Tag guerreiro
A 'essência' de cada ser,
se vê pela luta que abraça!
Não importa o que digam, o tempo, ...!
Palavras, o vento "leva",
o tempo? passa, ...
mas a essência ...
essa é a herança de Deus, nasce e morre, conosco!"
pra você Quintino José Viana
'guerreiro' da Vila Brasilândia
Desacato a ‘autoria’ qual que é a diferença de você pra mim guerreiro? Mó cao, sendo que você me desacatou primeiro.
Em manhãs lindas, após tempestades, é quando o guerreiro se cala para ouvir o silêncio matutino.
Agradecendo, crendo e renovando-se...
Sendo amado, já não mais apaixonado, e sim praticando um amor inventado...
O covarde corre da batalha para se manter vivo no mundo. O guerreiro corre o mundo pra se manter vivo na batalha.
" Digo de passagem, que ao pesar das pedras e com o suor do cansaço me vi um herói de sangue e alma tramando mais um dia; um guerreiro fazendo a diferença "
A vida pode ser simples ou complexa, pode ser fácil ou complicado, mas ao certo a vida é uma escola para guerreiros aonde os mais persistentes, os que batalham com fé e os que tem a certeza da vitória tiram as melhores notas.
Depois de recitar essas palavras, finalmente conheci o que sou.Um sonhador apaixonado pelo movimento do corpo (a dança é minha maior terapia de vida), um guerreiro em busca de vitórias (não me permito sofrer), um homem que vive pela paz (medito por uma mente saudável), parei de buscar DEUS nas mentiras e o encontrei dentro de mim (como uma lei). Não é adoração, e sim uma capacidade interior que se manifesta para o mundo exterior. É uma filosofia encantadora, um caminho sábio e prazeroso. Coisas que estavam sendo apagadas , voltaram como um feixe de luz em minha vida. Quando recito Nam- myoho-rengue-kyo elevo meu estado de vida. O Interesse pela prática , não apagou minha crenças, porém mudou a minha forma de vida.
Aventura numa terra desconhecida
Que minha terra vinde a mim
a terra da qual eu nasci
lugar onde vi o sol pela primeira vez
nessa terra plantei meus frutos e triunfos conquistei
estou longe de minha terra agora
porém comigo sempre se tem um pedaço dela
que me fará lembrar, pensar e refletir
Cavalgo numa terra desconhecida, a qual temo
aqui meu descansar é cauteloso
na minha terra conheço os perigos, da qual não temeria
pessoas daqui também desconheço
mas sei que posso confiar a tal ponto
até conhecê-la em seu tempo
O ar tranquilizante de minha terra sinto
mesmo estando longe dela
nessa terra cheira solidão no desconhecido
saudade seguida de tristeza
a verdade é que movo por uma grande aventura
Um aventureiro sou que espera por riscos de uma grande aventura
sábio sou, porém por uma luta não penso duas vezes
numa aventura meu amor se torna intenso
e meu coração vibrante com que desconheço.
Um passo simples para transformar o Poderoso Messias numa frágil garotinha: No púlpito, pregue sempre sobre o Jesus doce e gentil e deixe no esquecimento o Jesus provocador, que aos sábados no Templo curava os homens na cara dos fariseus que o desaprovavam, o Jesus que vira as mesas e que voltará com olhos de fogo, vestes levadas de sangue e governará com cetro de ferro.
Definitivamente, nosso Messias não é uma donzela.
Pela honra do falecido guerreiro Daniel Fraga,
Pela honra da bandeira do ancapistão,
Eu represento todo mundo que faz agorismo e sonega imposto,
Eu ordeno a GUERRAAAAAA!
Gerreiro é todo bom soldado que vai a guerra, mas nunca desejei estar nesse nivel...
Meu nivel sempre sera o Gerreiro imbatível, foram muitas lutas, muitos fracassos, e muitas vitorias, mas acima de tudo muitas cicatrizes, o que me tornou imbatível pois cada vez que olho pra elas me lembro onde errei para nao errar mais.
Guerreiro que é guerreiro jamais abandona uma batalha, pois ele sabe que é de batalha em batalha que se vence a guerra.
Não fique desesperado com a luta que vc esta enfrentando, ou que esta prestes a enfrentar, afinal só se alcança vitorias lutando, e mesmo que nesta luta vier a se ferir, fique tranquilo pois ferida cicatriza, e cicatrizes nós mostra o guerreiro somos.
Acordei para mais uma batalha. Começo a vestir a minha armadura. É impossível não notar as cicatrizes deixadas pelo tempo... logo após me alimento do motivo que me leva a travar as batalhas, a esperança, pois ela me fortalece na luta contra terríveis inimigos: os sentimentos, oriundos de corações humanos, sabendo de sua grandeza, meu coração acelera. Lutar contra o ódio, a raiva, a falsidade.... sem sentir o mesmo. É difícil, e usando apenas o amor como arma. Utilizo várias munições de acordo com cada sentimento, mas para batalha de hoje separei umas mais letais, verdade, compaixão, paciência e uma granada de fé. Pode parecer pouco, porém o objetivo hoje é só vencê-los e encontrar a paz. Acredito em mais uma vitória. Se vou vencer a guerra ainda não sei. Lutarei até o último suspiro. Continuarei me alimentando de esperança, e batalhando... A luta é constante, porém gratificante!
Anjo, mestre, guerreiro, demônio. Já me chamaram por tantas alcunhas que mal lembro meu verdadeiro nome."
"Então se passaram uma, duas, três horas. Tentei dormir, mas era incapaz de fechar os olhos porque lapsos da briga me atormentavam. Pensei em comer, mas meus sentidos me impediram... Eu precisava distrair minha cabeça, já latejando com tantos pensamentos negativos, impossíveis de dispersar. Liguei a tevê e troquei rápido de canais até encontrar um desenho animado, o que geralmente me colocava pra cima durante uma situação complicada.
Assisti por dois minutos, e quando a risada irrompeu da caixinha de som, eu não entendi a piada. Por alguma razão me senti estranho Parecia que riam de mim como fora mais cedo, e tornei a desligar. Peguei um livro, fui até o lado de fora tomar um ar e comecei a ler sentado na varanda. As letras estavam se movendo, embaralhadas, saltando da página. Fiquei tonto e tive vontade de gritar. Eu não aguentava mais estar tão confuso, tão louco, não sabia o que fazer. Entrei, sentei-me no sofá e, num ato inconsciente, usei minha mão direita para arranhar a esquerda.
Não foram arranhões fortes ou profundos de início, era como se minha pele estivesse coçando por uma reação alérgica. Então captei os meus sentimentos deixados de lado, ignorados, e eles vieram à tona como nunca antes. Pensei nas pessoas ao meu redor, no que elas me causavam, e a raiva aumentou. Minha mão arranhou mais, com mais violência. Pensei na tristeza e desgosto que tinham me feito passar. Minha pele sangrou. O sentimento corrosivo no meu interior foi se intensificando. Quando me dei conta do que estava fazendo, parei.
Foi uma sensação breve e libertadora. A dor na minha mão parecia invisível comparada à causada por todos os outros.
Enquanto eu me machuquei foi como se parte da raiva deixasse meu ser, e uma satisfação subiu pela minha coluna até o cérebro agindo como calmante. Não entendi por que estava fazendo aquilo, não sabia por que resolvi descontar sobre minha própria carne, e muito menos, por que raios eu estava gostando.
No minuto seguinte, um pranto dolorido sobreveio através dos meus olhos e eu desabei num choro emocionado e abismado. Meus lábios se moveram por conta própria e um sussurro escapou da minha boca, aumentando o tom na medida da minha raiva:
– Eu sou importante, eu sou... – choramingando em silêncio, um pouco mais estável, olhei para minhas mãos e em seguida as pressionei contra meus olhos, tentando conter as lágrimas, que pareciam infinitas – sou sim... e não mereço isso... – senti pânico, aflição, até que gritei com todas as minhas forças:
– EU NÃO MEREÇO ISSO!
Rapidamente, cambaleei, ainda perdido, sem ter completa consciência do que estava fazendo, até o banheiro. Abri o armário de higienização e retirei do estojo de barbear do meu pai uma gilete prateada, com cerca de 1x3 centímetros. Prendi a respiração, soltei devagar, então repeti o ato e fiquei parado, admirando meu reflexo no espelho, ainda com o rosto queimando e encharcado, sem conseguir sustar o choro e a lástima em que me abraçava. Não compreendi no momento o porquê daquilo, estava tudo muito confuso e eu só queria acabar com a dor. Novamente meus lábios se moveram instigados pela raiva, e um sussurro debilitado vazou do meu interior:
– Vocês merecem isso!
O tempo ao meu redor parou. Levei a gilete ao meu pulso esquerdo e a deslizei sobre a pele, rasgando de modo visível e profundo minha própria carne. Senti uma dor aguda e quente, o sangue brotou e permaneci num silêncio atormentador. Todos os pensamentos assustadores escorreram para fora de mim junto com aquele líquido denso e escarlate.
Depois do primeiro corte, abandonei a lâmina sobre a pia, abri a torneira, lavei o ferimento com água gelada e senti meu ódio, meus medos e desesperos descerem pelo ralo. Eu estava bem, apesar da minha pele arder; me sentia limpo. Puxei quase um metro de papel higiênico, envolvi-o na ferida em aberto e estanquei o sangramento. Dez minutos mais tarde, reabri o armário, guardei a gilete, retirei um band-aid do estojo de medicamentos e cobri a marca.
Com o coração pulsando e as mãos trêmulas, voltei até o sofá da sala, me deitei, tapei minhas pernas com o cobertor xadrez da mamãe, e religuei a tevê no mesmo desenho que estava passando minutos atrás. Em cada cena eu soltava uma gargalhada, o meu senso de humor estava sólido e usual. Era como se a água da pia tivesse lavado a minha alma, fazendo eu me esquecer de tudo."
- Trecho do livro Guerreiro.
Há momentos em que o guerreiro se esconde, se acovarda, o mundo o impele. Todavia, com humildade e reflexão, ele retorna e segue sua missão.
Force sua mente, extraia o máximo que conseguir dela, domine-a e aprenda a usá-la de diversas formas. Não ganha a batalha o guerreiro que tem a melhor arma, e sim o que a manuseia com perfeição.
Esqueça tudo que já leu sobre anjos, eles não são bons como pensava, Baldrak sempre foi um assassino, é o seu estado natural e isso nunca mudará. (Dias Diogo, "Livro - Baldrak: A profecia dragão.")
A missão de Baldrak não podia falhar, pois a sobrevivência de seu povo dependia de seu sucesso. (Dias Diogo, "Livro - Baldrak: A profecia dragão." 2017)
Durante a fuga para Alexandria, Ardelly e Baldrak envolveram-se amorosamente, os dois dormiram juntos em uma tenda montada durante a noite no deserto, e se conheceram densamente (Dias Diogo, "Livro - Baldrak: A profecia dragão." 2017. Pág 123)
Minha derrota mais dolorosa foi aquela causada pelas mão dos que se dizia meus amigos, confesso foi impetuoso tudo aquilo.
Eles me olhava caído e apenas sorria.
Foi doloroso e achei que jamais me levantaria, que chamais me reconstruiria.
Mas nunca fui de dar o braço a torcer
Eu me levantei e como um grande guerreiro encarei oque a mim queria derrotar.
Desde então venho fugindo, mas não fujo por medo, pois sei que oque me perturba posso derrotar, mas fujo por que sprendi que há Guerreiros que Guerreiros como eu não podem ter a honra de derrotar, e assim apenas respeito devemos mostrar.