Poema de Criança
Quando pequenos aprendemos pelos 6 sentidos.Audição,Visão,ofato,Paladar, mediunidade intuitiva. Só Depois lemos e escrevemos.Muitas vezes devemos pensar com inocência e sabedoria e imaginação de uma criança para ter respostas.
A mídia apresenta o relativismo radical como sendo a vontade da maioria dos indígenas e mostra os brancos como vilões que impõem mudanças não desejadas pela comunidade. Ela apresenta um discurso persuasivo e ingênuo sobre a preservação da cultura indígena e “pureza cultural”. Com isso, é consequentemente aceito e reproduzido pelos receptores menos pluralizados (a massa) pois acreditam sem reservas na veracidade dos fatos sem questionamento. Isto acontece porque o infanticídio é um assunto polêmico, portanto evitado nas tribos indígenas, onde a maioria dos membros das comunidades que sofrem a dor do infanticídio, se recusam a falar sobre o assunto pois isso pode render-lhes penalidades impostas pela própria cultura.
O jornalismo diário trata com leviandade a questão do infanticídio devido a falta de coleta de dados sobre a cultura e o direito nas comunidades indígenas. Este fato se dá porque jornalistas e autoridades como antropólogos ou sociólogos não gastam tempo suficiente morando nas tribos, recolhem dados superficiais ou impressões que muitas vezes são irreais ou isoladas dentro das comunidades.
O jornalismo diário não atenta para as questões do infanticídio como assunto relevante porque além do distanciamento demográfico, é necessário que os próprios indígenas que sofreram perdas, se posicionem sobre o assunto mediante a sociedade. Até agora, as vozes que se levantaram para defender a causa como prática cultural aceitável geralmente não são indígenas e são reconhecidas como autoridades na sociedade branca. São eles: antropólogos, indigenistas e jornalistas dentre outros.
Sobre infanticídio nas comunidades indígenas do Brasil?
O jornalismo diário apresenta a cultura como superior à lei do país, pois se apoia no relativismo cultural defendido por antropólogos e indigenistas.
— Que vamos fazer? A gente não pode contentar com uma parte menor ainda das safras. Estamos na miséria. As crianças tão sempre com fome. Não temos roupas, só farrapos. Se toda a vizinhança também não fosse assim, a gente teria até vergonha de ir à missa.
(As Vinhas da Ira)
Enfrente as adversidades da vida com paz, amor, esperança e bondade para que no fim não ajam arrependimentos e tenha a mesma inocência de uma criança feliz.
Quando a cor de esmalte de alguém ganha mais 2 mil curtidas e qualquer ação de cidadania ou ajuda às crianças vítimas de abusos diversos é minimamente visualizada, eu chego a pensar com certeza... que mundo é esse?
O amor é um estado natural e original do nosso SER, - Para algumas pessoas este estado esta hibernando e quando é despertado, - voltamos a ser um SER de AMOR... E logo, voltamos a ser criança... Sem preconceito, sem julgamento e sem corrupção! Este é o nosso estado original humano e precisamos acordar urgente! Acorde agora! Por um mundo mais tolerante e com mais amor! Vamos voltar a ser criança?
Mantenha a mente do principiante e seja feliz com os pequenos fatos do cotidiano. Exercite olhar para as pessoas e para as coisas como se fosse a primeira vez. Agindo assim, nunca perderá a ternura pela vida.
"Se um dia, metaforicamente, derem-me a oportunidade de reencarnar em outra pessoa após a minha morte, eu serei a única criança que não desejaria nunca a ser adulto."
E que os nossos dias sejam a prece que nos fortalece, a paz que nos tranquiliza, a união que nos edifica, o amor que nos humaniza. Que os nossos dias sejam o olhar de uma criança e a sabedoria dos idosos. Por fim, que não precisemos esperar o bonde da felicidade passar por nossa porta, porque já partimos em voo... Que tenhamos pressa em ser feliz!
A vida passa, a gente se diverte, daí a gente esquece das coisas. Eu me divirto para esquecer das coisas.
Todos fomos crianças. Todos sem exceção, não importa a condição de vida em que vivíamos, montávamos nas asas da imaginação ao brincar com coisas simples. Me lembro de uma reportagem onde até o repórter chorou ao visitar uma zona de extrema pobreza. Tinha um menino que brincava com ossos, fazendo de conta "que aqui é um boi, aqui é o filhinho do boi, aqui é uma mesa, etc". Faltava-lhe tudo: moradia decente, água, comida escassa, muito escassa. Roupa, só uma. Mas tudo isso não o impedia de voar dentro da sua própria imaginação. Todos fazíamos isso. Me lembro que eu e meu irmão com uma poltrona e 4 cadeiras e uns pedaços de fios, tínhamos uma carruagem do velho oeste. Que montar uma árvore de natal com bolinhas feitas de papel alumínio e algodão nos lembrava na neve que nunca vimos e do Papai Noel que já sabíamos não existir a não ser na nossa imaginação. Um lençol e 4 cadeiras era nossa cabana, que também podia servir como nossa caverna secreta. Hoje sofro de adultice, mas, não deixo meu lado criança de lado. Se consigo ter uma televisão desejada, nova, me sinto como quando meu pai comprou uma: levantava bem cedo de manhã várias vezes até me acostumar, simplesmente para ver se a televisão continuava no mesmo lugar, pois sabia que dali sairiam aqueles desenhos, aqueles filmes, aquelas novelas, e me levariam também ao mundo cheio de imaginação e fantasia. Hoje as pessoas se levam a sério demais, perderam a sua criança interior. Algumas estão comigo: ainda são capazes de sonhar, de voar no mundo da imaginação, deixando um pouco de lado o mundo cheio de problemas a enfrentar. E você? Onde está sua criança interior?
É o equilíbrio, a firmeza e a paz, às vezes também o amor, que permitem a alguém jamais abandonar uma criança, qualquer que seja a idade desta.
Quando vivemos uma paixão achamos que é para sempre e com o tempo aprendemos que o pra sempre nao existe.
Opostos que assustam: Crianças abandonadas nas ruas sem direito algum e crianças abandoadas em casas opulentas sem dever algum!
Tenho saudades do tempo em que minha única preocupação era construir um castelo de areia que não desabasse; do tempo em que dor era somente a do Merthiolate; em que deitar na cama entre meus pais era o suficiente pra espantar o medo; um tempo em que meus erros eram corrigidos simplesmente com uma boa palmada. Sinto saudade do tempo em que o sabor das coisas era mais intenso e um mero chocolate com gosto de parafina alegrava o dia; das nuvens feitas de algodão, que em segundos passavam de dinossauros a coelhos; daquele tempo em que dormir na sala e acordar na cama era um milagre inexplicável. Tenho saudades do tempo em que desilusão era descobrir que Papai Noel não existe e, ainda sim, esperar ansiosa pelo Natal. Sinto saudade dessa literalidade, da simplicidade, da fé intrínseca e inconsciente em Deus. Não me interessava o amanhã, não me preocupava com ele, o hoje era suficiente, e por hora, apenas o resistente castelo de areia bastava para ser feliz.
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