Sujeito
EU.
Se Eu tenho você
Eu sou o sujeito,
Se não tenho,
Sou apenas um sujeito
Sem predicado.
Sem você
Não existe predicado.
Sou apenas um sujeito,
Sem jeito.
Descrevem suas emoções
Compartilhando suas frustrações.
Através das palavras,que impõem em um poema.Alimentão nossos corações de diversos sentidos qual até nós mesmos desconhecemos tal cortesia ou desespero ...
Aquilo que é usado para interpretar algo como a distinção do mundo fundamenta-se na diferença entre representar e apresentar ações em desacordos lógicos (com interpretações do mapa das interpretação realista). A seiva da linguagem é análoga ao sangue dos animais: circula por vegetações e alimenta raízes, por absorção da solução existente no solo que é levada ao verdes por meio das células do xilema. São substâncias orgânicas. Tudo o que é verde é xilema. Todo o dilema surge sobre a questão do que é que habita esse reino do indecifrável absurdo, uma vez que não há algo a ser mostrado (em vez de dizer) e, de fato, caracterizá-lo como o oculto e desinteressante. O realismo como objetos que formam a substância do mundo manifesta bipolaridade essencial das proposições lógicas. Como representar sem linguagem?
Um sujeito provou que tem o dom de falar com os mortos. Mas os mortos ainda não provaram que tenham o dom de ouvi-lo.
O sintoma, é o significante de um significado recalcado da consciência do sujeito. [...] é uma fala em plena atividade, pois inclui o discurso do outro no segredo de seu código.
Ao adotar o sinthoma, o sujeito não luta mais contra ele, pois o aceita como seu, identifica-se com ele. Não é mais um corpo estranho, um parasita. É o resto do deciframento que ocorreu ao longo da análise e com o qual ele tem que lidar com aquilo que ele é.
Quando o sujeito chega ao final de análise, depara-se com o ponto de inconsistência do Outro, lá onde o Outro não responde, deixando o sujeito sem recurso, pois sabe que do Outro não virá qualquer salvação. O Outro não responde porque não existe, e o sujeito se vê diante da solidão originária, do desamparo. Nesse ponto de inconsistência do Outro, em que o sentido se perde e o apelo se esgota, o sintoma perde também o seu endereçamento ao Outro e aí se reduz a um toco de real.
Quais são os cárceres da pós-modernidade?
São eles que nos aprisionam?
A maior perdição do sujeito é observar e contaminar-se, atentamente, com o externo, esquecendo-se do interno. Quando se olha para dentro, aprende-se e inicia-se uma amizade, íntima, com o velho e humano senhor Tempo, sem perder-se com o que o nosso desejo não suporta.
Seria esse fato fruto da obvialidade?
Continuamos falando sobre o óbvio, porque ainda não conseguimos ir para além dele.
Sempre tem alguém melhor que você topando trabalhar por menos, por isso, o desemprego está grande e sua ex não está sozinha. 8|
O Eu e o Id é um narcísicos que diferem de outros registros no ponto de desenvolvimento com o qual devem se relacionar. Deve haver uma conexão narcísica entre o Eu e Isso, condição importante para a objetivação científica do sujeito com seu mundo externo (o eu ideal). (Lacan, 2010, p. 133)
O ego na teoria freudiana e nas técnicas psicanalíticas. Zahar.
Quando o homem assume a aceitação como norte de suas ações e desejos, ela deixa de exitir como um ser pessoal para agir como um sujeito social, com o seu individual irrelevante.
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