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“O que é um artefato de cimento (ou um produto industrial)?
Um projeto perfeito, com responsabilidade, previsível, quantificável e escalável, a um preço competitivo e que encanta e atenda perfeitamente ao cliente.”
“Uma fábrica de produtos à base de cimento se divide em duas ao menos: uma de concreto e outra de molde. Pensar ambas com qualidade, de forma simplificada e operacional, é a maior tarefa do gestor.”
“O cliente tem uma visão reduzida do negócio: ele enxerga apenas o produto por ele adquirido. Esta é a mágica: provar que o produto vale muito mais do que realmente o cliente entende que vale, afinal, você vende muito mais do que ele está comprando.”
“Toda e qualquer atividade que não constitui valor para o cliente é desperdício. O importante é o produto necessário, no momento necessário, em quantidades necessárias e na qualidade necessária.”
“O fato de não termos encontrado uma forma de eliminar a atividade, NÃO SIGNIFICA QUE ELA NÃO SEJA DESPERDÍCIO, significa apenas que não temos conhecimento e recursos para tal.”
“O que é uma indústria? E ter uma estratégia, desenvolver um método, executar e depois repetir, repetir, repetir e repetir. Repetir tantas vezes que se torna uma rotina. A empresa ganha um ritmo ou um jeito de fazer próprios. Uma inovação? Estratégia, método, execução e, depois, repete tudo de novo, incessantemente. Até virar uma rotina novamente.”
“Eficiência operacional é simplesmente fazer melhor, mais barato, por vários períodos e de forma incessante.”
“O que é padronização? É paixão por fazer certo. É um aviso na porta do empreendedor: dance conforme o ritmo da fábrica. Se não o fizer, nem perca tempo tocando a campainha e nem pedindo entrada.”
“Eficiência na indústria não é fazer muitas e muitas coisas. É deixar de fazer tudo o que não é necessário.”
“O ritmo de uma indústria é como o ritmo da vida: hora intenso, hora suave. Porém, sempre cadenciado e de acordo com a demanda que a vida lhe impõe.”
“Como fidelizar clientes? Com qualidade! A qualidade transforma um freguês em um fiel seguidor. E quem melhor para defender sua indústria do que um seguidor?”
“É fácil monitorar e gerenciar uma empresa, difícil é mudar sua cultura, seus hábitos e suas pessoas.”
“Um dos objetivos do gestor é encontrar formas de produzir mais com menos. Menos gente, menos recursos e menos tempo. Isso é uma busca interminável, sem data e hora de acabar!”
Com a crescente pressão por parte dos clientes por preços e qualidade, e uma concorrência cada vez mais acirrada, não há mais espaço para modelos tradicionais de gerenciamento nas organizações.
Somente teremos resultados relevantes em uma gestão de riscos ocupacionais, quando tivermos sistemas que irão falhar de forma segura.
Quando falamos que o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais é parte de uma gestão estratégica de uma organização, não estamos falando de uma mudança de cultura, mas da necessidade de uma cultura de mudanças que promova o debate e o aprendizado.
Um acidente de trabalho reflete nossa capacidade de gerenciar riscos. Às vezes, um trabalhador sofre uma lesão, perde a saúde ou até mesmo a vida, apenas para nos mostrar onde estamos falhando no gerenciamento de riscos.
A partir do conhecimento gerenciamos os processos, gerimos os riscos e usamos melhor os nossos recursos!
Quando não gerenciamos nossos pensamentos, inevitavelmente iremos nos submeter ao controle e manipulação de outras pessoas, eventos e ambientes.