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Não está escrito em lugar algum do mundo humano e civilizado que o velho tem que morrer para dar lugar para ao novo.Pelo contrário, esta transição só é justa e perfeita quando o mais antigos, mais experientes interagem com os mais novos, menos experientes em cada movimento desta natural passagem. Longe disto não podemos dizer que foi naturalmente feita.
A educação e a cultura devem ser caminhos para o perdão, renovação e o amor para que o futuro seja diferente.
Perco quando tenho um destino pré-concebido para seguir, quando me perco pelos caminhos, só ganho com as paisagens e as novas pessoas inusitadas, que aparecem do nada a minha frente. A vida sem script é muito melhor.
Cabe ao verdadeiro marchand buscar, promover, valorizar, resgatar novos e antigos artistas de qualidade que ficaram ou estão esquecidos pelo insólito mercado de arte. Longe disto, só ávidos comerciantes vendedores de quadros.
O tempo externo passa bem mais rápido do que se percebe por dentro, e de repente percebemos que os lugares que eram tão bons e agradáveis, mudaram de ambiente ou não existem mais. Os velhos amigos já se foram para outras dimensões, um lugar distante e levaram com eles grande parte de nossas mesmas conversas. Algumas antigas paisagens reformaram, e se não fossem pelos novos cantos dos netos dos velhos passarinhos, eu nem os reconhecia mais. Talvez por isto, eu tente guardar erros antigos com tanto carinho, em uma insensata memoria de reviver o tudo que um dia tanto foi e fazia todo o sentido, que o tempo sorrateiramente levou.
A única coisa nova que sei, é que não preciso ter aquela velha certeza fechada sobre tudo.
A única coisa nova que sei, é que não preciso ser aquela pessoa certa, amarga, calada e desconfiada sobre tudo.
Cabe a arte contemporânea e a tecnológica alcançar novos admiradores com interlocuções de todos os sentidos e os museus se adequarem.
Todo imbecil que adentra no mercado de arte brasileiro, em pouco tempo ganha uns trocados e se diz especialista de tudo.
A sociedade contemporânea passou a atender seus bárbaros desejos instantâneos. Todo arcabouço ético e moral ficou em conceito restrito a algumas ortodoxas religiões. A família sem ser a original, passa a ser um grupo que relativa as relações de cada membro a cada instante, um com os outros, pelos interesses de consumo e as trocas concebidas pelas animalidades, sexualidades e prazer.
No Brasil a densidade demográfica do nascimento ate os cinco anos de idade geograficamente são bem diferentes pelas diversidades de saúde, saneamento, cultura e educação mas a densidade demográfica dos brasileiros em todos os lugares nos últimos anos da vida são sempre muito semelhantes.
A vida é só isso.
É vida. É o que é.
Onde as flores não podem ser descartadas,
mesmo quando estão cansadas.
Mateus 9.17: Não se põe vinho novo em odres velhos; do contrário, rompem-se os odres, derrama-se o vinho, e os odres se perdem. Mas põe-se vinho novo em odres novos, e ambos se conservam. Não adianta orar por avivamento, não adianta jejuar por avivamento enquanto as estruturas (ODRES) forem velhas, obsoletas e desalinhadas com o céu. Se as estruturas que estão ai não mudarem, não se alinharem com o céu o vinho novo nunca vai ser derramado
'NOVOS SONHOS'
O tempo passa e quando olho para trás,
Vejo um temporal voraz .
O passado mostra abandono, mentiras,
Traições e falas mal ditas.
Vejo sonhos desfeitos;
Sei que não tem mais jeito
não me pertence mais.
Já não me interessa os sonhos desfeitos,
Pois foram tão imperfeitos
Pelo tanto que lutei, tanto que chorei,
Agora eu me cansei.
Hoje quero uma nova história vivenciar
Seguir a vida e novo caminho trilhar.
Tenho novos sonhos que irão se realizar
E dentro dos sonhos de Deus
que realize em minha vida
O que ele preparou
Para minha nova jornada
Uma nova caminhada
Sonhos com recheio de razão,
Direto com os pés no chão
e muito amor no coração !
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei-9.610/98
Tudo tem um tempo e em algumas situações, quando perdemos este tempo, não o recuperamos mais. Poderemos ter novos tempos, mas os perdidos, jamais!
Em todas as grandes crises há os que compram sapatos novos, os que ficam sem sapatos e os que já não tinham pés.