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O povo democraticamente livre, exige melhoria das condições sociais para o seu Estado, mas, deve participar na definição de programas exequíveis, que visam alcançar o progresso sócio-econômico da NAÇÃO.
A maior divisa de um povo, está no reconhecimento pontual aos muitos guerrilheiros da Pátria, que sacrificaram as suas vidas em nome da salvaguarda da integridade da Nação e da sua Autonomia.
O pilar de nossa Constituição é: Igualdade de direito para todos!
A Justiça não pode ser injusta por aceitar defender o direito de
Quem pensando, que por ser diferente merece mais do que outros
Obrigar alguém a se calar por força da lei é ditatória da razão, por
Que ninguém pode ser proibido de pensar ou de sentir e de expressar a sua opinião, porque quem quer calar a boca dos outros, é porque tem a certeza de que não tem razão.
Que o governante haja assim (Sl 72). Cobrem-se obrigações aos políticos em vez de adorá-los. Deus não aprova adoração a homens! Feliz a nação cujo Deus é o Senhor. O foco está errado.
#monicacampello
Votar consciente é a interseção entre a esperança de um amanhã melhor e o pesar dos erros do passado, onde cada escolha carrega o peso de utopias despedaçadas e renovadas promessas, definindo não apenas quem liderará, mas quem seremos enquanto nação.
O Clube de Regatas do Flamengo não é apenas um time de futebol; é uma paixão que transcende as fronteiras do Rio de Janeiro e conquista corações ao redor do mundo. Com uma história rica e gloriosa, o Flamengo representa a fusão de talento, raça e um amor incondicional de sua imensa torcida.
Desde os tempos de Zico, o eterno ídolo que encantou multidões com sua habilidade e carisma, até os dias atuais, o Flamengo sempre carregou a chama da esperança e da vitória. Cada partida é uma celebração de cores e sons, onde o vermelho e o preto se misturam em uma dança vibrante nas arquibancadas.
A "Nação", como é carinhosamente chamada sua torcida, é o coração pulsante deste clube. Em cada canto, em cada lágrima de alegria ou tristeza, o Flamengo se torna uma parte vital da vida de milhões. Torcedores de todas as idades carregam a emoção de pertencer a algo grandioso, a algo que supera o simples ato de torcer.
As conquistas são muitas, mas o que realmente define o Flamengo é a capacidade de unir pessoas de diferentes origens em torno de um sentimento comum. É sentir o Maracanã tremer em um gol decisivo, é acreditar até o último minuto, é nunca desistir, porque ser Flamengo é acreditar que o impossível é apenas uma questão de tempo.
O Flamengo é mais do que um clube; é uma experiência de vida, uma história que continua a ser escrita com suor, lágrimas e uma paixão que jamais esmorece. É um amor que não conhece limites, que atravessa gerações e que continua a inspirar sonhos de grandeza e glória.
Ser Flamengo é carregar no peito o orgulho de uma nação inteira, é sentir-se parte de algo eterno e inabalável. E, acima de tudo, é saber que, não importa onde esteja, o Flamengo sempre será sua casa.
Piedade para a nação cujos homens são ovelhas
e cujos pastores são guias ruins.
Piedade para a nação cujos líderes são mentirosos
cujos sábios são silenciados.
Piedade para a nação que não levanta a sua voz
exceto para louvar os conquistadores
E aclamar os prepotentes como heróis
e que aspira a comandar o mundo
com a força e a tortura.
Piedade para a nação que não conhece
nenhuma outra língua se não a sua própria
nenhuma outra cultura a não ser a sua própria.
Piedade para a nação cujo fôlego é dinheiro
e que dorme o sono daqueles
com a barriga muito cheia.
Piedade para a nação - óh, piedade para os homens
que permitem que os próprios direitos sejam corroídos
e suas próprias liberdades levadas embora.
Minha Pátria, lágrimas de ti
doce terra de liberdade!
< "Piedade para a nação" foi escrita por Lawrence Ferlinghetti, na ocasião do cinquentenário da publicação de " On The Road " de Jack Kerouac, manifesto da Beat Generation, inspirando-se nos versos do poeta libanês Kahlil Gibran (..). Os versos que tanto comovem, não foram escritos por Pier Paolo Pasolini mas por Lawrence Ferlinghetti e extraordinariamente valorizados por Pasolini." >
<Traduzida por mim >
Mesmo sabendo ser necessário para vivermos melhor. A tolerância, amor, igualdade, equilíbrio, são argumentos utilizados como métodos de massificação de povos inteiros.
Chegamos a esse ponto da nossa história sobre liberdade e cultura. Chegamos ao auge da hipocrisia, onde a massa patriota defende os valores de uma democracia unilateral. Sem embasamento seu hino, repleto de injúrias, desrespeita as verdadeiras lutas já vencidas pela nação, algumas delas com dor e sangue. Soldadinhos de cera marchando em direção ao fogo, que indubitavelmente consideram pura luz. Eles levantam uma bandeira verde e amarela, parecida com a nossa, mas seu brandir dissimina desordem e clama por retrocesso. Será esse o nosso legado? Ser uma nação homogênea? Uma sociedade esquecida da sua honra? Um povo que assola os caminhos que deveria semear? Flagelos, sentinelas, abram os olhos antes que percam a própria terra.
Talvez a questão não seja uma vila que se reúne para lamentar uma perda e se arrepender de seus pecados por omissão, nem mesmo uma nação. Afinal, por todo o império, não há crianças deixadas para morrer em valas e sarjetas todas as noites do ano? É um mundo demasiadamente triste que está faminto demais para ver o milagre em cada criança comum.
Uma nação que não aprendeu o mínimo de solidariedade e respeito pela dignidade humana, é tudo, menos uma nação.
Quando o populismo se torna o corolário do fundamentalismo político é sinal de que o povo está a começar a acreditar na falsa ideia de que os políticos deixaram de servir os interesses da NAÇÃO.
O rancor dispensado à Nação não irá apagar o fogo vivo de um povo que trabalha arduamente para garantir o sagrado direito de ir e vir...