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"Passei fome, não tinha grãos. Ao olhar para o lado e ver meus irmãos, me vinha a vontade de mexer minhas mãos. O alimento inventado com folhas, ferventado, não deixava o corpo ficar amoado. Tudo aquilo serviu para lutarmos com paciência e nos tornarmos fontes de resiliência."
Já tentou mudar o estilo de vida várias vezes na segunda feira? Que tal iniciar no domingo? No descanso e com fartura de alimentos, parece um momento apropriado refletir na vida para equilíbrio mente e corpo permanentemente desejado.
A natureza é nossa segunda mãe, precisamos respeitá-la, pois nos dá o alimento, a água e o ar. Ela quando quer nos ensinar a obedecer, mostra a sua força.
Esse calafrio na barriga; essa mudança no meu corpo ao te ver ou sentir.
Seja isso “o alimento dos sentimentos”?
Ou o medo alertando-o?
Por alguma razão, você faz parte dessa cena.
De tudo o que sou
De tudo o que vivi
De todo chão que pisei.
É de mim que me nutro
Me alimento de mim
Que sorte a minha
Não passo fome!
Tudo depende do nosso olhar.
Somos como um poço artesiano. Possuirmos água cristalina, mas se este poço começar a secar por falta de alimento, vamos enxergar a vida de forma turva, escura e feia.
Todos possuímos as imperfeições do fundo do poço. Quando passamos momento difíceis, damos um mergulho mais profundo dentro de nós e nos deparamos com resquícios deixados ao fundo.
Mas com à fonte que irriga a alma, através da gratidão pelas belezas da vida, retornamos a nadar em água pura e cristalina.
Esse alimento é algo que precisamos despertar dentro de nós.
Ninguém sabe o monstro que carrego dentro de mim, pior de tudo é que não foi eu que o alimentei e agora está sendo difícil parar de alimenta-lo.
Reconhecer que a natureza nos fornece: vida, alimento, água, terra, moradia e que ela é a base da nossa existência.
Essa luta é de todos nós!
As famílias rurais usam distintas estratégias para manter a sua reprodução social no campo em diferentes momentos históricos.
Quando gostamos de alguém, o sorriso dessa pessoa já é tudo! Um alimento para alma, uma esperança para o amor e o caminho para paz.
Quando eu me calo, alimento meu interior com pensamentos positivos para que no momento certo de mim ouça, palavras de conforto transbordando luz, capaz de iluminar vossa trajetória.
Seria covardia? me alimentar tão sorrateiramente de quem nem devia desconfiar? Mas tal é a desconfiança grandiosa que me acompanha e de ninguém ressalva o mau hábito imposto à mim por garantia de distancias e solidão. Traiçoeiramente pré-julgando-os me alivio ao denotar oblíquo suas possíveis características fantasiadas como sendo maliciosas e imperfeitas pessoas. Covarde sim, julgando-te cegamente afundado na ignorância de ser um rato à espreita com medo de que tragas contigo afazeres tais que retirariam-me da confortável preguiça dos passares dos dias, esgueiro-me pelas fendas escuras para cruzar despercebido dos olhares presunçosos pairando sobre tal lealdade ao conformismo que me toma sempre em grandes goles. Escondo-me o quanto posso, alimento-me do poço da injúria que aponta-te o dedo e diz assombrosas maldades: és mentirosa, imperfeita. Desejando que sofra longe do meu conforto, para que não abale a vida boa de rato.
Purgo-te de mim, safo tardiamente da sua presença a minha. Não fite, se vá, você e suas malditas humanas características, pois sou rato, sou resto de moídas e remoídas salientes feridas postas com cautela nas costas de quem ronda-me aos passos próximos do meu lodo. Digo que sois da maldade filha e mãe, fracos os homens sucumbindo ao injusto que aos meus olhos de rato trapaceiam e mentem. Vão, pelas calhas da humanidade corrupta fomentando a deslealdade e nutrindo rancores e cativando a guerra, vossa sublime criação, que como a minha, é de grande truculência o surgir.
20190228