Poesias sobre Preocupação Social
Nas redes sociais todo mundo é feliz, amigo, legal, receptivo, ama todo mundo...mas a vida real muitas vezes à isso contradiz!
Nós não ajudamos as pessoas por ser algo bonito de se fazer; nós o fazemos porque é a coisa certa a ser feita.
A educação é negada ao oprimido justamente para que ele continue a sê-lo sem questionar, e a se orgulhar de fazê-lo se por acaso conseguir algum dia se "igualar" ao opressor.
O povo não sabe se fica no Facebook, no Instagram, ou no sei lá o quê. Isso tá mais pra distúrbio social do que pra interação social. 😌
A internet, que se popularizou a partir dos anos 2000, acabou com vida privada da pessoa humana. Agora é tudo escancarado pra todo mundo vê, até os documentos pessoais. O mundo virou um cortiço, sem privacidade alguma.
Os haters costumam ter a falsa impressão de que estão escondidos por detrás de uma janela virtual, e que podem xingar, ofender e tripudiar com qualquer um, como se isso impedisse alguém de encontrá-los e puní-los.
Pelos comentários que a gente vê nesses posts jornalísticos dá pra se ter uma ideia de como andou, e anda, a educação familiar e escolar no Brasil. Alguma coisa não está cheirando bem aqui. É tanto "lixo" espalhado, que chega a feder. É o trabalho dos "urubus", para garantir a "carniça".
Pessoas que não pensam por si mesmas podem ser facilmente manipuladas por interesses de gente mal-intencionada.
A felicidade é subjetiva, pois o que traz felicidade a uma pessoa pode não ter o mesmo efeito em outra.
"O Direito Previdenciário não trata apenas de benefícios, mas de dignidade. Defender um segurado é garantir que ele tenha o mínimo para viver, e isso não é favor, é direito!"
Você precisa entender que os donos dos capitais gastam milhões para te convencer a viver no mundo deles, onde você não tem valor e é apenas um peão manipulável. Lute por sua classe
A arte contemporânea brasileira tem que sair das famosas galerias brasileiras e ir de forma cultural, social, cidadã e educacional para as obras publicas nas periferias e nos bolsões de miséria espalhados nas principais capitais brasileiras. O artista plastico e visual que esteja distante disto, não percebe nossa realidade também não exerce sua justa ativa cidadania cultural e deve ser visto pelo mercado como um mero personagem equivocado de espetáculo, onde ele é a unica atracão "mamulenga" do picadeiro e a própria triste e indiferente plateia, desqualificada de um só espectador.
Os novos pensamentos e as ideologias são boas mas fracas as mudanças vem e acontecem nitidamente no mundo pelos interesses financeiros das classes dominantes...isto desde a Revolução Francesa.
Existem claras diferenças entre bondade e caridade. A caridade é um gesto espiritual baseado em um principio filosófico de fazer o bem, não se importando a quem, pelo prazer de dar o pão transubstancial a quem precisa. Já a bondade é uma ação social retrato de uma conveniência de fazer o bom, para determinados grupos, como instrumento social de resposta, geralmente aguardando retorno.
Os eventos, as festas, os shows internacionais milionários nas áreas mais nobres em todas as cidades, só se justificam se forem atreladas as politicas sociais, educacionais, artísticas e culturais, com as múltiplas periferias da grande cidade. O poder publico, toda vez perde uma boa oportunidade de reajustar valores para as famílias e os trabalhadores que vivem longe como dormitórios e no pé da subjugante grande pirâmide social e econômica. Falta em si, a inclusão social e o exercício de cidadania como plataforma, toda vez estes grandes eventos acontecem, ora por parte dos governos, das empresas publicas e dos patrocinadores.
Marxismo, Socialismo e Globalismo são vertentes do pensamento contemporâneo que propõem a diminuição populacional, a extinção do trabalho como gerador de renda e a inexistência de Deus como principio criador.
No universo acadêmico não existem aptidões masculinas e femininas. Todo conhecimento não tem valor de gênero e é importante para a formação, estudo e desenvolvimento humano nos diversos setores da sociedade.
A arte não é refém de governos e nem dos poderosos. Muito pelo contrario vive por criatividade em liberdade contra tudo que é imposto e não existe.
Uma sociedade doente, de famintos e miseráveis que sobrevivem a duras penas no distanciamento institucional, moral e social do equilíbrio ético financeiro. Aos poucos se desfaz de toda crença da magia do sublime. As festas natalinas são esquecidas e caem em desuso e toda expectativa maior de felicidade momentânea, gira em torno da chegada do decimo terceiro salario. A pirâmide social vira um cone, caminhando para baixo pelo estreitamento de oportunidades, até atingir o único ponto isolado eqüidistante escravo, do topo da pirâmide.
A cultura e a arte negra amadurecida e consciente, deve se separar dos modismos como oportuna expressão.