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"Vem, esquece do mundo e foge comigo. Prometo que te levo em um daqueles meus lugares favoritos te faço sorrir e ouço as tuas bobagens. Te pego na mão me prendendo em teus dedos e te fazendo girar enquanto admiro. Ouço também teus medos e se preciso te dou minha coragem. Só vem, me abraça forte enquanto caminha do meu lado e diz que vai ficar tudo bem, diz que vai pra onde eu for, sem mas."
Quando
ouço a sua voz...
Meu corpo muda.
Minha respiração
fica intensa...
Meus olhos sorriem...
e minha voz se amacia.
Quando você me liga...
Me enche de felicidade,
que eu me transbordo.
Basta isso!
Para que eu me sinta feliz.
Rua Saudades
Na rua de nome Saudades,
passeio bem devagar.
Sento-me em praças,
revejo lugares, realidades
de mim.
Ouço coisas, vozes, passos.
Quando para trás olho uma
das ruas viravas, quase que
te revi.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
Patrono- Armando Caaraüra- Presidente
Dentro da minha louca e intensa vontade, ouço um chamado que não consigo identificar. Talvez, seja o teu, talvez, de um ser inabitável ou talvez, imaginações.
Ouço a sua voz e ela me chama repleta de você. Pois os seus momentos são os meus momentos. Por mais que o tempo tente nos afastar, a brisa do amor traz tudo o que fomos e tudo o que ainda podemos ser. E é você que amanhece afastando toda escuridão da noite, me presenteando com a luz da sua presença. Nada além me ilumina mais do que estar você em mim.
O que ouço falar, tudo passa.
Passa a tempestade.
A maré cessa.
A alegria é uma iguaria.
Desejaria todo dia.
Porém também passa.
Olhando para os cabelos.
Para nostalgia da mocidade.
A felicidade que vibra como magia.
Desejaria todo dia.
Mas também passa.
As oportunidades.
Mesmo que tardia pode ser criada.
Os desencontros, uma vez lamentado.
Novos amigos, mais que adaptados.
Minha vida vitoriosa, cheia de honras gloriosas.
Desejaria a permanência comemorando todo dia.
Quando vem o caixão, o que importa é a salvação, o resto é ilusão.
A eternidade não passa, mas é dúvida para muitos.
Mas a briga terrena.
Entre castelos e arenas.
Reis e plebeus.
Aparo em um Deus.
Pois o resto passa.
Giovane Silva Santos
No sussurro da noite
No raiar do dia
Peço silêncio
Ouço o grilo cantar.
Inseto, devorador das mentes frágeis,
Manipulador de serpentes
Que semeiam devaneios suspiros e delírios ...
Vejo vultos , Ouço vozes
Tenores a cantarolar, cantas e espantas todos os males
Tua arte é cantar
Que bom se fosse eterno!
Vê-lo partir, dilacerou meu coração, que de emoção
Sangra como o novilho no abatedouro, pingos, gotas sagradas, vinho santo! Criancisse...ócio do ofício fadas a bailar
Ver- te sendo abatido
O teu último bramido ouvi, ouvi e ouvi... teu derradeiro cri cri, o meu ensejo, o teu cantar.
070624