríplice encontro forma a identidade íntima da Europa. Na consciência da responsabilidade do homem diante de Deus e no reconhecimento da dignidade inviolável do homem, de cada homem, este encontro fixou critérios do direito, cuja defesa é nossa tarefa neste momento histórico.

Ao jovem rei Salomão, na hora de assumir o poder, foi concedido formular um seu pedido. Que sucederia se nos fosse concedido a nós, legisladores de hoje, fazer um pedido? O que é que pediríamos? Penso que também hoje, em última análise, nada mais poderíamos desejar que um coração dócil, a capacidade de distinguir o bem do mal e, deste modo, estabelecer um direito verdadeiro, servir a justiça e a paz. Agradeço-vos pela vossa atenção!

Inserida por mangialardobr

O Tango
Eu sempre escutava falar dele, as vezes o via, arriscava alguns passos ouvindo seus sussurros e sentindo seu perfeito contorno formando corações nos meus pés, abraçando suavimente suas mãos carregadas de histórias, com o cheiro no ar de uma melancolia ensurdecedora...
Um dia fui viver perto dele, algumas noites ele me beijou com sussurros , durante o dia já o esquecia, as vezes ele insistia, mas eu sempre me desvanecia...
Na calada da noite de uma segunda feira de dezembro daqueles anos “sensivelmente indigesto” ele chegou invadindo minha mente, me fez viajar no tempo que só consigo ver de olhos fechados, mas ele fez cada sentimento do meu corpo temblar de desejos, meus sentidos se afinaram na melhor melodia, fazendo meu coração escutar uma orquestra de saudade de um tempo que eu nem me lembro, me entreguei de corpo e alma...
Ele conseguiu desvirginar-me de mim mesma e nos lambuzamos nos desejos das paixões com as melodias dos amantes perdidos nos passos do prazer, já sabia seu nome, mas não ousava mudar os sussurros dos gemidos do seu compasso ...
E no meio do salão da vida, ele me olhou como um anjo que não é santo e me disse que seu nome era Tango!

Inserida por AnaTerezaATAB

Quero cuidar de ti
acariciar-te
falar palavras que transbordem carinho
que anunciem o amor.
Dizer eu te amo
admirar tua beleza exterior
e venerar o belo que ha dentro de ti
fazer-te feliz.
Ah, como eu desejo
ardente e genuinamente
ser teu porto seguro
tua forteza, quiza algo mais profundo.
Fazer-te pensar
calar-me com o teu silencio
conhecermos as fraquezas
enfrentarmos os medos.
Por tamanha veracidade que reside
em minhas confissoes intimas
escrevo com o reflexo da minh`alma
que nao posso tornar realidade
meus sentimentos subjacentes a ti,
antes de fazer isso tudo por mim
enamorar-me por quem eu sou
valorizar-me quanto ao que sinto
escrever o comeco de uma felicidade
o comeco de um verdadeiro romance
sendo eu, a protagonista
a figurinista
a escritora.
So depois estarei livre
sem resquicios de carencias
para entregar-me inteiramente.

Inserida por BenniBenvenuti

Me apaixonei por um olhar,sem palavra alguma pra falar,apenas um olhar,quase sem intenção alguma,no meio do caminho aquele olhar se transformou em oito olhares,conheci cada um deles.
Ah, vi tão natural,feliz,aquele que todos conhecem,vi apaixonado(o mais raro deles),caçando, desafiando o perigo,os sentimentos,ah te vi tão frio,nunca vou esquecer, olhar nº 5 (o pior de todos) o que machuca, te vi triste,um menino precisando de colo,te vi tenso,culpa talvez,arrependimento, não sei,não tive tempo para definí-lo ao certo e vi também a raiva queimando neles...
Oito olhares que um dia amei demais...( Vida Única)

Inserida por VIDAUNICA

Falar de Deus é fácil! Difícil é servi-lo...

Falar de seu amor é fácil! Difícil é amá-lo...

Falar de sua palavra é fácil! Difícil é praticá-la...

Falar da sua sã doutrina é fácil! Difícil é segui-la...

Falar por falar é muito fácil... Difícil é viver o que se fala...

Está achando difícil ser cristão? Com humildade fica mais fácil...

Inserida por alexandreleiteccb

A falta de amor das pessoas e muito grande o cinismo maior ainda na boa hoje em dia falar TE AMO e muito clichê virou um habito a pessoa fica umas 05 vezes e já fala q ta amando isso pq mal conhece a outra pessoa, e espantoso como as pessoas ama facilmente e também esquece facilmente. Sempre quis entender o que e amor claro de mulher pra homem aquele com finais felizes, penso eu que se tem final não e feliz se acabou não era amor. Príncipes e princesas, somente nos contos de fadas.Se nasce sapo morre sapo.
Antes de dizer que ama alguém procure o amor próprio pq esse sim será o melhor amor que pode sentir . Eu particularmente estou aprendendo e o faz um bem nadado viu. Aprenda com seu erros, cresça com seus tombos .A vida e assim tudo passa tudo acaba, so não acaba o aprendizado que se tem no decorrer dela.

Inserida por beelmuniz

Me deixa falar tudo que quero,
não me deixe triste,
tanto tempo quis encontrar um amor
se encontrei não sei,
mais encontrei alguém pra aliviar a dor.
Minha sinceridade me conforta
outras vezes perco o chão!
Quantas vezes vou precisar errar pra aprender?
Inconstante, Conflitante, Desinteressante ilusão!
Vivendo num verdadeiro dilema,
sim! Vivi o suficiente pra saber que ainda não sei de nada,
as mesmas pessoas que te ajudam, podem te derrubar!
ah, sei lá!
Me deixa falar o que penso de uma forma feliz,
não me preocupando com censura ou até mesmo julgo
quero apenas entender um pouco mais sobre mim mesmo!
Não sendo absurdo dizer q me entristeço facilmente
ou que talvez, simplesmente a vida me ofereça um mal momento.
Quem dera ter tudo q desejo
Não seria feliz!
Minhas conquistas suadas dão forças pra continuar
todos passam por uma fase ruim na vida
uns saem outras ficam,
mais eh a atitude q diferencia o seu potencial!
penso no passado, lembro que já vive bons momentos!
Que nostalgia, que euforia,
meus amores meus temores!
coisas tão próximas me impulsionam a viver para acreditar no impossível.
As coisas nem sempre são reais,
tracei planos e não os segui
que pena! até hoje sou sonhador,
tento ajudar as pessoas, algumas até consigo
porém a auto-ajuda é sempre tão incerta! hum! é difícil responder...
as coisas estão incertas,
duvidas sempre existiram
Construirmos o próprio muro de nos separa.
inconsequentemente rotulos fazem parte desse dilema
onde tudo é passageiro,
a fama, a glória, os desejos
são tantos os apelos
os enterros.
Me diz, se vale a pena não ser feliz?
planos incompletos...
onde estamos? Ao invés de ouvir
tapamos o ouvido,
para não ouvir os lamentos do silêncio.
Um dia estaremos perto
mais não o bastante pra um abraço apertado.
Ah! deixa eu falar o que quero, não me leve tão a sério,
deixei eu escrever sobre um amor!

Inserida por MessiasJr

Posso parecer jovem demais para falar sobre amor, só que estou aqui para escrever coisas que eu aprendi, com o ele, sobre o ele e coisas que ele me fez aprender sem querer. Uma dessas lições é que o este sentimento literalmente não escolhe idade para chegar de verdade.
Sempre sonhei com histórias de românticas, desde pequena. Por isso nunca disse não pra nenhuma forma de afeto, feminina ou masculina. Infelizmente fui feita para sofrer por homens, meus relacionamentos com mulheres sempre foram bons, mas sempre as deixei por homens, por histórias com eles.
Todos os meus amores foram mais velhos, nunca me encantei por alguém da mesma idade que eu de forma que pudesse falar que era amor, senti atração, gostei do papo ou da personalidade mas nunca os amei.
Ouvi uma vez que amor é só um vez, mas quando a gente está gostando muito de uma pessoa começamos a acreditar que é amor.
Já me apaixonei por homens casados e por caras que namoravam, já fui amante deles e mesmo sem querer estar no lugar de suas mulheres, gostava de estar com eles.
Eu já fiz e tive histórias que hoje eu sinto vergonha, saudade, ódio, graça, tristeza, felicidade, repulsa e o pior... Orgulho!
Senti orgulho por me apaixonar por um canalha, dos melhores. Saudade senti de um amor a distância, mesmo não correspondido. Já senti vergonha de fazer de tudo por outro, mesmo sabendo que ele só me usava. Já senti ódio de me apaixonar por dois ao mesmo tempo. Já me apaixonei pelas risadas, piadas e caretas de um qualquer. Me apaixonei e nessa paixão só sofri e gostava mesmo assim. Senti repulsa em todos eles por ter achado que era amor. Todas as vezes jurei que eram os homens de minha vida. Mesmo chorando todas as noites, ao ver eles eu sorria.
Quis fugir com cada um deles, mas nunca pensei em me casar, em ter filhos, em ter uma família. Estranho não é?
Me apaixonei por 2 horas, 8 dias, 1 semana, 6 meses, 1 ano, 4 anos... Então eu conheci ele...
No começo achei que seria como todos os meus outros inúmeros amores. Achei que ele faria comigo o que fizeram tantas vezes. Achei que ele seria como todos os outros, mas não.
Ele foi o primeiro a me fazer pensar em um "para sempre", pensar em filhos, em casamento, em família. Foi o primeiro a me amar e a lutar por mim. Foi o primeiro que não me fez ter que imaginar motivos pra amá-lo, ele simplesmente era todo o motivo.
Ele sorrio pra mim e me perguntou onde eu morava. Me fez sentir pela primeira vez amor sem perceber. Eu já não queria gostar de mais ninguém quando ele surgiu na minha vida. Quando ele me descobriu. E quando eu descobri que o amava, era tarde demais. Mas eu fiz por ele e pelo nosso amor a mesma coisa que ele fez, fui atrás.
Ele mexeu comigo, me mudo, me viciou nele. O problema é que eu amei ele bem mais que á mim. Fiz dele parte da minha vida, minha vida, meu sangue e meu coração.
Eu faço por ele o que ele me permite fazer. E ele faz por mim e comigo tudo o que ele quer. Eu deixo e deixaria de novo.

Inserida por AmandaBissi

Não posso mais ouvir em silêncio.
Preciso falar ...sou metade agonia,
metade esperança que partiu minha alma

Quero a loucura da saudade, do amor .....
no silêncio das madrugadas quando.....
o cheiro do orvalho mata-me de desejo...

Quase sufoca-me no silencio do quarto.....
quero ouvir o barulho das nossas almas...
para matar esta agonia e desilusões....

Eu sei que dentro do meu silêncio.....
corre um rio de pensamentos e as minhas...
águas ficam mais claras ao encontrar as tuas.

Tu és um raio de sol, nos dias escuros...
uma ave rara que enfeita o meu céu azul...
és alma, coração, poema, ternura e dedicação...!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

Jamais espere um oi pra falar um "tudo bem"
Nunca espere estar mal, para então perceber o quanto é valioso a pessoa que esta ao seu lado.
Valorize tudo o que puder cada qual no seu tempo de duração, mais tente não ser tão apegado às coisas, pois algo simples pode se tornar motivo de recordação...

Inserida por Patty1

Estou cansada de me escutar
só de você sei falar,
só em você consigo pensar...
só você consigo enxergar.

Já decorei os seus gestos,
decifrei cada olhar seu,
li seu coração...
sei quando é razão... quando é emoção.

Eu sou eu mesma afinal?
Ou minha história com a sua se confunde...
e se funde?
O que há em mim de original?

Inserida por RosangelaCalza

Amanhã, será um novo dia.....
um novo dia para amar....
para falar, escrever sobre....
os pensamentos e desejos ..

Amanhã, será um novo dia....
um novo dia para a paixão....
realçar no coração, no olhar....

Amanhã, será mais um dia....
que chorarás, sorrirás e amarás....
amanhã, será um novo dia.!!!!

Inserida por IsabelMoraisRibeiro

ESSE TEMPO QUE NÃO PÁRA
Estranho pensar e falar sobre o tempo, às vezes parece passar muito rápido, outras vezes parece que não passa. Mas ele está do mesmo jeito, mesmo ritmo, exatamente igual, o que mudou na verdade foi você e eu e a nossa maneira de vê esse senhor chamado tempo. Hoje você fala que sente que ELE não passou, Vive repetindo: _ parece que foi ontem, e se espanta quando percebe que passou sim, mas percebe aos poucos...
Sabe aquele amigo, vocês estavam sempre juntos, sabiam tudo um do outro, nunca lhes faltava assunto, agora não existe tantas coisas incomuns e o silêncio causa desconforto, os colegas de um passado próximo já se tornaram estranhos e você percebe que esse tal Tempo tem agido de forma discreta, mas está deixando suas marcas.
E vê seus amigos ganhando novos amigos, se tornando pais, se casando, se separando, enlouquecendo, enriquecendo, não fazendo nada, perdendo tudo e mudando um pouco a cada dia. E vê que você também ganhou, perdeu, aprendeu, mudou, mudou novamente e tem medo de mais mudanças e tem medo também de continuar igual.
E no fundo você sente falta de quando não se importava com tempo, foi bom! Mas também passou e hoje a cada preocupação e cada minuto bem gasto você se orgulha, você se sente bem quando chega o fim do dia e você conseguiu é isso VENCEU mais uma vez..
E vai percebendo que apesar de acreditar que o tempo é seu inimigo, ele é fundamental e é você que decide se ele será o mocinho ou o vilão nessa nova fase que já começou .

Inserida por GessicaSabrina

Em algumas linhas
Vou tentar te falar,
Tudo aquilo que simplesmente,
Meu coração não sabe explicar.

Com um pequeno gesto,
Meu coração pula de alegria,
Poderia até trocar tudo,
Só pra ter sua companhia.

Em você não paro de pensar,
Não sei se isso está sendo em vão,
Espero que algum dia,
Eu possa ocupar seu coração.

Todo dia meu amor por você aumenta,
Tomara que você consiga entender,
Que desse mundo inteiro
Eu só quero você.

Algo inevitável? Te amar
Algo impossível? Te esquecer
Um sonho? Você
Um pedido? Te ter.

Um dos meus sonhos agora é,
Dividir contigo o mesmo lar,
Te amo para viver,
Pois só vivo pra te amar.

Inserida por AlinePereiraJP

Hoje vim falar um pouco do destino e como ele brinca com a gente, tudo começou em 30 de setembro de 2011 foi quando eu "conheci" uma pessoa q mudou minha vida, uma pessoa q chegou de mansinho com vergonha ate de falar kk e com o tempo foi se tornando a pessoa mais importante para mim, mas esse mesmo tempo junto com os planos do destino te tiraram de mim e até hoje eu não sei o "porque",o triste e te ver e não poder te tocar, te ver e te ignorar enquanto a vontade é outra, sinto falta de deitar no seu colo e ver o futuro de ficar imaginando tudo até do júnior assim como vc o chamava kkk sinto falta também da sua rizada engraçada kk e do seu sorriso, lembra q foi uma das primeiras coisas q falei q era lindo em você? Mas tudo acabou e você continua bem talvez até melhor do que antes, mas quero te agradecer pelos 2 anos e te dizer q se esses 2 anos foram mentiras, foram a melhor mentira q já me pregaram, Valeu por tudo minha lindinha kk
hoje nem foi um pensamento, mas sim um desabafo q posso servir de inspiração pra outras pessoas fazerem o seu e também serve pra mostrar q vc deve deixar a pessoa sempre ciente de seus sentimentos antes q seja tarde eu sempre deixei e mesmo longe hoje essa pessoa sabe q tudo foi verdadeiro, o que deixa triste é saber q os momentos bons não vão mais se repetir!

Inserida por cassianosa

Não raramente ouvimos as pessoas falar, ou até mesmo nós mesmos falamos, quando nos acontece algo, seja bom ou ruim, que foi por acaso, que estava no lugar certo na hora certa, ou no lugar errado na hora errada. Mas quer saber, na verdade, percebi que não é bem isso... As coisas acontecem devido a um ou mais acontecimentos ou decisões nossas, que na maioria das vezes parecem nem fazer tanta diferença, mas fazem. É como dizem, e é verdade, são os pequenos detalhes que fazem as grandes diferenças. Ou, também outra verdade, não tropeçamos nas rochas, porque a vemos de longe, tropeçamos é nas pedras pequenas.
Portanto, acredite, não existe sorte nem azar, apenas consequências. E nada acontece por acaso.

Inserida por FredsonCM

✿•¨•ઇઉ•¨`•✿
Falar de amor qualquer um fala, mas não é transformar palavras em mera poesia sem sentimento.
Também não é por se falar de amor que estamos perdidamente apaixonados.
Pois quando se compreende a dimensão desse sentimento avassalador, tudo na nossa vida flui com mais naturalidade.
Deixe-se amar, pois somos frutos do maior e melhor sentimento que um ser humano possa sentir e vivenciar.
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________________________ Paulo Ursaia

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