Sujeito
O sistema de ensino que se auto declara eficiente, dentro de um modelo neoliberal de ser, ignora a falibilidade de qualquer processo diante de uma diversidade que compõe a realidade ao qual ele é submetido, logo, a excelência é uma máscara que os seus sujeitos agentes utilizam para receber os aplausos que cobre as carências com que os sujeitos pacientes continuarão a sofrer.
Amar e Trabalhar Disse Freud, Exige equilíbrio! Bem-estar, Biológico, Físico, Psicológico, Social, parte da pulsão de vida.
o desejo de ir até a cabeceira do leito não do paciente nem tratará as dores do amigo. Amar não é um sacrifício para ir até o paciente, o trabalho é enviado da parte do sujeito amado.
À medida que se rotula o outro, você se apresenta. Fala e representa-te. Esse assujeitamento também é você.
Todos os papéis desempenhados durante a nossa vida se encontram, mesmo que de maneira inconsciente, ligados ao sujeito vivo em nosso mundo interior.
O amor
a gente dá.
Se dedica por...
Se desrespeita em nome...
É tanta prova de...
Tanto pronome pessoal,
sujeito sem qualidades.
Que a gente vai achando
péssima a linguagem.
O sujeito não era nenhum gênio do crime. Porque diabos ele fez o que fez? Como conseguiu evaporar? Essa ausência de respostas me rouba o sono há mais tempo do que consigo lembrar. Apenas recentemente comecei a admitir que, neste caso, a ausência de provas é uma condição permanente – ou, no mínimo, uma condição que durará mais que eu.
Otimismo
Como os dias vão passando.
Que passem também as dores e
os falsos amores.
Que para trás fiquem a amargura,
o medo, e a falsa paixão.
Sorrindo vamos facetar o mundo.
Sem medo de sofrer, sem ter que ;
De algo correr.
Que a vida siga o seu caminho e o,
coração recrie e se renove depois
das desilusões e desventuras a que
foi sujeito.
Sejamos livres e soltos trazendo;
sempre a marca de um sorriso no rosto
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras. R.J
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
“Cada sujeito é um profissional do que tem domínio, de um simples vendedor ao doutor.”
Giovane Silva Santos
Sujeito
E esse sujeito que necessita de respostas as suas perguntas
E esse sujeito que necessita responder as suas perguntas
E esse sujeito que diz: Não a todo aquele que quer te ancorar
E esse sujeito que ainda não se permitiu ouvir falácias a teu respeito e se manter ausente em suas próprias questões
E esse sujeito que não quer abrir mão de sua verdade
E esse sujeito quer não quer abrir mão de si
É muito difícil para esse sujeito, se tornar como um deus que tem olhos mais não ver, tem ouvidos, mais não pode ouvir, tem boca, mais não fala, as mãos são suas, mas, seus dedos não podem tocar.
Esse sujeito precisa se reconfigurar de suas questões e tornar-se como um deus que nada vale.
Esse sujeito precisa deixar morrer, tudo aquilo que quer morrer
Esse sujeito precisa aceitar o vazio que nele habita, aceitar o inominável que nele habita
Esse sujeito precisa se submeter à sua falta a ser
Esse sujeito da falta, do furo, não tem um furo
Esse sujeito entende que nele há um rasco
Esse sujeito se vê como uma única estrela dentro de uma galáxia com bilhões de estrelas
Esse sujeito não dá de conta nem de si, como dar de conta da falta do outro?
Esse sujeito não quer isso e está decidido a mudar
O que esse sujeito não decidiu é quando estará preparado para isso
No subconsciente, por terem medo de acreditar que a mente tem desejos diferentes de se tornar o sujeito, há o desespero de se persuadir a se livrar do sujeito.
Nas condições de verdadeira aprendizagem os educandos vão se transformando em reais sujeitos da construção e da reconstrução do saber ensinado, ao lado do educador, igualmente sujeito do processo. Só assim podemos falar realmente de saber ensinado, em que o objeto ensinado é apreendido na sua razão de ser e, portanto, aprendido pelos educandos.
O radicalismo não deu certo em lugar nenhum do mundo!
A intolerância é a morte da civilização e consequentemente a aniquilação do sujeito.
Somos feitos da mais perfeita obra do criador.
Somos sujeitos a toda prova e correição...
Por isso se estamos do jeito, em descompasso
deleito, em que o mundo é uma farsa, nada vem de graça, tristeza, mentiras e desilusão.
Sou um sujeito cheio de recantos.
Os desvãos me constam.
Tem hora leio avencas.
Tem hora, Proust.
Ouço aves e beethovens.
Gosto de Bola-Sete e Charles Chaplin.
O dia vai morrer aberto em mim.
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