Taça
TAÇA DA AMARGURA.
Márcio Souza
Quebre a sua taça da amargura,
Expulse do seu peito essa tristeza,
Jogue fora e delete as loucuras,
Encha a vida de alegria e de beleza.
Quebre o seu copo do veneno da ilusão,
Dê um basta à sua nostalgia,
Arranque a sua dor dessa paixão,
E enche de amor esse pobre coração.
Esqueça suas tristes desventuras,
Esqueça seus sonhos ou utopias e devaneios,
Pois as dores de amor é com novo amor que se cura,
Nada é o fim, sempre haverá novo começo, outro fim e outro meio.
Em cada taça de amargura ou de alegria,
A cada taça vinho um novo aroma e sabor,
Faça da vida o aconchego do seu dia,
Numa feliz busca da paixão e do amor.
A vida passa, a vida corre, o tempo urge,
Mesmo que tenha lhe deixado ou ido embora,
Sempre na vida quando um se vai, o outro surge,
Nunca mendigue, o amor é sentimento e não esmola.
Jogue ao vento os pedaços dessa taça,
Busque na alma com sua força aguerrida,
Pois não há mal, que o bem não se refaça,
Respire fundo, abra coração e saia pra vida.
Márcio Souza.
(Direitos autorais reservados)
O pior veneno que um cristão pode tomar,
é beber na taça da ignorância
o vinho da ilusão de que SEJA mais santo que seu irmão caído.
Estar CAÍDO, não significa SER alguém fracassado na vida cristã.
(Romanos 14:4)
Uma taça de vinho, flores em versos e o maior amor que há. Um amor que o mundo não conhece, que não está escrito...que a história não escreveu. Um amor que nem o tempo, nem o vento foi capaz de apagar, de levar...um amor que o destino traçou errado e colocou eu e você, separados.l
Não me chamem para comer no mesmo prato, tomar na mesma taça...meu estômago embrulha frente a sacanas, interpretes fajutos do povo " exceções raras" não me convidem a participar dessa farsa !
Metades
Tudo já foi metade
Meia luz, Meia taça
Meia volta, Meia Vontade
E volta e meia me perdia
As minhas loucuras
Nas suas curvas
Nas metades que me sobravam
Eu sempre voltava pela metade
“”Solidão é fazer um churrasco sozinho
É uma taça de vinho
E ninguém pra compartilhar
Solidão é um aperto no peito
É aquela vontade sem jeito
De ter alguém para abraçar
Solidão é um muito por nada
É um amor que quando acaba
Deixa marcas no coração
Solidão é pensar em você
E saber que teu querer
Está bem longe da minha mão
Solidão é assim
É vazio que restou
Deixando saudade
Solidão é o fim...””
Quem há de querer embriagar-se de mim? Sorver essa taça com volúpia e satisfazer a sede que o ressecou. Quem há?
Sorvo, em taça de cristal, as palavras dos poetas. Justifico assim os meus pensamentos trôpegos e os meus sentimentos bêbados.
Pegue sua taça de vinho, ponha sua mascara, você já está no baile mesmo. Beba o hidromel dos sátiros e dos faunos, deixe que a loucura báquica recaia sobre você. Se despesa dos seus pudores, dos seus conceitos moralistas e retrógrados. A musica entrará por seus ouvidos e deleitarão sua alma. Cante e dance, e faça o que mais sentir vontade, você vai morrer de qualquer jeito. Aproveite.
Tim Tim.
saudas
Tive saudade repente lemberi-me da taça e senti
saudade da bebida que estava bebendo...e no meio das lembrnças
e tentei me lembrar que gosto tinha e que cor era
qual era a bebida...ja nem mas sei,,fiquei embebecida e na busca
Fui procurando entre taças e cristais ,e num cristal foi que eu vi voce
.entao pode ver que a saudade era sua ,entre formas e pensamentos
Embebecida de amor com o coraçoa a pulsar sentir que tudo era voce
A saudade era de sua boca ,a bebida era do seu beijo
REDE NOTURNA
Chove.
Viro a taça degustando uma
saudade.
Não pergunte que eu lhe conto
até os silêncios que enterrei
na infância.
Deito na interrogação,
devaneio,
divãneio
e só calo reticente pra você
subentender.
Teço colcha em seu ouvido
ausente
com a linha que puxei
do carretel de meu
desejo.
Falarei de aprendizado,
de sorriso,
de esperança...
Não interessa.
Chove e é madrugada.
As palavras são somente
porque não há beijos.
DELÍRIOS DE AMOR
Sirvo agora minh´alma em tua taça
Para que me sorva de todo gosto
Esvaindo minha imagem em fumaça
Aparecendo a intenção do antes posto
Delira em sons gemidos aos meus braços
E em tuas entranhas como vinho nobre
Entorpeço teu pensar de razões deixo em pedaços
Alimantas minha fantasia, enriqueçe este pobre
Ah, que penso agora em toques e arrepios
Absorvo com avidez o perfume do teu desejo
Deixo-me saltar e meus olhos em ti despejo
Não há visão mais bela que tire a atenção
E paraliso o momento daquele abraço
Paro a mente num instante e disparo o coração
Minha taça transborda angústia e me embriago em minha impotência de ainda te querer. Me esfacelo em revolta, não aceito essa fraqueza.
Recordo de quando disseste para minha pessoa que nunca irias me deixar mais anos depois uma taça com meu sangue tomou, isso escrevo pois seu coração como labuzando me com seu sangue, que jorras de suas veias, meu coração e tolo minha mente fraca mais meus pesamentos iram mais longe que suas atitudes sabe porque? porque você já esta quase morta nesse chão banhado com nosso sangue.