Perder a Liberdade
Quando, em toda a história de seu país, o governante mais justo foi um autocrata, o povo perde seu interesse pela liberdade.
Eu e mais eu na soma de todos os direitos perdidos,
na vertigem da batida sou um mero sonho,
sobre alienações sou o repente perdido na noite...
tudo pode ser visualizado e curtido e ainda ignorado,
desdem sem sombras de duvida ainda assim curtiu...
É da Vida Que se Canta o Destino
Nem tudo que se perde,
É perdido de verdade.
Há sempre uma brecha,
Que nos deixa uma fresta,
Num sentido de liberdade.
Nem tudo que se acha,
É achado de fato.
Existe sempre um mistério,
Na parede que se fecha,
Que a maçaneta não mostra,
Da chave que não abre a porta.
Nem tudo que se vive,
Colhe dentro um existir.
Perde-se o que se quer
E acha o que não se procura.
É da vida que se canta o destino,
Quando da vontade morta, nada suporta,
E vai-se deixando o tempo à toa seguir.
O homem, quando orgulhoso, transforma sonhos em frustrações, futuro em momentos e amores em perdas. Quando deixado criar raiz, o orgulho floresce suas magoas e faz brotar os seus rancores. A impiedade o acorrenta e o aprisiona em seu próprio eu. Quem assinará a sua liberdade? Quem sarará as suas feridas? Emfim, amar é a saída que o trará paz! Quando deixado entrar, o amor torna-se a luz no cativeiro e a esperança para o cativo. O amor é o remédio para as feridas e carta de alforria em tempos de escravidão. Deixe o amor entrar. Permita-se viver. Liberte-se. O amor é cura!
Quando perdoamos, lamentavelmente equivocados, achamos que refere-se a alguém. Aos poucos percebemos que, na verdade, nós que fomos libertos de nosso próprio cárcere mental
Só dar valor depois que perde? Nem sempre tem coisas que perco que dou graças a Deus, por ter mim livrado
O Perdão que você libera, é o perdão que você recebe, o perdão não liberta a outra pessoa, o perdão liberta você !
Aí os pensamentos ficam prolixos e se perdem em direções difusas como pássaros atônitos e dispersos querendo voar dentro de ti e mesmo com a gaiola aberta, não o fazem. Não conseguem sair do lugar. As vezes a liberdade também é uma forma de prisão lá fora...
Ame, perdoe e seja feliz agora, porque a vida e traiçoeira e mais tarde sua vela pode está apagada.
Solitário e Livre
Só quando o homem perde-se tudo é que ele se tornasse soberano e quando digo se “soberano” refiro-me soberano de si mesmo. Não mais escravo de si mesmo, não mais escravo de si próprio, como tal dos próprios impulsos. Por isso pode-se esse homem tornas se: vilão, herói, um deus ou um demônio. É um homem simplesmente livre do próprio ego e dono de si próprio.
O homem torna-se um vazio solitário, felizardo por estar livre ou ao mesmo tempo arrasado perseguido por seus traumas.
Quando o homem perde-se tudo deixa de ser escravo dos próprios impulsos, então com isso me refiro que o homem deixa de ser escravo de si mesmo. E se torna dono de si mesmo, dono dos próprios impulsos, por fim tudo isso é domado por ele próprio, por ele mesmo.
É um homem que inspira as alturas e nela se reflete a sua imagem de um homem livre e soberano.
O homem tolo permanece tolo, um escravo de si mesmo e a sim permanecerá domado pelos próprios impulsos, sem nada de grandioso a oferecer a si mesmo e nem para o mundo. Não pode ser então um: herói, vilão, demônio ou um deus ou simplesmente livre. É apenas um medíocre, um homem comum, preso na própria ignorância da sua própria mediocridade.
Dentro do útero dessa própria construção virtual criada pelo homem ele permanecerá e não nascerá e a sim viverá esse circulo virtual de nascimento, crescimento e morte dentro da sociedade.
O homem comum não presta para ser grande. O homem grande não serve para ser comum. O homem medíocre serve para ser comum. A sim como o grande homem não serve para ser medíocre. E isso é uma lei universal plenamente cósmica.
Tudo que eu quis era deixar para trás tudo aquilo que eu nunca tive. Para no mundo mim perder por puro prazer de viver. Nos altos picos alcançar os céus... para a sim minha alma transcender. Muito além de mim. Num ato de um puro prazer de viver em plena natureza. Numa total e pura liberdade.
Um coração livre cheio de amor pela natureza. Perdido na própria natureza. Longe de tudo que nunca tive. Mas perto de tudo que sempre foi meu. Que sempre foi a liberdade... a liberdade... a pura, livre; selvagem liberdade. E nunca mais a me fazer a voltar a doente e corrosiva civilização. Só eu meu coração e toda emoção que a liberdade me trazia.
Meu amor me tornou livre. Então livre no exato momento eu me tornei. Tudo que tinha eu já tinha perdido. A sim como tudo aquilo que nunca foi meu. Restava então perder a mim mesmo. Nas densidades das matas em um êxtase profundo de meditação em plena natureza. Um homem livre cujo o coração cabia todo amor pela própria natureza.
Estava livre a viver de ar e da natureza. Livre a pisar sobre montanhas. Livre a me perder nas matas densas. Um livre sentimento de liberdade em busca de conhecimento e liberdade.
A natureza livre me fazia e nela me encontrava, não mais perdido no caos social e frio da civilização. Mas como um filho no colo da mãe. Um louco a fugir do mundo viajando leve pela estrada. De encontro a natureza. Para nas matas densas por amor me perder. De tudo que a sociedade de mim rejeitava, a natureza de mim tudo aceitava. Na estrada só busquei por verdade e sinceridade nas almas das pessoas. Era a única coisa que delas exigia... verdade e sinceridade e nada mais.
Perdoar...
Perdoar não nos torna melhores do que os outros, mas nos torna melhores para nós mesmos.
Quando perdoamos alguém que nos machucou, estamos perdoamos também a nós mesmos. Isso mesmo!
Pois erramos também, e como Jesus disse: "perdoe para que também sejam perdoados".
Dê a essa pessoa o seu perdão, e seu coração sentirá leveza. Você não precisa e nem é obrigado a continuar próximo à essa pessoa, mas seguir em frente sem essa mágoa vai lhe libertar e o libertar. Fazendo isto, essa pessoa pensará duas vezes antes de magoar alguém, pois ele também sentirá a transformação do perdão.
O perdão é a liberdade da alma.
Me perdoem aqueles que pararam no tempo, mas, eu não cheguei até aqui aceitando modelos linguisticamente limitadores.
Foi justamente por questionar a ineficiência deles que me propus a ir em outra direção.
E essa direção é aquela que liberta e transforma através de uma linguística que cumpre o seu papel de abrir caminhos para a fala acontecer.