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Se Cristo e sua palavra através do Espirito Santo não for suficiente para te segurar na igreja nada mais será. Novidade nenhuma substituirá o sacrifício de Cristo.
07/08/2018
Bom dia anjo de amor,
É o dia que chega com suas novidades,
alguma não tão atraentes, porém convincentes.
Outras parecem distantes de nossas realidades palpáveis,
que emboram insistam em ficar, não despertam paixões.
Enfim, tem que garimpar para descobrir
qual delas escondem os próprios valores e significados brilhantes.
Quando a terra estiver fértil, plante!
A colheita é certa e a produção garantida.
Quando os sentimentos aflorarem, plante o amor!
Cuide e regue-o com carinho e dedicação,
O florescimento é certo e a maravilha de seus encantos se farão surgir.
Se o dia não trouxer as novidades que deseja,
seja a própria novidade que o dia deseja ter.
"Pois, o amor que floresce em seu interior é e sempre será novidade
a encantar e despertar corações
para todo novo dia em novidade e calor de amor"!
A gente nunca pode perder a esperança, resiliência e a vontade de viver sempre coisas novas, mas também nunca descer do palco sem antes receber o troféu daquilo que sempre sonhamos. Espere lá seu troféu de vencedor... as vezes demora mesmo, e quando já está chegando a hora de ganhar a vontade de desistir parece aumentar.
Não desista!
Herbert Fraguas
Crise de Criatividade: Ocasionalmente tenho a leve impressão de que por mais que eu tente criar algo novo (ainda que abstrato) tudo já parece feito, esgotado.
O amor na arte é estar aberto para o novo, as diferentes possibilidades de leitura, tangencia e vivencia do que existe ou nunca existirá por uma nova visão, criação e concepção.
As vezes a vida nos conduz, para situações que não esperávamos viver ou faz se desmoronar algo em nossas vidas que jamais imaginaríamos, e então num primeiro momento nos desesperamos, corremos, lutamos... mas de repente você entende que na verdade é necessário uma decisão, e a decisão não é sua, depende de outras pessoas e então nos entristecemos, sentimos o sabor da decepção e pensamos até que não vamos suportar...
...então te convido a olhar para sua situação e imaginar que a decisão das pessoas ou da pessoa foi a que você mais temia...
Agora olhe para frente, e imagine o mundo de possibilidades, imagine tudo de bom que você pode fazer de agora em diante, de como toda essa mudança radical pode te beneficiar. Viu?! tudo depende de nosso comportamento, ótica, formas de pensar... Decida por você, tudo de bom que poderá realizar, tudo de bom q poderá acontecer, tudo de bom, pois se você parar pra pensar, de ruim já foi, aconteceu. Seu momento é daqui para frente e não para trás, pense em que flor você vai plantar em seu novo jardim, nos amigos que você manterá por perto, nas pessoas que esteve ao seu lado nesse momento difícil e em tudo de novo que você quer de agora em diante, novas pessoas, novos círculos, novas viagens, viva focado nas possibilidades nunca no que já foi, pois se fosse bom permaneceria.
Não deixe que o tempo seja inimigo do seu relacionamento, aprenda a usa-lo ao seu favor, não se conforme, quebre o aquário cultural, rompa as barreiras. Com o passar do tempo o que era novo vai ficando velho, não deixe isso acontecer entre os dois, busque sempre encontrar novidade um no outro... é o novo que encanta.
ACONTECIMENTO INESPERADO
O inesperado bate na porta quase todos os dias. Vivemos por esperas. Esperas de acontecimentos e quando ele aparece sem dizer uma única palavra, nos pega desprevenidos. Porque isto acontece? Porque queremos tanto e não nos preparamos para tal. Vencemos batalhas, corremos riscos, lutamos com unhas e dentes, porém não para a chegada de um acontecimento inesperado.
Quem sabe a vida está nos testando? Quem sabe ela quer nos dizer que o tempo tem uma tática infalível. Quem sabe nada disto seja novidade? Já sabemos, porém não queremos entender para não sofrer. Quem sabe só vamos entender bem mais tarde. Talvez sim, talvez não. Ninguém está escape das dúvidas e das indecisões. Só passando vamos entender os acontecimentos inesperados da vida.
Algumas pessoas passam a vida inteira sem conseguir tomar muitas decisões, sem querer se comprometer, sempre com medo das consequências de tentar algo novo. É claro que essa própria postura é, em si, uma decisão. Sempre chegamos a algum lugar, por resultado do nosso esforço ou pela falta dele. Contudo, fazer algo novo é muito difícil.
"Amo a sensação de Lençóis novos,
Mais odeio trocá-los;
Talvez se fizesse sempre,
Não sentiria a diferença..”
"Metade do meu ser, sou eu.
A outra metade é o que eu gostaria que um dia eu fosse, ou melhor, é o que eu vejo em outros de bom, que de certo modo quero ter, possuir, ser. Não é inveja, apenas vontade. E, diga-se de passagem, é até um elogio às outras pessoas, pois há alguém que as admira.
Metade do que eu sou, é meu.
A outra metade é controlada, não por minha sanidade, conceitos, e princípios , mas por desejos, aqueles da carne. Desejos esses que me fazem errar, cair, sofrer, mas em contrapartida, me fazem ter em minha mente e coração as mais lisonjeiras, sublimes, e satisfatórias sensações e experiências.
Metade do meu ser, é errôneo.
A outra metade, esta tentando acertar.
Metade do meu ser, é o que querem que eu seja.
A outra metade, eu não posso contar, ou melhor, não saberia.
Metade do meu ser se preocupa com o próximo e se importa realmente de como estão, o que pensam e sentem.
A outra metade, fica cala e não segue ,muito menos se preocupa se está seguindo o politicamente correto.
Metade do meu ser, não sabe do que estou falando agora.
A outra metade, sabe e entende.
Metade do meu ser, se nega a aceitar a escrita deste texto.
A outra metade, anseia por isso.
Eu vivo em constante dúvida, presente divisão. Ou quero e não consigo, ou consigo, mas não quero.
Quero ser eu, mas faço o que esperam de mim. Não quero sofrer, mas escolho amar. E, infelizmente, essas são coisas que, em alguns casos, não podem estar juntas.”
"Estamos juntos, porém vivemos separados. Cada um em sua rotina, no seu mundinho fútil regado a escolhas banais. Compartilhamos a mesma morada, tendo sempre o mesmo lar de dormida, entretanto, cada um na sua individualidade, em seus ares alaridos, seus arroubos bauburdiosos. O grande problema do homem como um todo é dilapidar as coisas que jamais deveriam ser colocadas em segundo plano, engodando a quem merece as mais sutis e amorosas palavras, fugaz ilusão! Esses dândis são em grande maioria por natureza os piores fleumáticos, verdadeiros ignóbeis insensíveis ao sentimento alheio, à dor do outro, outro esse que cultivou por décadas a estabilidade de uma casa projetada pelo melhor arquiteto, dedicando sempre o melhor, mesmo que este fosse o pior de alguém.
A vida é um mar de surpresas, onde a desconhecemos a cada dia, mediante tantas mudanças repentinas; onde em um momento há a estabilidade de um rio, depois a irrupção de um oceano em fúria, vida essa que nos coloca nas mais cômicas situações e nos mais hilariantes pesares, permanecendo incólume e iludindo-os a ponto de confortar-se em sua inocente ignorância.
O colorido perde a cor, o divertido perde a graça, o adorável incomoda, e o belo dessa vez encalha!”
Ando me redescobrindo... Sempre gostei da segurança que dá fazer sempre o mesmo caminho, frequentar sempre a mesma padaria, procurar sempre aquela pessoa da qual eu já conheço o trabalho. Essas coisas repetidas que eu já descobrir e portanto me trazem mais segurança. Mas ultimamente ando mudando de rua, de padaria, de pessoas... e descobrindo o novo chego a pensar que estava envelhecendo junto com minhas velhas manias e perdendo a oportunidade de descobrir novos sabores, novos amores, nova vida.
Eros
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Eu queria compreender o sentido de se estar com alguém
Jaz que o passado não se revela tão bom
Marcas cravadas na alma, espinho que aos passos se cruzam
Uma vida cheia de cicatrizes, injustiças
Não vejo um sequer sinal de novo
O passado me visita, me invade, me possui
Eu aqui perdido neste caos que me propuseram
E eu que ingenuo, recebi
Distante, caminhei
E a cada longos passos não olhei para traz
Continuei, avante pequeno menino
Alguns calos, outros tombos
Disperso no chão não relutei em levantar
Pois estava comodo ali, entregue
Quem passa não sente,
Quem vê não entendi
Uma imagem ofuscada de uma civilização perdida
As margem uma fonte exaurida
Na lama perdeu-se o brilho
E o doce e delicado perfume
Um caos a caminhar sem rumo
A passos árduos e severos caminha ho menino
Pois que já homem entregue em sua indefinição
Relutante em se descobrir a olhos nu
Perdido no reflexo das sombras frias que o cerca
Descobre por meio das cicatrizes um desencanto
Mergulhado em seu poço, pois o mesmo não se faz mai moço
Em que tuas razões não se faz mais lucidas
Seu ser primitivo entregue sem forças a onde olhar
Numa terra distante não consegue repousar mais teus passos
Nem tua boca mais busca saciar-se de águas jaz vivas
A poeira do caos tem como leito
Pois sozinho não encontra a quem possa se correr
Um suspiro
Recai a consciência
Desfazer das muletas foi para ele um dos piores feitos
Um desastre incalculável,
Pois o desfez diante dos olhos que reluzem hipocrisia
Sabia ele da grande desgraça que veria, não relutou
Avante caminhou para seu desmanche
Pois uma terra que não se deixa preparar para um novo feito
jamais colherá suas belas fontes
Pobre e rico menino que ao se propor assim se fez brilhante
Lutando para ergui-se no novo
Descobridor de seu mundo se torna um louco
Pois não caminha perante os de sombras nos olhos
Ele adentra em passos livres para seu novo livre cântico
Não pertence a ninguém e ninguém o possuí
Não existe tempo senão passos novos
A dor de outrora foram doce percusso
Não sabe quem é nem o que é proposto
Apenas caminha, recria, desfaz tua nova canção
Ninguém o poderá impedir pois as formulas são suas
Ninguém detêm de suas plantas
Mas já moço não se dispersa em sempre recomeçar
teu mundo consciente és teu
E em cada mundo remonta seu percurso
Um novo suspiro, um silêncio
E a voz do seu interior te aquece
Pois sua autoridade se desvanece
Por si só se ergue
Haverá almo mais, mas, este desconhece
Não há fins felizes, apenas a certeza desfeita lhe basta
Pois desconhece-te a si mesmo
Caminha sobre "o futuro de uma ilusão"