Paradoxo
Vivendo como se fosse alienada
Tendo a vida como inimiga
E a morte como aliada
E esse paradoxo me fadiga
Sigo tendo o medo como combustível
Vou andando um passo de cada vez
Nessa situação tão lastimável
Vencer e focar eu possa talvez
Não quero cair nesse abismo
Que leva a auto piedade
Não que seja ceticismo
Por que quero viver com dignidade
Não creio que um milagre me aconteça
Por que tudo se ganha com muita luta
Por isso levanto a minha cabeça
Disposta e resoluta!
Prisão e Liberdade
Para ela, ele foi a prisão e a liberdade...
Mais um paradoxo, porque ela sempre foi excelente nisto, meiga e fria... Dia após dia.
Assim ela se levantava a cada nova manhã e agradecia a dádiva da vida,
E ao se deitar, pensava...
Naquele alguém que não a pertencia.
Pensava naquele alguém que por anos criou em sua mente,
Para não ser só, não apenas nas manhãs frias, onde que por mais que agradecesse ao acordar, era real a saudade desse "alguém " que ela não possuía.
Era sua prisão, acreditar em segredo que aquele alguém também continha o medo, do real que gera consequências e preferia sonhar na fantasia ao se arriscar na realidade.
Ele era seu fim e a sua liberdade para ter um fim que ela jamais conseguia encontrar para seus engenhosos começos,
E com toda a angústia passada ao longo de anos, sua esperança jamais foi abalada.
Porque todos os dias ela se levanta e ainda agradece por um novo dia e ao se deitar sorri ao lembrar daquele alguém que jamais a pertenceria.
Interessante paradoxo:
"Dica de sucesso: Se você quer ter sucesso não conte tudo que sabe.
Dica de vida: Se você quer ser iluminado conte tudo que sabe."
Com o tempo, percebi que a minha liberdade é o paradoxo entre a natureza independente e a prisão ao mundo. Afinal, ser livre é estar preso à vida!
Uma das coisas que me deixa triste na sociedade é esse paradoxo que existe no meio feminino de que homem nenhum presta, de que todo homem trai e mente... Isso inclusive faz com que muitos se tornem assim pelo fato de ja serem considerados assim. Mas eu vou me manter ná minha convicção de que meu carater é o que tenho de melhor, e se não sou reconhecido por isso, tudo bem, eu sei mais de mim do que qualquer outra pessoa.
O teu tênis verde, é um paradoxo. Pois eu acho ele horrível, mas fico radiante quando o vejo, pois sei que é você quem se aproxima.
Às vezes, é mais útil guardar-se certo conhecimento para si, tornando-se isento do paradoxo universal; doque abdicar de seu tesouro para aloprados plangentes.
Vivemos em mundo paradoxo. Ele pode ser tão lindo, quanto ao mesmo tempo tão horrível. Esse é o mundo em que vivemos. Um paradoxo. Ele é lindo fisicamente. Tão atraente quanto Ashton Kutcher. Mas se você o observar por dentro, pelo que as pessoas fazem dele, você se assusta. Sabe, às vezes deixo minha mente viajar automaticamente. De repente ela está na África. Eu me pergunto como pode ter pessoas morrendo de gordas enquanto outras morrem de fome. Eu não consigo compreender isso, não me entra na cabeça. Isso é absolutamente ridículo, e o mais impressionante é que as pessoas não se mobilizam para mudar isto. Eu sou apenas um pequeno peixe neste oceano grande. Talvez se eu fosse um tubarão, eu conseguiria mudar alguma coisa. Se eu tivesse poder pra isso... Vejo pessoas morrendo de câncer ou sei lá mais que tipo de doença. Então eu li que a cada minuto existe alguém no mundo cometendo suicídio. Pessoas que tem dois carros, duas casas e sei lá mais o que. Sabe, acho que viver nesse luxo deve ser legal, mas você poderia estar ajudando alguém que vive na miséria. Nós não precisamos do luxo para ser feliz. A felicidade não está aí. Você poderia deixar de ser um pouco egoísta e abrir mão do seu luxo. A sua consciência não pesa? Ou você evita pensar nisso? Pois não deveria. E então você não se pergunta que mundo é esse? Onde tem gente roubando comida e sendo presa por isso? Onde tem "gente" matando e espancando pela cor da pele? Onde tem gente esperando o restaurante fechar pra depois ir catar a comida do lixo? Onde tem gente se suicidando porque o seu amor vai se casar com outro amanhã? Você me entende? Você consegue viver tranquilamente com isso? Eu não. Isso é apenas mais uma das causas pelas quais eu me pergunto se realmente vele a pena viver neste mundo.
Saudade é aquilo que nos mata, ao passo que nos mantém vivos... é um paradoxo doloroso... (Anderson C. Sandes)
o paradoxo da minha alma é simplicidade que deixa alma no vazio,
embora solitude branda os extremos do coração não se despõem,
em momentos afio as tribulações são marco do desejo,
disposto entre o atroz sentimento dedicação bela solidão,
transpor o fato meramente falta moral,
mais a moral é conceito morto nos dias de hoje bem como a decência,
tudo parte do partido da mídia que transferi aos corações famintos...
pelo consumo;
atirados num mundo de fetiches sem fim, declaro meu coração livre.
num desejo sem fim minha toca uma musica cantada a muito tempo,
não são marcas ou coisas que farão minha vida,
será meus pensamento na solitude da minha vida será parte do meu coração.
por celso roberto nadilo
O paradoxo é que a sociedade está cada vez mais individualista. O termo cada um por si vem se tornando parte do dia-a-dia do ser humano.
O paradoxo não é uma invenção humana, ou apenas uma teoria, o paradoxo existe desde quando o Universo nasceu.
Vivemos em um paradoxo de liberdade!
Uma dádiva de poder escolher a maneira a qual sofreremos, passamos a vida escolhendo o que não podemos pensar, falar e principalmente fazer.
Uma liberdade cativa, por nossas traiçoeiras decisões.
O Paradoxo do Silêncio
O silêncio traduz um tanto da incompreensão, um quê do pecado de se permitir elaborar uma linha ou duas de discórdia, destas que condenam nossos desejos e expõem nossas limitações.
O silêncio que irrompe na madrugada, difere do que se esgota no torpor do sonho, quando a imagem define “o tom” da fantasia. É persuasivo, quase que personificado no contorno de nossos dogmas existenciais, muitas vezes pouco pragmáticos.
O silêncio desenha em sua sinuosa ilusão de permissividade, o sedutor intervalo de sobriedade que irriga o sangue de nossas derrotas e o consolo de nossas mentes desertoras.
O silêncio golpeia a indiferença de faca em punho, ainda que esta possa esconder-se sob o artifício de belas palavras. Estas, ele habita, instiga, investiga e por que não, PALPITA, permite que tomem forma, cede generosamente seu lugar para que pulsem.
O silêncio é um espaço que converge para as rimas, que abriga um tanto do sorriso contido pela ânsia de seu preenchimento ou dispersão. É um antídoto contra a ansiedade.
O silêncio é o representante legal da criação, a gênese do saber, o marco zero de nossa sapiência tão relativamente dialógica. É pacifista, tolerante, conciliador. É o que pode diferir o esperto do sábio: "quem cala NEM sempre consente", ainda que se sinta que já não se pode sentir.
Há quem o veja paradoxalmente como agente perturbador, ou porta-voz (?) da indiferença. Mas o silêncio porta-se como o tempo, senhor de si e de tudo que rege, ponderado e cabível além de nossas falíveis tentativas de mesurá-lo ou de julgar sua legitimidade.
O silêncio ainda que subjetivamente reconfortante, inscreve-se no coincidente da alma humana – o pensamento – que assim como o tempo, é sempre um relevante aditivo em nossa frenética descoberta, ainda que esta só revele-se na inexistência das respostas que tanto racionalizamos, em intervalos de pouca (ou nenhuma) sobriedade de nosso ânimos.
Esse é o paradoxo da autoestima: baixa autoestima geralmente significa que eu tenho um conceito muito elevado sobre mim mesmo. Estou muito envolvido pessoalmente. Sinto que mereço mais do que tenho. A razão de me sentir mal comigo mesmo é que eu almejo fazer algo mais. Eu desejo apenas alguns minutos de glória. Eu sou um caipira que quer ser rei. Quando você está nas garras da baixa autoestima, é doloroso, e com certeza não se parece com orgulho. Mas eu creio que esse é o lado escuro, mais silencioso do orgulho - o lado oculto do orgulho.
Definição Indefinida dos "Nossos"
Em um paradoxo nos definimos como conjunto, desconjuntado o que não se completa mas está, por simples querer mútuo,nos juntando pelas faltas, que são tantas que fazem as nossas qualidades terem partículas de perfeição.
Pelos nossos gesto de entrega quase sempre se jogando com a corda amarrada no topo, desconfiadamente, caindo pelos nossos abismos do sentir, sem ao menos querer sentir, aceitando o nosso inaceitável, pensadamente ,sempre racionalizando, fico me indagando.
Como consigo ser tão pouco clichê nos meus pesares com a pessoa mais clichê que eu conheço??? Não encontrar nem um conforto em algum porque qualquer se torna tão preocupante se fazendo em lágrimas ,quando se percebe que gostar de cada detalhe que você conhece não é um desafio e ainda se ter a ânsia de gostar pelo que está por vir com todos os seus apesares.
Pode-se dizer que gosto até do que eu desgosto,desgostando de cada coisa que gosto, porque admito que não gostar disso tudo seria muito mais fácil.
Tenho a psicopatia paranóica de poder dizer-te que gosto até dos fios dos seus cabelos que caem no chão, só por serem seus, por me lembrarem você, por ser uma pequena parte sua, pequenas partes que estão sendo gravadas a cada não querer,querendo, adoradas cada uma por suas ínfimas maravilhosas, perfeitas, pecaminosas partes .
A máscara do confuso faz tão confortável as nossas clarezas ,nossos medos nos guiam para nossas proprias profundidades marcando essa nossa história desse pretérito esquecido e lembrado no presente imperfeito, sempre complexo como toda mente humana,por vezes louco e também sensato, por vezes virgem e também libra, por vezes incerto sendo certo, por vezes... Por todas as vezes, todas que o nosso não se faz sim, quando os nossos corpos se dão ao arrepio que tentamos controladamente nos convencer que temos o controle até a conclusão que não nos contemos ao toque, quando os nossos olhares se cruzam fingindo não entender, nao querendo saber ou sequer acreditar no que está minusciosamente enxergando, quando nossos pensamentos gritam, esperneiam ,correm , choram, negam, criticam, correm, se perdem e por fim se rendem...