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A música é uma linguagem universal na qual podemos interpretar da maneira que nos convém. É o perfeito alinhamento dos sons da natureza metalizados pelo homem.

Inserida por DuarteJoao

Não uso muito linguagem culta,
mas dela um tanto eu sei,
quero que seja mais popular
a inspiração que versei

Não serei poeta erudita,
poeta será que sou?
apenas a minh'alma grita
e rabiscar logo vou...

Inserida por neusamarilda

Nosso corpo fala uma linguagem não-verbal, mas isso não significa que ele nunca nos disse algo. Nosso corpo fala a linguagem das emoções e nós sentimos isso nele. Pra entendermos melhor isso temos que fazer metáforas, como se cada membro do nosso corpo fossem "palavras", e quando juntamos essas "palavras" formamos "frases" e quando interpretamos estas, descobrimos, a sútil linguagem dos sentimentos

Inserida por BrunoMarcussi

A chegada da era moderna impulsionada pelas Revoluções Francesa e Industrial no séc. XIX, bem como a ascendência da vida urbana, mais rapidez nos deslocamentos e a mudança na quantificação do tempo para unidades métricas (uma forma de facilitar as relações comerciais, que antes se baseavam em trocas) trouxeram para os artistas um paradoxo que os acompanha até a contemporaneidade.
Até então as artes eram restritas em sua grande maioria ás obras religiosas e para nobreza, tratavam-se não de criações propriamente ditas, mas de atender pedidos dos seus clientes. Com a revolução burguesa, abriu- se um novo leque de potenciais compradores; agora quem pudesse pagar pelo trabalho artístico (basicamente burgueses e comerciantes) faziam a encomenda diretamente com os artistas.
Á cerne da questão está em, quem produzia arte agora é o que chamamos hoje de “freelancer”, à medida que não estavam mais exclusivamente atrelados aos antigos consumidores de seus trabalhos. Entretanto para vender-los precisavam agradar a clientela, temos o seguinte quadro: Artistas “livres” para produzir e vender para quem quer que seja (desde que tenha como lhe pagar), mas que precisam seguir parâmetros que o mercado e gosto popular indicam (geralmente bem inferior ao que os artistas consideram bons), a fim de se sustentarem financeiramente, uma tremenda contrariedade que circunda esses profissionais. Como trabalhar seu portfólio, sem perder a identidade que o levou a ser artista, que move suas inspirações e conseguir sustento econômico que lhe traga retorno satisfatório (vale lembrar que arquitetos, pintores, escultores etc, estudam consideravelmente para entregar um produto de alto nível).
Nesta linha tênue que todos os anos surgem novos profissionais da área de Artes Visuais e escritas cheios de energia e vontade de deixarem seus nomes eternizados no rol de memoráveis que o mundo já conheceu e acabam batendo de frente com um mercado que acaba cortando muitas assas e formatando-os na mesma fôrma, independentes do como chegaram até ali.
Contudo, o que por vezes faz com que surja um desses milhares que ande na contramão esta na possibilidade de “ascensão artística”, que faz com este se destaque dos demais e alcance “A luz no fim do túnel” para aqueles que não abrem mão da identidade artística que consiste em ultrapassar a barreira dos “reles mortal” dependentes de agradar os compradores e alcançarem o patamar de “lenda” que independente de outros fatores pode usar de toda sua inspiração para ficar marcado na história das artes, reverenciais como Oscar Niemeyer, Zara Hadid, Gaudí, Beethoven, Shakespeare chegaram a um nível que já não importava o conteúdo produzido, simplesmente por serem eles já é considerado marcante, claro que nas obras desses artistas, uma ou outra se fossem assinadas por algum recém formado não seria tão badaladas, a questão é independentemente da maneira que chegaram a este status, estão lá eternizados na memória e estudo da arte, com todo mérito que tem direito. Esta talvez seja a única saída para aqueles que não abrem mão de todo sentimento e identidade.
É inevitável viver essa contradição na vida de quem trabalha com arte, o que muda é a forma de encarar esta situação. Se adaptar ao mercado somente? Agarrar com todas as forças sua corrente artística até que o reconhecimento chegue (se chegar)? Tentar se equilibrar entre um e outro? A resposta está na mente de cada um dos que dia pós dia adentram no magnífico mundo das Artes.

Inserida por LucaSerafim

A segurança pública nas principais periferias das cidades brasileiras não precisa só de um maior e mais beligerante movimento para enfrentamento violento frente a criminalidade crescente. Existe sim a necessidade urgente de políticas públicas culturais de segurança, para as favelas e todas as áreas de baixa renda para erradicar por vez a nefasta marginalidade em meio de uma população vitima, refém, digna, honesta e operária. A máquina pública por si deve efetivar setoriais conselhos de moradores locais, dar voz a população local e retomar a qualquer custo a soberania e a tranquilidade constitucional local às famílias que vivem tradicionalmente há muito tempo nestas comunidades. Em segurança pública contemporânea, não existe mais na menor possibilidade de usar o fogo para combater o fogo. Hoje, combate-se o fogo com a água, e é assim que a cultura pode se esparramar de forma sutil, por meio de plataformas culturais locais não artificiais e nem alienígenas do próprio lugar. Em muito pouco tempo a cultura que é a nova meta linguagem do poder público, começará a ganhar força onde o poder público só vem perdendo ao longo dos anos, entre o espaço ambíguo e artificial provocado por suas equivocadas frentes sancionais de beligerâncias ardentes.

Inserida por RicardoBarradas

O animal não aprende nossas virtudes, se as tivermos, porém adquire nossos vícios.

O animal costuma compreender mais e melhor a nossa linguagem do que nós a deles.

Não se sabe por que os irracionais falam tão pouco, e os racionais tanto.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por Filigranas

Portugues deve ser a linguagem mais dificil do mundo, acho que nem o alfabeto arabe ou mandarim tenha tantos acentos desnecessarios.

Inserida por LonelyKnight

Muitas vezes nós somos códigos cifrados, explicações que nada explicam, somos uma linguagem desconhecida num mundo egoísta e desumano.

Inserida por neusamarilda

Pela forma como corre a carruagem, a palavra tem pressa de chegar! Dentro dela, princesa ou vassala, senhorio ou o próprio cocheiro: há pressa em dizer. Arrancar dos lábios a vírgula que ficou presa no olhar, as reticências incômodas acorrentadas na boca, os pontos de exclamação entupidos nas vias nasais, a verdade neurótica e possessa atormentada no peito-masmorra. Enfrenta o barro escorregadio, enfrenta as árvores contorcidas na estrada, os bichos peçonhentos dotados de curiosidade, os labirintos dos lodos, a chuva, salteadores e serial killers, o breu da noite. Apressa os cavalos com com as chibatadas e beijinhos, atravessa pontes e Idades Médias. E chega. Ao Adeus de Teresa, à Musa encurralada no alto de uma torra, à hora íntima e fatal.
A palavra é o precipício para o inefável, a oportunidade do cego de atravessar a rua, o começo, o fim. Por ela, amores nascem. Por ela, Pandora morre. E, se carruagem faltar, a palavra voa: pelos ares, ondas, raios. Despesa é pra guardar feijão, arroz, lata de leite; relicário: joias; palheiro: agulhas. A palavra é bicho solto, leão, tigre, água, vontade que dá, passa e não fica.

Inserida por ItaloSamuelWyatt

Independente da nacionalidade mãe fala o mesmo idioma: a linguagem do amor.

Inserida por ednafrigato

Independente da nacionalidade mãe fala o mesmo idioma: a linguagem do amor.

Inserida por ednafrigato

Linguagem engolida
Deslizadas em palavras perdidas
Escorreram contidas
Um tanto emudecidas
Quanto esquecidas do dono da voz

Era uma linguagem-prisão
Sem conexão
...
...
...

Palavra mágica
Cadenciada
Ecoada
Sem regras e pontuação
Linguagem livre associação

Inserida por alcazar

O amor é uma linguagem universal, que não pode ser compreendida a não ser, que se fale a linguagem do coração.

Usamos palavras diferentes para explicar as mesmas coisas e as mesmas palavras para explicar coisas diferentes.

Inserida por allansato

Seu amor à arte tinha começado com aquele livro. Tinha aberto o livro e se deparado com as ilustrações maravilhosas, assustadoras, mágicas. Imaginara como seria fugir dos limites rígidos das palavras e se expressar por meio de uma linguagem tão fluida.

Inserida por pensador

Mas se de fato nós somos a espécie mais inteligente deste planeta – e acredito que isso seja verdade –, por que a ciência ainda não percorreu o caminho inverso? Por que perdemos anos de trabalho para ensinar a linguagem de sinais aos animais se a ciência atual acredita que a capacidade de aprendizado deles é menor do que a nossa?

Inserida por pensador

É difícil, não é? Descrever uma pessoa apenas em palavras, quando elas podem conter mundos inteiros...

Inserida por pensador

"Eu só sei falar ao coração. É a única linguagem que eu entendo"

Inserida por BarrigadasTranquilas

Em nosso cérebro temos um arsenal de estratégias para identificar cores, sentidos, linguagens. E com isso podemos identificar
pessoas. O seu arsenal está preparado para identificar as más pessoas?

Inserida por FagnerGouveia

Esteja em um relacionamento sério com seus projetos e compartilhe suas experiências para que você possa curtir seu desenvolvimento. Essa é a página inicial, pois adicionar novos amigos promove networking. No seu mural você pode publicar suas competências e comentar seus cases de sucesso.

Inserida por FagnerGouveia

ASSASSINARAM O PORTUGUÊS
A comunicação é um fator humano que não se mantém estática no tempo, transforma-se na medida em que o homem sente essa necessidade de mudança. Basta lembrarmos da palavra que alguns usam como cê, que aqui em Minas se diz ocê, que na verdade veio lá dos portugueses como vossa mercê, chegou no Brasil como vós mercê e se transformou em você. A língua é viva, dinâmica e esta sempre em movimento. A leitura e a escrita estão intimamente ligadas.
A linguagem virtual está presente na sociedade como forma de comunicar-se desde o advento da Internet. Criou-se um novo dialeto próprio, o dialeto digital, uma nova maneira de comunicação mais dinâmica, mais diminuta, onde quase tudo se abrevia, encurta-se para ganhar tempo (vc, mto, qdo, td, lol, kd, vdd, vlw, s2, rsss, kkkkk). Se você conseguiu traduzir essas palavras considere-se digital. Escrever assim é fazer parte da construção de uma nova cultura colaborativa.
O universo da Internet é terra de ninguém, onde qualquer um pisa e se expressa como bem entende. Há uma forte desconstrução linguística onde a norma culta é deixada de lado, para a construção de uma nova diversidade linguística, mas isso criou um preconceito linguístico.
Português não é uma língua que se escreve exatamente como se fala, tampouco se escreve como se ouve, apesar de que muitos pensem assim. Muitas pessoas acham que por estarem na internet podem escrever de qualquer forma, escrever textos cheios de erros ortográficos e gramaticais, assassinando o nosso português com vícios de linguagem (menas, mendingo, prestenção, num sabe, iscrevi, min adiciona, axava, encinar, atrapaia, cem nosaum). “Xega né! Não mim juguem mau.”
Na Internet nos deparamos com o Brasil verdadeiro, escrachado, onde lá encontramos todas as classes sociais, todas as raças, todas as cores, todas as crenças, todos os sons, todos os níveis, do semianalfabeto ao graduado, todo mundo num mundo só.
Daí eu te pergunto: realmente importa que a pessoa se expresse sem erros de português, porém com palavras sem peso, valor e sentido ou é melhor que ela expresse espontaneamente suas ideologias e convicções fora da norma culta? O nível de escolaridade e a forma através da qual uma pessoa se expressa é irrelevante frente ao conteúdo que ela pode agregar ao nosso aprendizado.
Escrever errado decorre da falta de leitura. Ajudaria muito se lêssemos mais livros, o hábito de ler sempre nos traz inúmeros benefícios. Falta esse contato maior com o livro, com a letra, com a literatura.
Hoje se uma criança ganhar um livro ela vai perguntar: onde liga o livro, onde fica a tela touch, se o livro fala pra gente.
A leitura de um bom livro é um exercício diário.
Estimula o cérebro, a imaginação.
Facilita a concentração.
Nos deixa mais cultos.
Enriquece o nosso vocabulário com palavras novas.
Fixamos melhor as regras gramaticais e concordâncias verbais.
Já a preguiça de ler é um mal dos tempos modernos.
À medida que nosso tempo fica mais corrido, procuramos algo mais superficial e mais objetivo, mas às vezes falta informação para completar o raciocínio. Claro que também influi a maneira como o escritor discorre sobre determinado assunto, como a leitura prende a atenção do leitor despertando o interesse para que ele leia até o fim.
O brasileiro não tem o hábito de ler, cerca de 40% da população leu algum livro no ano passado, a maioria escolhe um livro para ler seguindo esse passo a passo:
- Olha se a capa é chamativa;
- Lê a sinopse nas costas do livro;
- Olha a espessura do livro;
- Folheia bastante;
- Olha o tamanho das letras;
- Se tiver gravuras é bom;
- Só depois resolve se leva ou devolve para a prateleira.
Estamos ficando sem conteúdo, vazios como vaso oco, criando um vácuo intelectual enorme devido à correria dos tempos modernos. E isso reflete negativamente no Enem, numa entrevista de emprego, na criação de uma redação ou de um email formal, etc.
Não estamos aqui para julgar, muito pelo contrário, que sirva apenas para alertar-nos devido ao fato de que não prejudique nossa busca de conhecimentos mais profundos, da formação de nossa opinião e visão macro de mundo. E não culpe os professores pelo seu desinteresse na leitura por favor hein. Perdoem-me por eventuais erros ortográficos e gramaticais.

Inserida por marcofellipe

Surdos não são aqueles que não ouvem, mas que não escutam a linguagem da alma.

Inserida por FabricioSalomao

“A palavra será sempre o indicador mais sensível de todas as transformações sociais...”

Inserida por FMDR

A linguagem artística apresenta uma semiologia própria, pois comunica mais além que a linguagem falada ou escrita, pois se trata da comunicação das emoções, do inconsciente, da ordem do indizível.

Inserida por AlquimiaPsi

O ato de criação através da palavra é um símbolo de que o ser humano é o que é justamente por ter criado uma linguagem.

Inserida por Mario11