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Lamento do coração
Juro que não queria amar você
Briguei com meu coração
Mas ele com seu amor plantado em mim avisou
Olha esse amor é impossível, mas você está preparado?
Não entendi o que ele quis me dizer naquele momento
Agora sei coração que é seu lamento.
Lamento
Depois de tanto tempo
Eis me aqui em tua presença
Nos caminhos do pecado fui levado e andei sozinho
E me esqueci daquele dia em que eu te conheci
No encanto e nas ilusões desse mundo me perdi
Me lembro de como tu me guardava
E o que o teu Santo Espirito me ensinava
Não soube dar valor ao verdadeiro amor
E agora abatido aqui estou
Peço ouça meu clamor
Eu me arrependi daquele dia em que te abandonei
Ai como eu sofri, Jesus vem me perdoa
Eu vacilei
Lamento
Como a agua lisa de uma praia cercada por ilhas
A calmaria dentro de mim me assombra
Poesias vem e vão em pilhas
No silêncio vazio das sombras
Imaginações , soluções , parecem ter me sido arrancada
A alma quase desfalece no desespero
Cicatrizes abertas , atadura tirada
Lutando ferozmente , cortado pelo medo
De onde vem esse mal senão de mim
A natureza humana e infantil e imatura
Metade da vida vc aprende sim
A outra metade você se cura
A vida quando vazia não te oferece muito senão tristeza
Qual o sentido de prolongar os dias na turvez desses pensamentos
Coração escravizado tirou me toda beleza
Restando apenas o lamento
Eu estou triste até a minha alma, um véu sombrio que me cobre. Em cada esquina do ser, a melancolia ecoa, um lamento que a luz do dia não alcança. Os risos se perdem, os sonhos desvanecem, e só resta o silêncio que grita, um companheiro constante em meu retiro solitário. Ah, como pesa esse céu cinzento em meu coração cansado! Mas ainda assim, sigo, um espectro na névoa, vagando em busca de um sussurro de esperança.
Esperei tanto por concelhos, esperei tanto para não errar, mas o meu maior erro foi esperar, agora eu percebi que as coisas não acontecem quando somos cautelosos demais, quando temos medo, mas eu já não tenho mais a mesma energia, aparência ou tempo disponível, todos os dias o espelho me lembra o tempo que perdi. Preciso correr, preciso recomeçar.
SE você "mudar"
para agradar alguém e/ou,
para satisfazer as exigências de um grupo,
você ira se sentir insatisfeito (a) consigo mesmo (a)
em algum momento de sua triste vida e, pior;
lamentará e sentirá saudades
do quão feliz você foi
quando você era você mesmo (a)!
Em sua busca incessante por riquezas materiais, o homem não escuta a felicidade bater em sua porta.
Lamento do oficial por seu cavalo morto
Nós merecemos a morte,
porque somos humanos
e a guerra é feita pelas nossas mãos,
pela nossa cabeça embrulhada em séculos de sombra,
por nosso sangue estranho e instável, pelas ordens
que trazemos por dentro, e ficam sem explicação.
Criamos o fogo, a velocidade, a nova alquimia,
os cálculos do gesto,
embora sabendo que somos irmãos.
Temos até os átomos por cúmplices, e que pecados
de ciência, pelo mar, pelas nuvens, nos astros!
Que delírio sem Deus, nossa imaginação!
E aqui morreste! Oh, tua morte é a minha, que, enganada,
recebes. Não te queixas. Não pensas. Não sabes. Indigno,
ver parar, pelo meu, teu inofensivo coração.
Animal encantado – melhor que nós todos! – que tinhas
tu com este mundo dos homens?
Aprendias a vida, plácida e pura, e entrelaçada
em carne e sonho, que os teus olhos decifravam…
Rei das planícies verdes, com rios trêmulos de relinchos…
Como vieste morrer por um que mata seus irmãos!
Tempestade noite adentro
Bambuzal descabelado ao vento
Saracura em seu lamento
Você em meu pensamento
Dasveis pinta na alma da gente,
uma baita duma sodadi...
LAMENTO VIOLEIRO
Marcial Salaverry
Com a viola na mão,
e a saudade no coração,
penso na minha amada...
]E com uma "Sodade" danada,
vou com a viola ponteando,
e para meu amor poetando...
O luar do sertão vem consolar o coração...
E a viola traz pra alma uma consolação...
Aqui estou, perdido em meio à multidão, mas completamente sozinho. A mesa que me acolhe, com um copo de whisky como única companhia, parece ser o único refúgio onde posso esconder as lágrimas que não ouso derramar. As pessoas ao meu redor conversam, riem, mas tudo o que vejo são rostos indistintos, como sombras que não podem preencher o vazio que você deixou.
Lembro-me de cada promessa sussurrada, cada sonho que desenhamos juntos no horizonte do nosso futuro. O calendário ainda marca aquele dia, o dia em que você entrou na minha vida, trazendo consigo uma avalanche de emoções que, hoje, se transformaram em destroços.
O que aconteceu com os planos que fizemos? O que restou daquele amor que juramos ser eterno? Agora, sou apenas um homem que tenta se esquecer nas profundezas de um copo, que busca anestesiar a dor que não cessa. Cada dose é uma tentativa vã de apagar a lembrança de um amor que se foi, de um coração que já não bate com a mesma força.
Mas, mesmo assim, a esperança insiste em habitar nas ruínas desse sentimento. O amor, embora machucado, resiste, esperando o impossível. Porque, mesmo que eu finja que já não me importo, que a vida de um coração solitário e frio é o que escolhi, no fundo, ainda espero pelo dia em que você volte.
Até lá, sigo, vivendo essa vida bandida, onde o amor parece um sonho distante, mas onde a memória de nós dois é a única coisa que me mantém de pé.
Antes que a morte nos tome...
Quando a morte chega, fria e implacável,
E leva quem amamos ao reino insondável,
É então que o coração, em pranto se curva,
E entende o valor que a vida dali pra frente será oculta.
Em vida, deixamos passar o brilho no olhar,
O riso que encanta, o dom de amar,
Mas é na ausência, no vazio que se expande,
Que percebemos o quanto o amor nos prende.
Cada palavra não dita, cada gesto esquecido,
Transforma-se em lamento, em pesar contido,
A dor nos invade, o arrependimento persiste,
Por não termos amado com o fervor que insiste.
A morte revela o que a vida, em sua pressa, esconde,
Que o tempo é frágil, e o amor, que responde,
Deve ser vivido com toda a devoção,
Antes que a morte nos tome pela mão.
Ficamos com a lição, melancólica e severa,
Que o valor do amor só se vê quando a dor impera,
Aprendemos, tarde demais, na sombra que consome,
A dar valor à vida, antes que a morte nos tome.
Dedico este poema ao meu pai Waltairo Brumm , ao meu querido primo Marcelo e a tantos outros familiares e amigos que se foram.
Ó Deuses e Deusas, a se distrair com tudo que é humano,
Me vigiam? Me vigiam?
Meu coração está doendo. Devem rir enquanto eu choro.
Pobre de mim? Ou sou desgraçada?
Há alguém entre vós ao meu lado?
Alguém torce para que meu sonho se realize?
Ou estou sozinha?
Também contra todos os Deuses?
Há alguém no Céu? Um único Ser que apostou que eu não desistiria?
Há alguém no Céu que acreditou em mim?
Ou estou só com a minha teimosia?
Eu acreditei em mim...
Mas acreditar sozinha é tão triste.
Meus olhos são catadupas que embaçam minha vista e sentidos.
Sou cascata...
Sou sozinha...
Há um único Ser Celestial sequer que acreditou que eu não desistiria?
Me ajude.
Miro meus olhos e meu coração a Ti, estrela pequenina.
Estrela que há tanto não vejo de minha janela...
Estrela que me viu sonhar desde menina...
Sim! Eu te amei mais do que a Lua e ainda te amo.
Te amei mais do que a todos os planetas.
Apostaste em mim, Estrela preferida?
Por que eu não desisto?
Alguém além de mim acreditou que eu conseguiria?
Sim, eu sou suficiente.
Mas acreditar sozinha em mim mesma é tão triste.
Alguém apostou que eu conseguiria?
Meu coração está doendo.
Me deem forças. Me animem.
Antes certo que não se quisera passo, mas o silêncio...
Gente suja...
De pés feios...
Falando alto...
Embriagados com putas velhas...
Roupas surradas...
Cheirando a fumaça...
A noite decreta o cancro...
Qualquer música degredada em pranto...
Gargalhadas torpes...
Viciados da rotina...
Quem diria...
Um pensamento que não se esconde...
Nem mesmo disfarçados pelas bebidas pagas...
Das pedras que colho...
Só gente cambaleando...
Sujos...
Feios...
Excrementos de seres humanos...
Um só destroço...
Corpos fedidos e suados...
Rugas fundas...
Dentes tortos e amarelados...
Esquecendo para sempre as loucuras do vinho atrevido...
Falam cuspindo...
No Português errado...
Buscando distração...
Quem sou eu de fato...
Entre os porcos...
Um diamante jogado...
Meu Deus...
Meu Deus...
Tratar a todos com respeito...
No túmulo não há diferença...
Mas será que de fato..
O céu pertença a essa gente tal como rato?
Recolho-me em sonho e mágoa...
Óh tristeza descendo em meu olhar...
Sonho moribundo...
Gente feia...
Não há como se misturar...
Diz-se que a solidão torna a vida um deserto...
Mas antes só que mal acompanhado...
Posso ter respeito...
Mas amor é negado...
Sei que embora essa luz nem para todos tenha o mesmo brilho...
Tudo o que existe em nós de grande e puro...
Nem sempre esconde o lamento...
Dobrada é minha ventura...
Em poder escolher com quem convivo e me deito...
Sandro Paschoal Nogueira
A Noite
A noite em que vago
Lento, leve, pesado
Trago peso nulo nas costas
Peso, mais pesado que o mundo
O peso está na mochila
Mochila que não existe
A mochila é suja, surrada
O peso é morto, é triste
Às vezes, escapa o peso
Pela minha face desaba a mágoa
Às vezes, exponho a mochila na rua, em casa
Um grito de lamento e agonia
Ando eu em ruas, bairros escuros
Meu peito cansa, pede ajuda, em apuros
As mãos não obedecem sempre,
No meu rosto se jogam e voltam
Machucam, recupero
Desaparece, mas sempre arde
A lua se vai, o sol levanta
A noite permanece e nunca acaba
Chove, alaga, lama
Afundados meus pés permanecem
"O destino de Titono revela que a eternidade sem juventude transforma a imortalidade em um eterno lamento."
Não deve haver satisfação alguma no fim, nem mesmo pela possibilidade de um novo recomeço. O fim é algo lamentável, como a morte de um sonho, e não deve haver orgulho em colecionarmos esqueletos, dentro ou fora do armário.
Reconhecemos o fracasso, sucumbimos ao egoísmo, ao individualismo e não fomos humildes o suficiente para cedermos, para descermos de um falso pedestal que nos coloca acima do outro, quando somos exatamente iguais, todos sujeitos aos mesmos erros e paixões.
Cântico da Alma
Tenho a alma ferida.
Uma chaga ainda aberta.
Tenho outras cicatrizes.
Quase curadas.
E outras, que só eu vejo.
Esta última ainda dói.
Difícil de aceitar.
Faz-me questionar a vida.
A razão e o porquê.
Falta-me a compreensão...
No momento, só lamentação.
Em dias festivos,
Sobressai a dor,
Diante da gratidão...
Não há rumor na terra....
O silêncio se abriu...
As feras se aquietaram...
Em direção ao pó os corações jazem nas sombras...
De mãos em arcos os anjos oram...
Onde estão os inocentes?
Aqueles apontados por dedos tortuosos...
Cadê as flores que foram pisoteadas pelos hipócritas?
Onde estão as vozes que foram silenciadas pelas bocas amaldiçoadas?
Ao levantar do vento...
De ser todo só o meu exterior olho e choro...
Mesmo que eu ouça só esse estranho zumbido...
Vendo cair os pássaros...
Em meu coração emudecido grito...
Nas pessoas que passam na rua...
Com elas não me identifico...
E só lamento...
De ver o amor tornar-se perdido..
Cada um perdido no próprio sonho...
Até no sorriso que vem e que vai...
Todo mundo é convicto...
Dos próprios ais...
E eu, que não sou mais do que eles...
Volto a olhar para tudo...
Como antes do amanhecer...
E faço-me, assim crer...
Que bastaria apenas mostrar...
Minha alma num olhar...
Para tudo diferente acontecer...
E o mais estranho do que todas as estranhezas...
É que as cousas sejam realmente o que parecem ser...
Sandro Paschoal Nogueira
O mal proferido pelo outro
Faz mal maior ao outro
Não te entristeças
Nem te aborreças
Seja inteligente
Seja paciente
Faça-lhe um bom favor
Mesmo assim, com dor
Demonstre grande sabedoria
E receba com muita boa alegria
A cura que só através do tempo
Se faz a qualquer, lamento