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A obrigação que lhe incumbe é examinar de que modo, durante o tempo que viverá, poderá viver melhor.
Ciúmes não é questão de confiança, e sim medo. Medo de perder alguém, medo de ser trocado por alguém melhor, afinal é isso o que as pessoas fazem quando se cansam.
Se livros fossem bules e os textos fossem café, você logo perceberia que os cafés de alguns bules levam duas colheradas a mais de pó!
Por onde os meus olhos possam ver.
Eu te vejo, da varanda da casa escondida,
por detrás dos tijolos à vista.
Extirpa do campo de nossas almas a erva daninha da indisciplina e do orgulho,para que a simplicidade nos favoreça a renovação
Guardas ainda o mesmo olhar
Que trouxe a alegria suave e o gosto de paz
Tuas mãos alcançam sem esforço
O céu que fazes a cada movimento
Tua dança é encontro de fé e coragem
És ave que alcança além das vistas
Em Ti tudo é harmonia e luz
Se insistimos em focalizar o que não queremos, teremos mais disso. O primeiro passo para criar qualquer mudança é decidir o que você de fato quer, a fim de ter algo para o qual avançar. Quanto mais específico puder ser a respeito do que você quer, mais clareza terá, e mais poder vai dispor para alcançar o que quer mais depressa.
Nada neste mundo é base suficiente para termos uma vida significativa aqui. Se baseamos nossa vida no trabalho e nas realizações, no amor e prazeres ou no conhecimento e aprendizado, nosso viver se torna ansioso e frágil – pois as circunstâncias estão sempre ameaçando o próprio fundamento de nossa vida.
(...) minha tese é de que tenho mais chances de ler um livro que esteja aqui em casa do que outro que ficou na livraria
A vida é igual um livro. Só depois de ter lido é que sabemos o que encerra.
Um livro será apenas um instrumento ,ou a cura ,para salvar muitas vidas.Mas este mesmo livro de muitas línguas, não significará nada se sua interpretação for errada.
Necessitamos dos livros que nos afetam como um desastre, que nos afligem profundamente como a morte de alguém que amamos mais que a nós mesmos, como estar perdido sozinho num bosque, como um suicídio. Se o livro que lemos não nos desperta com um soco no estômago, para que lê-lo?
O LIVRO DA VIDA, O LIVRO DA NOSSA EXISTÊNCIA
Autora: Profª Lourdes Duarte
Cada dia a vida nos oferece uma página em branco no livro da nossa existência.
O nosso passado já está escrito e não pode corrigi-lo. Mas as páginas futuras, podemos escrever e mesmo errando, procurando acertar mais. Nas páginas amarelas do passado, podemos encontrar a nossa história, algumas com cores suaves, outras com cores escuras ou lindas recordações, sonhos realizados...
A vida é divinamente linda! Então o melhor a fazermos é agradecermos o presente, reconhecendo que é uma nova chance que Deus nos concede e que simplesmente não vale a pena deixar o coração acorrentado nas amarguras e tristezas.
Porque o essencial é ter paz. O essencial é ser feliz. Para isso devemos escrever capítulo por capítulo com bons e positivos conteúdo. Tudo depende de nós.
Nos capítulos passados, as páginas que gostaríamos de arrancar para sempre, não podemos, mas podemos tomar como lições e escrever capítulos bem melhores e felizes. Depende do nosso desejo de mudar e escrever novas páginas e que no futuro sejam belas recordações.
Na caminhada da vida, sempre há muitos desafios, surpresas, tristezas e alegrias. A vida é feita assim. Às vezes nos deparamos com situações que nos afligem, nos fazem sentir, e até mesmo chorar... Mais, por certo, a cada momento da vida, cada lágrima caída, cada sorriso dado, estará tudo anotado no diário de Deus, que é o livro da nossa existência. E pode ter certeza que em nenhum segundo, Ele esqueceu de anotar. Anotou nossas lutas, nossos choros, mais com um detalhe, ele não esqueceu de anotar o dia de nossa vitória!
Então, não desistamos de nossos projetos e sonhos, porque mesmo antes de eles serem projetados por nós, já foram projetado e anotado por Deus!
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Nunca é tarde para mudar o rumo e começar a escrever páginas de felicidade e paz no Livro da Vida, no livro da nossa existência. Agradeçamos a Deus pelo presente que nos é dado hoje e pela oportunidade de converter este dia em uma página bela do Livro da nossa existência.
(…) deixar um livro cheio de poemas que fiquem para sempre a comunicar com quem lhes pegue é como deixar uma voz amiga de toda a gente, pense no que é hoje ler o Camões e como aquilo ainda nos diz respeito, pense como será deixar por sua mão algo que também chegue ao povo, para que o povo conheça e se enterneça consigo e com o nosso tempo (…)
E eis o que vos digo: concentra-te, agora e sempre, em ti mesmo. Vê com atenção aquilo que tu estás a ser, a fazer e a ter a cada instante que passa e não o que está a acontecer com o outro.
Não é na acção do outro mas na forma como tu reages que encontrarás a salvação.
No Brasil, cultivamos o estranho hábito de analisar Música sem conhecer Bach, de discorrer sobre Filosofia sem ler Nietszche, de tratar do Capitalismo sem avaliar Marx, de preceituar Direito sem observar Celso Bandeira de Mello, de elucubrar sobre Educação sem estudar Paulo Freire, e, sobretudo, de discutir Política sem entender Orwell ou Galeano.
Logo, enquanto preferirmos a mídia aos livros, como fonte de informação, restaremos fadados ao analfabetismo político.