Perdi um Amor

Cerca de 581 frases e pensamentos: Perdi um Amor

Se foi
Se esvaindo
Perdi

Meu coração em pedaços
Não posso mais ter você
Todos os meus destroços
Apenas queriam te querer

Grito em silêncio
Não posso falar
Apenas penso
Cheguei a te amar

Ainda sinto
Sinto muito
Acabou

Inserida por Lalice

⁠A vida sambou na minha fronte
Eu com cara de ontem
Me perdi em pensamentos vãos
Cadê minha dignidade
De ainda gostar assim
De quem está nem aí pra mim
A vida sambou na minha cara
Mas eu aprendi
Agora aprendi a resguardar meu coração

Inserida por palcodasflores

⁠Lua entre nuvens

Coitada da lua
Perdida entre as nuvens
Baila e flutua
Coitada de mim
Perdida em seus braços
Apaixonada assim
Pobre de ti,
Pensando me possuir
Acabou preso a mim.

Inserida por juliana_rossi_1

⁠Quando a medicina me escolheu perdi momentos e ganhei vidas...

Inserida por mateusgenese

Por amar demais
EU JÁ PERDI!
EU JÁ SOFRI!
EU JÁ CHOREI!
EU JÁ PERDI O CHÃO…

Enquanto caminhei no mundo dos homens
Só encontrei desilusão,
Mas nos braços de Deus
Encontrei meus braços,
Braços que somados aos meus
Me fortaleceram
E me tornaram novo outra vez.”

Inserida por VALDECIR1967

É de Coração

Eu sinto você, morro de saudade, falo isso de coração. Eu não perdi a minha vontade de sorrir, de dividir meu banheiro ou o meu espaço com outra prometida do destino, mas repito de coração, morro de saudade de você. Meu relacionamento com você foi puro e duradouro, não esperava que acabasse um dia, fiquei surpreso, ele deixou marcas, mas também me deu tatuagens com os significados sobre o verdadeiro amor. Em legítima defesa confesso que já matei alguns sentimentos, mas como um artista, continuo desenhando o seu belo rosto todos os dias na minha mente. Estou ouvindo alguns conselhos e deixando o tempo me ensinar a ser intolerante com a dor, busco entrar num estado de espírito "pacificador da alma e do coração" para criar um novo canal que me leve a acreditar novamente no amor.

Inserida por Ricardossouza

Doces e limões


Como um tolo vivendo atrás de sombras, perdi o juízo por acreditar no teatro produzido pelo falso amor.
No mundo obscuro desse amor, as fantasias de viver um sonho sem fim foram o ponto máximo, mas as dúvidas eram transparentes assim como a tormenta era de se desgastar os olhos.
O essencial foi ignorado, as decepções hoje andam com pernas de pau gigantes no picadeiro da vida, já a vingança se mantém oculta no meu coração amargo.
Entre doce e limões carrego no peito a saudade e as lembranças do que foi bom e do que foi ruim.

Inserida por Ricardossouza

⁠Me perdi de mim, e nem foi tão fácil achar o caminho. Mas pelo menos quando penso em você, é quando eu me sinto menos sozinho.

Inserida por danmelga

⁠Dói saber.

Olhando para trás, dói saber quanto tempo da minha vida perdi esquecendo de sorrir porque estava muito ocupado fazendo os outros felizes.

Quantos sonhos não realizados, quantos projetos inacabados, porque estava muito ocupado realizando sonhos e projetos de outras pessoas.

Dói.

Dói saber que o tempo passou e a pessoa a quem você jurou seu amor, hojenão diz nem a primeira letra.

Dói.

Dói saber que meus cabelos ficaram brancos, meus olhos estão enrugados e não sou tão forte quanto antes.

Me dói saber que o tempo passou e que você se foi, deixando-me nesta solitude chamada desamor.

Inserida por VanderleyAndrade

⁠SAUDADE QUE CONFESSO

Depois que te perdi, só depois, da tua partida
Senti no peito, um vazio, que cá eu confesso
Um calafrio na alma, aquela pior dor sentida
E, se há igual, parecida, afirmo, não conheço
Suspiros sofrentes e aquele choro espesso
As noites tão compridas na ilusão perdida
Ladeando a emoção, cujo o certo endereço
É o coração, que arde numa aflição sofrida

Depois que foste, só depois, singular paixão
Me vi significado em uma constante tortura
De sussurros duma surtada dorida contrição
De não retribuir, a ti, o carinho que me dava
Com exatidão, repondo com minha ternura...
Ah! Saudade, está sensação, não imaginava!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 janeiro, 2023, 19’56” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

orfandade

os soluços secaram
não choro mais
as lágrimas me sufocaram
perdi você no cais
e amanhece o dia
pra vida, tanto faz
o pranto é da minha poesia...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro de 2019
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

⁠DESPEDAÇADO

Vejo os cacos de mim, cá derramado no cerrado
Enrabichado, me perdi, nem mais sei quem sou
Na poesia, o pesar é vivo, e se vivo ainda estou
Me restou o sentimento no pedaço despedaçado

É o desejo quebrado, e uma solidão tão gigante
O meu sussurrar de paixão não pode ser ouvido
São tantos suspiros que no coração foi perdido
Que a inspiração emudece numa aflição falante

Oh, sedutor amor, custoso, se acaso você existe
Dá-me a paciência e a tranquilidade dum aporte
Pois, cá na emoção me esgotei de estar tão triste

E do viver, a melancolia é o meu pesado motivo
Frágil, manso, suxo e duma ilusão não tão forte
Sou só um poeta sonhador que do amor é cativo

© Luciano Spagnol poeta do cerrado
02 outubro, 2021, 05’27” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠QUE PERDI...

Não te peço a inspiração apaixonada
nem as paixões que dantes me deste
nem o singular acaso que me avieste
ó soneto! Dá-me a pacatez, mais nada!
Os versos de amor que, então, fizeste
outrora, não te peço! Seja reservada
a doce sensação. E não seja jornada
a saudade viscosa, duma dor agreste

A uma prosa carinhosa inteiramente
não te peço! E nem a glória engaste
na trova dum pranto que versa aqui
Velado, pouco peço! Tão unicamente
tão somente, o encanto que furtaste...
Volta-me, ó gozo, da poética que perdi!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
4 de maio, 2022, 20’43” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

VERSOS GENUINOS (soneto)

Não me devaneei na quimera... Perdi-me
Na indecisão, entre os amores. E descobri-o
Junto de ti, vivo, bem vivo... E tão gentio!
E na escolha do querer, ao coração sublime

E há mais do que galgar, sem ser íngreme:
Há o que no desejo, ao tocar, tem arrepio
E no olhar, o tal brilho, aquele que é luzidio
Que faz histórias, e aos sonhos não oprime

Ah! Como é bom contigo estar, ó prenda!
Tão ansiada. Onde a paixão não é fugitiva
E entenda: - és tu a mais feliz das alegrias

Se é uma terna ilusão, ou talvez uma lenda
Assim possa, então, à inspiração ser cativa
E ao amor, os versos genuínos, das poesias

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
09/01/2020, 06’35” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

Bati a cabeça na quina
E no sangue que escorreu
Sequei.
Perdi memória e cafeína
E o pedaço que caiu
Deixei.

Cansaço de todas as quedas
Venceu o meu mar de cruz.
Desde lá, o meu peito carrega
Receio no que conduz.

De preto e branco – e transparente
Sobrou nem sei o quê.
Só um tom indiferente que nem deu
Pra conhecer…
E aí
Veio sua cor no meio da minha fraqueza
Lembrando que construir muro
Nunca é fortaleza.
Derrubando o meu eu de mentira
Só pra (eu) me encontrar.

E aí
Veio pra me colorir
No meio da pobreza
Lembrando que eu estava tendo
Mais gasto e despesa
Sendo de uma planeta morto
Só por controlar.

Agora
Traz o seu universo e faz de mim
Um coliseu
Deixa eu conhecer a cor
Que não nos pertenceu…
E fazer dela mais bonita
Pra nossa chegar.

Qual é o tom amarelo
Que te escureceu?
Deixa eu conhecer a dor
Que não reconheceu
Que o ouro estava escondido
Onde a gente dançar.

E aí
Eu me encontro por ser sua
E você por ser meu.
Aí cê vira mais de si
E eu cresço no que nos doeu
Lembrando
Por que eu voltei a mim
Pra te somar.

Tira esse casaco, a camisa
Chega e me aflora
Que só quem sente frio é quem
Pode escolher
Como fazer conforto e juiz.

Abre a tampa do buraco
E não nos deixa fora
Que só quem cai no fundo
É quem pode enterrar morto
E fazer raiz.

E eu colo as nossas bochechas
No meio dos invernos
Enquanto acham, eles
Que o (só)l é perspicaz.
Qual a cor das suas queixas
E do que lhe é eterno?
Eu quero lápis nos pedaços
Do que nos ré, faz.

Se os mais fortes
São os que sentem muito
Como eu diria há um tempo atrás…
Que cor é que o seu planeta
Pode ser e traz?
Tô te pedindo um passaporte
E ele não é gratuito
Qual o preço do planeta
Onde o pouco
Não é muito?

Vem
Ser o troco
Do que a vida nos deve
Vamos como em um filme
Com coragem de olhar.

Vem ser tudo de uma vez
Que é o suficiente
Pega essa lanterna
Para (só) assim,
Nos assombrar.

E aqui
Bato a cabeça na quina
Espero que limpe o sangue
E que compartilhe o seu.
Vou abraçar sua cicatriz
Se formos tipo gangue
Dentro de um museu.
Que eu quero você completo
E sem nada para esconder
Qual é a cor do seu planeta
Onde o meu pode caber?

Quero que tudo de antes
Seja pra explicar a força
Do que vem agora
E que essa não seja
Mais uma pandora.
Eu vou abrir a caixa
Porque, aí, me achei
Se ser leve é levar
Pra que descartar
O que nem poderei?
Porque já nos bordei
No que lembrei de mim
E no que eles perdem
Por demorar no sim.

Será
Que a vida veio nos pagar?
Será
Que a poupança nos
Poupará?
Será
Que a pergunta pode
Não
Nos machucar?
Será que podemos ser
Com ponto
No será?

Eu sei
Que mesmo se não ficar
Deverei dever um tanto
Por cê ter feito
O me encontrar.
E eu só espero
Que tenhamos a inteligência
De nunca mais tanto voltar
Ao que seria nossa ausência
E fraqueza por não chorar.

Então,
Qual a cor, me diz
Pra desvendar seu planeta
E não morar de aluguel?
Eu quero te colorir
Passeando em um cometa
Onde bater a cabeça
Não seja algo cruel.

Cê promete me sarar
E nunca fazer buracos
De balas
Para depois dar band-aid?
Quero sentar na sua mala
Fazer dela a nossa sala
E nos fazer viver
De sede.

Inserida por poeticos

⁠Não me peça para viajar no seu mundo novamente... Eu quase me perdi da última vez (...).⁠

Inserida por MayconHalss


Você,
Meu sonho,
trancafiado no fundo do coração.
A chave?
Perdi!
Mas, o sonho está lá...
E eu posso lhe sonhar pela vida inteira...
Haredita Angel
16.06.12

Inserida por HareditaAngel

Rosa Eterna

És poesia em mim em línguas sem fim,
Minha rosa com espinhos, dás-me o juízo perdido,
Perco-me no labirinto das curvas do teu corpo esculpido.

O efémero da vida em ti se revela,
Mas quão infinita é a felicidade nos teus braços,
Nos teus cabelos, brisas de madrugada se enredam,
No teu toque, encontro a paz, sem embaraços.

És a melodia silenciosa dos meus dias,
O verso oculto que ilumina a escuridão,
Na tua presença, o tempo se dissipa,
A eternidade vive em nossa junção.

Teu olhar guarda segredos das estrelas,
Teu sorriso, sol que desabrocha em sonhos meus,
Entre espinhos e flores da nossa imaginação,
És o poema que escrevo com o coração.

Entre a realidade dura e a fantasia,
És o universo onde me perco e me encontro,
És a essência que em versos confio,
No labirinto da vida, teu nome entoo com encanto.

⁠Segunda Metade

Eu corri tão depressa, sem olhar pra trás
Me perdi nas promessas que o tempo desfaz
Colecionei cicatrizes, deixei sonhos no chão
Acreditei que a vida era só ilusão
Mas agora eu vejo, há mais pra viver
Não é sobre o tempo, é sobre aprender
A segunda metade é pra me encontrar
Costurar os pedaços que o vento levou
Fechar as feridas, deixar cicatrizar
O que a primeira metade quebrou
Já não busco respostas em quem não ficou
Nem carrego saudades do que não voltou
Cada linha no rosto é um mapa, um sinal
Que a vida começa depois do final
Se a dor foi um dia meu porto seguro
Agora eu navego sem medo do escuro
Porque sei que o sol sempre vai despertar
E o que me feriu já não pode me quebrar
A segunda metade é pra me encontrar
Costurar os pedaços que o vento levou
Fechar as feridas, deixar cicatrizar
O que a primeira metade quebrou
Não sou quem eu era, mas sou quem eu quis
A segunda metade me fez mais feliz

Inserida por kauanpinheiro

⁠Mais uma vez sonhei com você e mais uma vez te perdi. Como no sonho, também te perdi na vida real, e como na vida real, a dor foi silenciosa e dolorosa.
É difícil não te ter aqui, é difícil não te amar, e mais difícil tá sendo tentar ressignificar todo esse sentimento que há em mim.

Inserida por EvaCordeiro