Tag online
Você é capaz de coisas incríveis e que ainda não descobriu, porque não tentou o número de vezes suficiente pra atingir a vitória do que você é capaz.
Quer um funil de vendas eficaz para conversões no seu negócio? Entre propositalmente no funil de vendas de sua concorrência e estude as estratégias que mais provocam a sua própria vontade de comprar.
Houve um tempo em que um dia tinha a velocidade de apenas 24 horas. Hoje, a vida é online e o tempo... Que tempo?
É tao ruim quando a pessoa que vc gosta esta online, e a pessoa que vc acha que ela gosta tbm esta online.
Ai vc manda mensagem para as duas e nenhuma delas responde, ai vc pensa é elas estão conversando...
Depois as duas saem e vc se sente a pior pessoa do mundo
Compras na Internet: mais barato, mais informações sobre o produto, mais de 7 dias perguntando o porteiro se já chegou.
Nuvem! Isso mesmo: NUVEM! Ainda temos alguns gargalos, mas tudo irá rodar em nuvem daqui alguns anos.
Seu cliente não quer implantar tecnologia? Quer sim, ele só não sabe disso ainda. É sério! Agora até meu pai usa a Internet.
Quando brigamos olho seu status no whatsapp de minuto em minuto, e quando vejo que você está online, fico olhando a tela do celular por um bom tempo. Pode me chamar de louco, mas ao fazer isso me sinto bem mais perto de você. O online me traz paz, pois sei que nesse momento você está com o celular na mão e sabendo disso me sinto frente a frente com você. Imagino a gente apenas se olhando sem que ninguém precise falar nada.
O que separa os meninos dos Homens, as meninas das mulheres nos negócios e na vida, é a coragem de SE PLANEJAR rumo ao grande objetivo que quer atingir, e não só isso; EXECUTAR COM PACIÊNCIA tudo o que tem que ser feito pra atingir o objetivo, e ainda, aprender com os erros
da própria execução, para melhorias contínuas!
A internet te dá a chance de ser imortal, um legado digital com memórias e experiências registradas no computador ao longo da sua vida.
Helen Palmer - uma Sombra de Clarice Lispector (PREFÁCIO)
Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977 – dez e meia da manhã. Quando – em decorrência de um câncer e apenas um dia antes de completar o seu quinquagésimo sétimo aniversário – a prodigiosa escritora Clarice Lispector partia do transitório universo dos humanos, para perpetuar sua existência através das preciosas letras que transbordavam da sua complexa alma feminina, os inúmeros apreciadores daquela intrépida força de natureza sensível e pulsante ficavam órfãos das suas epifânicas palavras, enquanto o mundo literário, embora enriquecido pelos imorredouros legados que permaneceriam em seus contos, crônicas e romances, ficaria incompleto por não mais partilhar – nem mesmo através das obras póstumas – das histórias inéditas que desvaneciam junto com ela.
Entretanto, tempos depois da sua morte, inúmeras polêmicas concernentes a sua vida privada vieram ao conhecimento público. Sobretudo, após ter sido inaugurado o Arquivo Clarice Lispector do Museu de Literatura Brasileira da Fundação Casa de Rui Barbosa (FCRB) – constituído por diversos documentos pessoais da escritora – doados por um de seus filhos. E diante de correspondências trocadas com amigos e parentes, trechos rabiscados de produções literárias, e algumas declarações escritas sobre fatos e acontecimentos, a confirmação de que entre agosto de 1959 a fevereiro de 1961, era ela quem assinava uma coluna no jornal Correio da Manhã sob o pseudônimo de Helen Palmer.
Decerto aquilo não seria um dos seus maiores segredos. Aliás, nem era algo tão ignoto assim. Muitos – principalmente os mais próximos – sabiam até mesmo que, no período de maio a outubro de 1952, a convite do cronista Rubem Braga ela havia usado a identidade falsa de Tereza Quadros para assinar uma coluna no tabloide Comício. Assim como já se conscientizavam também, que a partir de abril de 1960, a coluna intitulada Só para Mulheres, do Diário da Noite, era escrita por ela como Ghost writer da modelo e atriz Ilka Soares. Mas, indubitavelmente, Clarice guardava algo bem mais adiante do que o seu lirismo introspectivo. Algo que fugiria da interpretação dos seus textos herméticos, e da revelação de seus pseudos. Um mistério que a própria lógica desconheceria. Um enigma que persistiria afora dos seus oblíquos olhos melancólicos.
Dizem, inclusive, que em agosto de 1975, ela somente aceitou participar do Primeiro Congresso Mundial de Bruxaria – em Bogotá, Colômbia – porque já estava convencida de que aquela cíclica capacidade de renovação que lhe acompanhava, viria de um poder supremo ao seu domínio e bem mais intricado que os seus conflitos religiosos. Talvez seja mesmo verdade. Talvez não. Quem sabe descobriríamos mais a respeito, se nessa mesma ocasião, sob o pretexto de súbito um mal-estar ela não tivesse, inexplicavelmente, desistido de ler o verdadeiro texto sobre magia que havia preparado cuidadosamente para o instante da sua apresentação.
Em deferência aos costumes judaicos quanto ao Shabat, Clarice só pode ser sepultada no dia 11, domingo. Sabe-se hoje que o seu corpo repousa no túmulo 123 da fila G do Cemitério Comunal Israelita no bairro do Caju, Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro. Coincidentemente, próximo ao local onde a sua personagem Macabéa gastava as horas vagas. No entanto, como quase todos os extraordinários que fazem da vida um passeio de aprendizado, deduz-se que Clarice tenha mesmo levado consigo uma fração de ensinamentos irreveláveis. Certamente, os casos mais obscuros, tais como os episódios mais sigilosos, partiram pegados ao seu acervo incriado, e sem dúvida alguma, muita coisa envolta às suas sombras não seriam confidenciadas. Como por exemplo, o verdadeiro motivo que lhe inspirou a adotar um daqueles pseudônimos (...)
Barroqueira do Agreste – Bahia
(Fevereiro de 1934)
A grande distância da realidade dos centros urbanos, longe de qualquer vestígio de progresso e imensamente afastada de tudo aquilo que poderia ser compreendido como civilização, Lea Leopoldina era mais uma pobre cambembe emprenhada, prestes a parir mais um predestinado sertanejo azarento. À sua volta, pouquíssima história para ser contada e nenhum tipo de adornos para enfeitar o seu xexelento pardieiro de barro batido: três cuias de água salobra, brotos de palmas estorricadas e um saco de farinha de mandioca dividiam o apertado espaço na mesa de madeira crua com sabão de sapomina, folhas de macambira e um desusado pilão emborcado numa arredondada bacineta de pedra, guardando ainda as raspas das rapaduras trazidas pelos mascates dos canaviais das circunvizinhanças.
Acima dos caibros e das varas que faziam a parede engradada de taipa, o maljeitoso telhado de ripas, com uma tira grossa de embira amarrada ao centro da cumeeira, segurava num só laço de nó um leocádio apagado bem na direção do velho fogão de lenha. E presa na memória dos seus parcos pertences espalhados naqueles quatro cantos de extrema vileza, a triste lembrança de seu companheiro: Nestor a tivera abandonado, inexplicavelmente, após tomar conhecimento da sua inesperada gravidez.
Do lado de fora, onde fumaça manava em vez de flores e onde nada germinava pelas estreitas fendas cravadas na superfície do chão estéril, pouca coisa sobrevivia da crueldade de uma duradoura estiagem. Rodeados por xiquexiques, quipás, seixos, pederneiras, juazeiros e mandacarus, formigas, besouros, calangos e lagartos escondiam-se num devastado matagal pálido e amortecido. Ao redor deles, pedregosas areias de rios secos, cisternas vazias, lavouras abolidas e ossos de animais mortos eram sobrevoados por outros tantos insetos invictos e descorados.
Caia mais um fim de tarde e o céu avermelhava-se por inteiro, levando consigo as minguadas sombras dos resistentes pés de umbu, jataí e jericó. Parecia mais um entardecer inexpressivo – como todos os outros marasmados e silentes daquele lugarejo fosco – não fossem aquelas repentinas vozes cantarolando mais alto que os cadenciados apitos das cigarras entocadas nos calhaus dos roçados e trauteando mais modestas que os finos gorjeios dos cinzentos pássaros que voavam rumo ao infindo horizonte de mato desbotado: "Nós somos as parteiras tradicionais que em grupo vamos trabalhar! Todas juntas sempre unidas, muitas vidas vamos salvar..." (Helen Palmer - Uma Sombra de Clarice Lispector (Capítulo 3).
Psicólogo Online, terapia. O ideal é o encontro presencial, há um calor humano importante para a relação terapeuta-terapeutizando. Contudo, mesmo online, vejo melhoras em quem eu atendo, funciona! Psicoterapia que dá certo.
Psicólogo Online dá certo. Pode não ser o ideal, o encontro virtual não tem o calor humano do presencial, mas funciona!
No encontro presencial, o psicólogo vê também a ‘linguagem corporal’.
Mas é compreensível a comodidade da consulta por vídeo, sobretudo agora que o terapeutizando pode estar em qualquer lugar do mundo.
Beijos e/ou abraços.
TESTUMUNHO DE KAMANEIRA PRATA
" Aquela fase deixou em mim muitas magoas, perdi um amigo que até hoje ninguém sabe onde está, tristemente acredito que esteja morto. Alguns foram preso, outros foram obrigado a terminar os estudos antes do tempo previsto e outros foram obrigado a emigrar, felizmente graças a Deus, alguns hoje são excelentes pessoas que impõem respeito,chefes de família.
A caminhada a liberdade, deixar a vida da delinquência foi árdua mas hoje percebo e muitos de nós da Gang Kebra percebemos que a prática da delinquência não tem nenhum ganho. No principio pensas que é algo normal mas depois fica bem complicado pra-ti e para sua família, falo por experiência própria, sente na pele o impacto da delinquência, realmente não fui uma boa pessoa naquela era mas tive que encontrar uma forma de mudar, se ocupar, mudar a linhagem de pensamento e construir sua vida
Não adianta persistir nesta vida, porque nem todos têm o mesmo destino, a cadeia, a morte espera quem alinha nesta vida. Que a mesma mão de Deus que me resgatou, resgaste jovens do nosso bairro que ainda primam em andar nestes caminhos.
Em função de tudo que vivemos sobre a Delinquência juvenil, quero deixar bem claro que perdemos muito tempo com isso, foi uma fase desagradável mas que deu para aprender muito com os erros cometidos. Em suma aconselho os mais novos e não só, que devemos praticar apenas o bem, até porque fazer bem só faz bem, precisamos estar mais conectados para juntos vendermos uma imagem mais saudável da Kamaniñga.
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