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Existe uma grande falta de valor nos autores de livros contemporâneos do Brasil. São tratados como um nada. Eu faço parte, até então, destes autores. Críticos vem com sua arrogância menosprezando a mensagem devido erros ortográficos, e devido a modéstia de minha simples pessoa. Isto é um crime. Crime mais seria, se eles não observassem o esforço para alcançar a perfeição de minha gramática. Mas não me intimido. Os grandes manuscritos da humanidade vieram da mesma forma como estão sendo publicados os meus livros. Esse é o meu objetivo, mudar o mundo por meio dos livros e da mensagem. Mudar o mundo por meio dos livros é uma tarefa auspiciosa. Mas já vi pessoas salvas por meio de palavras.

Inserida por Fabi16

Amor, substantivo abstrato.
Dois, numeral.
Pessoas, plural.
Planos, sujeito indeterminado.
Sentimentos, singular.
Nós, sujeito oculto.
Eu, metáfora.
[...]

Inserida por Robkenede

Se você é formado em Letras, o hábito de algumas pessoas lhe atribuírem o papel de "gramática ambulante" certamente nunca mudará.

Inserida por georgetonleal

O português escrito pode (e às vezes deve) ser corrigido, mas a tese defendida verbalmente e carregada de impropriedades gramaticais é um erro que se prolata no tempo e que fica à espera da prescrição ou do esquecimento.

Inserida por luiselza

Sou um poeta bárbaro e melodioso.
Não sirvo à gramática, é ela que serve a mim.
E se a gramática não servir à minha melodia,
eu atropelo-a,
simples assim.

Inserida por AugustoBranco1

Nossa Senhora da Língua Portuguesa, tende piedade de todos aqueles que escrevem a vossa língua. Que eles tenham sempre, em mãos, um bom dicionário, e se não for pedir muito, um manual de gramática. Amém!

Inserida por SuzanaPedroso

Aprender uma língua estrangeira é fácil!

Em um momento ímpar para o Brasil de visibilidade mundial com a Copa do Mundo, com Olimpíadas à porta, comércio internacional, intercâmbio, rede mundial, notícias instantâneas de todas as partes do mundo, me parece pertinente a reflexão sobre a importância do ensino da língua estrangeira em nosso país.

Será que estamos preparados, ou mesmo nos preparando, de fato, para os desafios, ou tudo está só na propaganda?

Com a releitura deste texto, apresentado e discutido com profissionais da área em, pelo menos, uma dezena de Congressos sobre Linguística, em importantes Universidades Brasileiras, como UNICAMP, UFSCAR, e Congresso SABER, acredito que o leitor poderá compreender melhor o assunto e ter algumas respostas.

Aprender uma língua estrangeira é mais fácil do que se imagina. Para a maioria das pessoas é algo muito difícil aprender uma segunda língua.

Este artigo tem o objetivo de mostrar ao leitor que esta suposição está errada. Aprender a segunda língua é bem mais fácil do que foi aprender a primeira, a língua mãe. A terceira e a quarta ficarão ainda mais fáceis, e assim por diante.

O processo tem sido visto desta forma porquê a maioria dos professores de língua estrangeira, com destaque para os professores de inglês, idioma mais procurado, não prioriza a audição, concentrando-se na gramática, mais fácil de se aplicar, já que exige apenas a repetição indefinida de solução de exercícios escritos.

Parece-me que, no entender desses professores, este processo é menos trabalhoso. Porém posso afirmar que estão enganados. O que dá mais trabalho é “re-ensinar” um aluno que, supostamente, deveria ter condições plenas de comunicar-se em outra língua.

Não há justificativa alguma para um jovem sair do colegial, ou segundo grau, após onze anos de estudos, sem falar, pelo menos, duas línguas estrangeiras. Isto me parece um grande absurdo! O que dizer de alunos que passam dois, três, cinco anos estudando em escolas de inglês e não conseguem se fazer compreender nesta língua, e não a compreendem, quando falada por nativos?

O que é ouvir?

É receber, através dos ouvidos, vibrações emitidas em código, por pessoas, pássaros, animais, instrumentos musicais, veículos. Enviadas ao cérebro humano, ou de outros seres vivos, são armazenadas para uso imediato ou posterior.

É um processo que exige dois agentes: o emissor e o receptor.

O que é falar?

É repetir, através dos órgãos da fala, os sons, ou seja, as vibrações armazenadas no cérebro.
Então, se não há audição, não há fala! Para que a aprendizagem de uma nova língua aconteça, me parece que o fator “recepção” ou “audição” é o mais importante.

Quando aprendemos a ouvir, aprendemos a acumular conhecimentos para uso posterior, em nosso benefício e em benefício de nossos semelhantes.

A meu ver, seria de extrema importância que os educadores, em geral, compreendessem isso. Se um aluno não lê em voz alta, não aprende a falar, e não aprende, também, a fazer uma apresentação em público.

É preciso que volte às salas de aula a leitura em voz alta, e em pé, na frente da classe. Isto irá contribuir sobremaneira para o aprendizado e desenvolvimento da criança e do jovem. È uma questão de cidadania.

A Metodologia dos Sons, que foi desenvolvida na Inglaterra e tem sido aplicada no Brasil com muito sucesso, prioriza a audição e a fala, no aprendizado de línguas estrangeiras. Esta metodologia está baseada em quatro importantes fatores da comunicação: Audição, fala, leitura e escrita.

Muitos executivos e profissionais liberais, inclusive os de áreas técnicas, estão encontrando nesta metodologia a resposta para seus problemas de comunicação em outra língua, hoje tão necessária, já que a globalização é uma realidade que não pode ser ignorada.

Para crianças e jovens, aprender uma, duas e até três línguas estrangeiras, com o uso da Metodologia dos Sons, passou a ser uma fonte de prazer, ao contrário das maçantes aulas voltadas para o aprendizado da gramática.

Inserida por sidartamartins

Escrevo apenas aquilo que vivo,
que penso, e que sinto,
sem preocupação com estética, com rimas,
com floreios, nem mesmo com a gramática.
Escrevo, pois, como me vem à alma e coração.
E se por vezes algo sai errado ou não agrada,
é porque minha alma não pode agradar a todos,
e meu coração não acerta sempre.

Inserida por AugustoBranco1

"" Na questão do uso correto da língua. A prática, aperfeiçoa a gramática... ""

Inserida por OscarKlemz

"Na gramática o sujeito da oração não reza (é ateu)"

Inserida por arnaldotoni1976

Entre os tus e vocês, se me entendeu, está de bom tamanho. Deixe essa sua gramática correta com você (contigo?).

Inserida por swamipaatrashankara

Eu não sei o que leram os da secretaria da educação, quando dividiram o ensino de Língua Portuguesa em: Redação e Gramática. Aí eu perguntei o que o Leonardo da Vinci achava disso: "Assim como todo o reino dividido é desfeito, toda a inteligência dividida em diversos estudos se confunde e enfraquece." Então entendi por que o professor de Redação se opõe ao de Gramática e vice-versa! kkkk Eu já estava convencido de que quando fragmenta, enfraquece! Mas...

Inserida por Kllawdessy

O que é Libras…???
(Nilo Ribeiro)

Uma língua completa,
ela tem fonética,
uma língua complexa,
ela é poética

tem variação,
ela é gestual,
tem conjugação,
ela é gramatical

ela não é mímica,
tudo ela pode nomear,
pode versar sobre a química,
e tudo mais ela pode explicar

ela trata do concreto,
trata também do abstrato,
ela tem dialeto,
é um sistema exato

fala-se com a mão,
ouve-se com a visão

de um morfema,
até um discurso,
ela não tem problema,
ela tem todo recurso

uma língua importante,
um prestigioso idioma,
dizer que ela é relevante
seria quase um axioma

Língua Brasileira de Sinais,
uma língua oficial,
cumpre seus papéis sociais,
para inclusão é primordial

não é justificativa,
nem mesmo apologia,
mas a Libras pode mudar uma vida,
é isso que diz a poesia…

Inserida por NILOCRIBEIRO

Escrevia tantas metáforas que agora escreve meias palavras...

Inserida por sandraodj

Sou um ser humano que necessita mudar o "ser" por um outro verbo de ligação.

Inserida por Ester1Farias

Nas leis da gramática
O inotável
É, na verdade, imperceptível.

Inserida por BigCintra

Amo-te!
E amar é mais estranho,
que declarar-se prescritivamente .

Inserida por Lizzyauer

Quero, queres, quer...
Queiras tu, além
Como quis, quiseste ontem
Queira hoje, também

Subo, sobes, sobe
Subimos, subis, sobem
Subi, subiste
Suba... No mais alto que tem

Hei, hás, há
Havemos (hemos), haveis
Esteja bem atento
E não perca a vez
Hão, houve, houveste...

Ouvi o que disseste
Que pena, era chinês

Ouço, ouves, ouve
Ouvimos, ouvis, ouvem
(Tu ficas, ou, vem?)
Ouvi, ouviste, ouviu?
Quem tem ouvido ouça!
(Que dó do Brasil!)

Tenho, tens, tem
Temos, tendes e têm
Tive, tiveste, teve
Tivemos como esteve
Tenhas como está
Tenho como é...
Quem têm não vai negar

Minto, mentes, mente
Mentimos, mentis, mentem
Menti, mentiste... E agora?
Confessa, ou, 'inda mantém?

Digo, dizes, diz...
Disse, disseste e disse
Direi e tu dirás...
Seja pra bendizer
E nada maldirás
Nem vai contradizer
O bem que isso fará...

Inserida por salvadorbrenon

Independente do contexto, elas, as aspas, carregam um significado ímpar à linguagem, já que são responsáveis por abrir alas às ideias, pensamentos, argumentos, ou, enfim, qualquer enunciado que represente um ser pensante, determinando assim o rumo da história de algo ou alguém.

Inserida por fernandoguifer

A gramática que me desculpe, mas felicidade pra mim se tornou um verbo... de ação.

Inserida por GilBuena

"Não, não era amor, era mais uma atração. Não, também não era amizade, muito menos desejo. Era algo intitulável. Algo sem nome. Provavelmente, sem vida. Não deixei de acreditar um só nanosegundo que aquilo poderia ser. Eu poderia ter desistido, poderia ter sido levada a loucura, mas não o fiz. Simplesmente deixei rolar. Aquele sentimento sem nome, cujo somente eu sentia, cujo somente eu entendia. Tentei várias vezes acalmar minha mente turbinada de sonhos com ele (lê-se aqui o nome da pessoa amada), mas enfim desisti. Resolvi traçar outro significado para viver, outro significado para esse sentimento, que de um nanosegundo para o outro se tornou apenas ódio. Ódio. Rancor. Injúria. Tristeza. E um misto de qualquer coisa. Finalmente sentia-me leve, livre e solta de qualquer sentimento sem nome."

Inserida por idktheo

A gramática é um piano que eu toco de ouvido.

Inserida por pensador

Triste, triste. O número diário de assassinatos no Brasil supera o anual de países em guerra. A maioria dos casos ocorre na gramática.

Inserida por ofrancopensador

Com ele, não me importo com educação, gramática ou boas maneiras.

Inserida por pensador

⁠Gramática do Perdão 

Perdoar é verbo de ação
Não precisa aguardar para acontecer
É simples, basta pegar e fazer

Perdoar é verbo de ação 
Não é um estado
Não é necessário sentir para agir 

Perdoar é verbo de ação 
Não vem da natureza 
Que caia um raio ou uma estrela de 1a grandeza
Se pra perdoar tiver que chover ou trovejar

Inserida por andreorsi