Tag ofensa
Cale quando o ímpeto colocar palavras ligeiras em sua boca. Mas fácil é calar do que desfazer a ofensa.
Por maior que seja a vontade de responder uma ofensa não responda. Fatalmente ao responder você se iguala senão no verbo, mas certamente na moral.
Ignorar ou subestimar o diabo não o ofende; pelo contrário, abre espaço para sua ação sorrateira e sem restrições na vida de muitas pessoas.
A gravidade de uma ofensa aumenta ou diminui de acordo com o tamanho da estima que temos por quem nos ofendeu.
“Quando desejar menos, não tiver raiva, não pensar que as atitudes das pessoas a ofendem e a magoam, a pessoa se dobrará e se fortalecerá.”
A ofensa magoa e dói demais! Palavras ditas sem pensar tem muita chance de problemas cujos motivos não valem a pena.
O melhor a se fazer
é curar sua ferida,
esquecer aquela ofensa
que ficou mal digerida.
O problema do rancor
é que ele causa dor
para a sua própria vida.
Quando te chamarem de tolo, antes de retrucar, veja se foi apenas uma ofensa ou, a oportunidade de comprovar o diagnóstico.
É difícil oferecer uma opinião, pois é vista como um disparo de uma arma e com a intenção de matar, quando apenas quer dar vida.
O problema não são os agentes de violência que sempre existiram e atingiam a todos, mas a forma fragilizada e ofensiva como a geração atual reage.
Não há nada que possa nos assustar, se negarmos o medo. Não há ofensa capaz de nos atingir, se não a aceitarmos. Não há palavras tão duras que possam resistir ao tempo, se até os melhores elogios são logo esquecidos.
Se alguém te ofende, não responda automaticamente, fique em silêncio por alguns instantes. Se responder automaticamente, será tão bruto quanto o ofendeu.
A palavra mais ofensiva do mundo: ESTUDE! O conselho mais ofensivo: Não seja um "ARROGANTE PROPRIETÁRIO DO SABER"! A maior humilhação: "Você não consegue!" A palavra mais amorosa: ESTUDE! Eu te amo! O conselho mais amoroso: Não seja um "ARROGANTE PROPRIETÁRIO DO SABER"! Eu te amo! A maior prova de amor: "Você não consegue desse jeito, mas conseguirá do SEU jeito!" Eu te amo!
"O homem valoroso quando erra pede perdão, mas o homem comum fica quieto e se afasta do ofendido".
Anderson Silva
Não há luz.
Há ausência. Sombreando meus desejos, tentando ensinar meu coração a aceitar que não há mais você.
Há uma pausa, um hiato; uma possível falta, a suposta ausência, talvez uma certa ofensa condensada no silêncio que tanto se faz perceber.
Atos falhos, omitidos, sem sentido.
Obrigo-me a pensar. Ponderar o sujeito oculto em orações.
As preces sussurradas para que eu volte a sentir você.
E de tanto pedir... você se foi.
Uma ausência hostil e ostensiva, que cria rumores e mal humores dentro de mim.
Revolto-me, inquieto fico.
Amanhece. Já não se pode ver as estrelas de teus olhos.
Busco em meio aos escombros e pedaços interiores alguma explicação.
Vasculho os retalhos do meu coração e não encontro nenhuma resposta.
Não há luz. Há somente a poeira imóvel de algo adormecido e estagnado.
Busco atento palavra tua, um verbo velado, um brilho longínquo, mesmo que opaco. Em vão, pois não há você.
Converso com o silêncio e faço dele meu amigo.
Travo discursos ferrenhos com a quietude.
Então, sozinho, tento embalar-me entre meus próprios braços.
E, enfim, descubro que não há resposta quando o silencio insiste em responder.
Se você se sentiu ofendido com a atitude de alguém, não sofra por antecipação, espere a oportunidade de esclarecer, pode ser que o ofensor não teve a intenção de te ofender e nem avalia o dano causado.
Nunca revide as agressões de um ofensor, porque farpas trocadas propagam feridas e não apagam cicatrizes
Se sua reação é imitar aquele que torra seus nervos com palavras de ofensa, então são duas pessoas de mesma carga negativa e inimigas da reconciliação.