Tag luar
“Já imaginou, o brilho de um lindo luar, uma varanda florida, um casal de namorados apaixonados, sob a luz cândida de um lampião de gás. É o esplendor do romantismo.”
Vem voar comigo que a noite está calma
Quero ver a tua alma ao luar
Sozinhos distantes numa ilha deserta
Juntos vamos ver estrelas brilhar
Há muito tempo que procurava por ti
Já sentia que existias mas antes nunca te vi
Agora vale a pena viver
Fazes parte no meu sonho
Que todos os dias sonho sem adormecer
Gosto de estar bem com quem se sente
Vem, voa comigo que a noite está calma
Quero ver a tua alma ao luar
Sozinhos distantes numa ilha deserta
Tu e eu, o azul do céu e do mar
Uma estrela entre as árvores brilha,
Um luar entre as nuvens espia,
A noite me inspira.
Meu amor bem vindo,
De coração bem lindo,
Sufoca-me no calor infindo.
Esplendorosa lua
ao te ver enche meus olhos e coração...
faz bater com alegria e a certeza que vivo estou...
faz enxergar na sua luz o brilho em meu olhar...
faz me encher de esperanças...
faz me encher de prazer...
faz me encher de alegria...
Esplendorosa lua,
és mui bela e formosa...
és fonte de vida em sua luz que ofusca olhos que não sabem admirar...
foi desenhada para encantar...
foi desenhada para brilhar...
tudo ao te ver me faz relembrar...
tudo ao te ver me faz desejar...
tudo ao te ver me faz ter o anseios...
Esplendorosa lua me faz viajar...
me pego pensando em um sorriso...
me pego pensando em um olhar...
me pego pensando em uma forma...
me pego pensando em um estar...
me pego pensando...
pensando me pego...
Esplendorosa lua veio me encantar...
Ao emergir do fundo do oceano, se entregue a luz do luar, ao brilho das estrelas a intensa escuridão do anoitecer, mais lembre-se, que estarei aqui te observando
O perdão não existe de fato
O ato de perdoar não é humano
Insano é pensar em perdão pleno
Enceno perdoar, mas trago em mim
O fim, o motor, o trote, a morte...
Perdão pleno é para Santos
Com seus mantos, são tantos
E tão poucos... São loucos
Perdão é para Deuses!
Juventude e rebeldia são estados de espírito... Podem ser recuperados, se perdidos... E a qualquer tempo.
Qual espectro azul e fluorescente
Num lampejo de aurora fulgurante
Eis então este lorde triunfante
De centelhas de amores gloriosos
Sertaneios de galopes não ditosos
Num versejo de alhures ruminado
Cavalgando num martelo agalopado
Sendo simples com olhos de brilhante
Vira estrela meu confrade radiante!
Nos mistérios deste céu todo estrelado!
Sejas sempre moleque amalucado
Com rompantes de ode declamada
Sejas pétala de sonho amalgamada
E regalos de amores suntuosos
Num repente de riachos caudalosos
Sejas pedra por Bacco edificada!
Sinto falta da letra rabiscada
Num poema de lirismo qual infante
Num remoto, atual, rápido instante
Mais um brilho neste noite estrelada.
Verso lasso num compasso diamante
Desmantelo de cenário e nevoeiro
Sentimento de um rastro forasteiro
E a certeza do vazio já dominante
A presença me faz falta doravante
Desde o olho cruzado então primeiro
Tire este meu coração de tal asseiro
Antes que a tristeza nossa então me mate
Temo que não me socorras amigo vate...
Caso eu precise do teu paradeiro.
É o tempo um cavalo encantado
Que cavalga em rumo só de ida
E de noite e de dia ele convida
Com ponteiros de hora e de minuto
A voar que o tempo é diminuto...
Luar
Pela fresta da janela
Mostra-se imponente atraente
Só me aproximar
Logo vai se afastando
Evitando-me
Novamente
Olho de relance
Ali você está
Um jogo e tanto
Nesta noite silenciosa
Parece não ter fim
Eu e você
E um dilema
Lua desta noite
Na calada da noite me deparo com os som
um som família aquele que se chama vazio
Um vazio como um pote
Um vazio como o vento ecoando no ar
Na batida de um som
Mais um som que ezala amar em cada respirar em um luar
Super star...
Vou escrever lá no céu
A própria luz do luar,
Seu nome junto ao meu
No universo estrelar.
Por mais que me bate a saudade
Quando estiver distante, soa-me
O tanger do sino, quando passo,
Sempre errante.
Então olho para o céu ao universo
Estrelar, procuro seu nome e o meu,
Escrito a luz do luar, e então a vejo
Sorrindo nas estrelas a brilhar.
A canção aconchegante,
Da noite,
Lhe parecia delirante
Mas perante as dores
Soava num instante
E os clamores tão bravos por natureza,
Não passavam de louvores
Calmos, em uma era, e era ela
Que não estava ao seu lado
Parado, inconstante
Reflexivo e guiado
O garoto não sonhava mais.
Era acordado
Mas não era capaz
Talvez fosse o medo
Mas o medo jamais,
Superaria seu amor,
Por ela, que atrela
Seus desejos ao compor,
Suas lembranças e insignificâncias
Diárias, de uma rotina de passado
E em sua mente ele voava,
Não inspirado, mas acariciado
Pela brisa, feito sopro que plainava
Seus desejos e cansado
Ainda era ela que o chamava
"N'onde estás amor?"
Ouvia ao longe, aquela fala
O tom mais belo e sincero.
Que voz seria esta,
Se não dela e discreto
Ele chorava ao som, certo
De que o passado, estava ali
Seu coração tamborilava
Devia aceitar, tinha algo para cumprir.
Dormiu, foi em sonho.
Ela lhe sorriu a face rosada
E ele bisonho, tentou se aproximar
Cabelos ruivos bailaram em velada
No sorriso inocente, estava a clara
Sob a clareira, no clarão do luar.
Quando dois corpos tatuados de estrelas se encontram sob o luar, se dissolve nos sussurros a barreira intransponível do idioma.
Não pude de fato
Possui-la de encanto
Pois apenas praguejo
As entranhas de um medo infanto
Da sede me pus
De canto a olhar
O que talvez seria
Uma miragem do luar
Corri, corri
Para assim me saciar
Deparei-me com olhos sombrios
E caninos a me devorar
Mordi, mordi
Para me matar
O que me matava por dentro
Poder descansar
Foi então que vi
A linda feição se prostrar
De encanto me enchi
De ódio pus-me a chorar
Como pode, oh vida
O que é vivo tirar
A beleza que possui
Uma mulher neste luar.
Na Noite
A Lua
Iluminando
A Rua
Na Visão
Da Cidade
Longe da
Maldade
Ela
Gostou Assim
Paro
Olho
Sorriu
Para Mim
Que Sufoco
Mim Deixa
Louco
Morena
A Madrugada
É Linda e Tu Mais Ainda ...
Iluminado nessa noite de luar
Cumprindo o Sagrado Saber
Mas o povo não sabe amar
Quanto mais a obedecer
O Mestre falou
Ele ensina bem baixinho
A direção do caminho do amor
Iluminando meu caminho
A inveja e rebeldia
Ele quer acabar
Não se espante quando um dia
O castigo se manifestar
Ele castiga a quem ama
Endireita no bem querer
Agora nos chama
Para cumprir com nosso dever
Carrego uma imagem vossa
Nessa noite de luar
No mundo não há quem possa
O querer de Deus mudar
Vi vosso rosto na contemplação
No momento sagrado da miragem
Era a hora perfeita da miração
Do coração fazendo viagem
Estou me entregando
Carrego a Imagem do Deus Verdadeiro
Ele com seus olhos sempre observando
Eu entregando as dores aos pés do Cruzeiro.
Para sempre vos amar
A vós agradecer também
A semente que brotar
É daquele que nos quer bem!
Luar no Alasca...
ontem,
inquieto,
precisava arejar as ideias batidas,
dar uma fugida,
então dei um pulinho ali,
no Alasca,
lembrei de você e te trouxe uma pequena lembrança,
a lua estava por lá,
e não permanecia apenas bela,
é minha segurança e certeza de,
com ela,
reencontrar um tempo que assegura o ontem,
com o desejo de continuar para sempre...