Parabéns de fim de Curso
*O SEXTO SENTIDO* (Victor Antunes) Vivemos no mundo dos sentidos; mas no curso da vida não percebemos o enigma sensorial da existência. Na comiseração dos afetos e afeições nos agarramos nas materialidades e nos abstraímos da finalidade da vida como apostolado que é. Os próprios sentidos seriam as respostas que precisamos se os conhecessemos; se os utilizassemos corretamente. Mas, comumente os sorvemos através da consciência tátil; e identificando-os como olfato, paladar, visão e audição, nesse tato fundamental, apenas nos locupletamos materialmente. Vivemos, portanto, no limite primário das experiências que os sentidos proporcionam. E a cada dia que sorvemos a vida, na materialidade sensorial dos sentidos, nos afastamos da plenitude da própria existencia. Afinal, não vemos nada adiante, senão aquilo que identificamos nos 5 sentidos; só aquilo que nossas paixões doidivanas estão absorvendo. Por tudo isso e demais do que a propósito cogitarmos, haveremos de aceitar que não vemos a espiritualidade nos sentidos, nós apenas seguimos a orientação material da experimentação deles. O corolário óbvio é a cegueira da incompreensão e da dúvida; principalmente sobre a questão que nos martitiza: "- De onde a gente veio e para onde a gente vai?". Os sentidos revelam nossa existência; as respostas estão neles; na sensorialidade dos sentidos. Os sentidos nos revelam o pulsar da vida; uma existência sem limitações. Por isso é que devemos crer que Deus está neles, por tudo que experimentamos. Nossos sentidos são a proximidade de Deus; a revelação da existência do espirito Divino. O arbítrio e a inteligência criativa que recebemos é a vontade de Deus; nos vem por intuição; e a experimentação dos sentidos é a revelação dessa vontade; a própria origem e o ato motivacional da criação. Há de se concluir, pois, que o caminho da Luz existe; está nos nossos sentidos. O que a gente precisa aprender é apontar nessa direção. (Victor Antunes)
Viver é a melhor forma de realizar descobertas, deixe o curso da vida fluir e frua cada experiência a ser vivida.
As escolhas não mudam apenas o curso da vida, mudam também os papéis que assumimos no decorrer dela.
É mais burro ainda quem acha que adquirir Conhecimento de um curso Nível Superior tornará alguém melhor, mais inteligente ou mais sábio. Inteligência, bom caráter e Sabedoria não se adquire num curso pago de 7 anos. Muito pelo contrário, torna muitos mais soberbos e estúpidos.
Angústia
Vejo o rio seguir seu curso,
Encontro-me só.
A natureza chama-me,
Como uma mãe afetuosa.
Expõe toda a beleza
Num piscar de olhos,
Mas o vazio faz eco
No silêncio das palavras.
As força que busco nos sentimentos,
Enlouquece-me.
É um redemoinho de emoções.
Entre o que é,
E o oposto de ser,
Cria-se um abismo,
Que constantemente mergulho.
Ainda consigo submergir.
Até quando?...
A Vida é como um rio. Segue seu curso, atravessando caminhos pedregosos, onde há momentos que as águas se tornam caudalosas. A frente as quedas levam nós as profundezas do abismo. Mas mesmo assim, o Rio da vida segue seu curso. Assim é o caminho que Deus nos permiti passar para que venhamos aperfeiçoar nossa trajetória. Caminhos estes que nos conduzem a extrair o melhor de nós, na estatura de Cristo, "O homem perfeito". Nem as pedras, nem as quedas, podem mudar o curso dessa trajetória, que nos conduz as águas tranquilas. As águas seguem seu curso, agora em correnteza tranquila ! Por que para tudo há um propósito debaixo do sol. E seja qual for o percurso que hoje seu rio esteja passando, saiba que Deus sempre esteve e estará no controle! O Rio chamado vida, a Ele pertence.
“A telergia é um fenômeno perceptível à sugestão dentro do corpo. Num curso que dou, pego uma menina da plateia e digo que vou enfiar nela uma agulha desinfetada com álcool. Em vez disso, passo a agulha na sola do meu sapato. Ela chega a sentir o cheiro do álcool e não há infecção. Está provado que a telergia tem um poder que responde muito bem à sugestão dentro do próprio organismo, não deixando a infecção instalar-se. Mas só é controlável dentro do corpo se a infecção não estiver instalada.”
Assim como a trama da existência precisa correr seu curso natural, estar vivo é um presente do Eterno.
Adolescência é uma parábola. Você sai de um ponto, se desvia de seu curso, só para chegar a outro ponto e perceber que você está agora na mesma reta do ponto inicial. Você percebe que seu Eu criança não estava tão errado.
Levo de 2021, experiências
Do ano ainda em curso, levo dele, muitas experiências,
Muitas delas, alguns poemas escritos.
Entre eles, muitos foram retirados de uma alma poética...
Escritas minhas, conduzidas a baixo de lágrimas, e por sinal, muitas lágrimas..
Outros lidos e aplaudidos.
Alguns deles, tentei levar a inspiração para horizontes desconhecidos....
Tive noites trabalhando, pouco descansei...
Muitas palavras escritas, vividas, sentidas dos sonhos que sonhei, e outros não...
Delírios férteis e sólidos, quiseram me transformar em um líquido escorregadio, porem, não deixei...
A próprio punho, elas sofreram comigo.
Meus dedos calejados, choram e ainda continuam.
Muitos deles, sorriram.
Foram muitas horas escrevendo para aliviar o peso extra pesado...
Dediquei escrever o amor, cansado suspirei e adormeci;
Dediquei escrever o ódio, arrependido, voltei e revivi;
Dediquei escrever a saudade, de olhos semiabertos, envaideci e voei para o além;
Dediquei escrever o luar, a terra.
Olha eu aqui, acima da atmosfera.
Aspirando ares, e encantando olhares...
Dediquei escrever a escravidão, com os escravos, senti as chicotadas lambar em meu lombo, quanto tombo! ainda estou meio zonzo;
Dediquei escrever a melancolia, em pleno dia, balbuciei na cachaça ilusória, credo em Cruz, Jesus e a Nossa senhora, que vitória!
Dediquei andar nas cordas bambas da ilusão, como artista, me desequilibrei, não caí, perturbado fiquei, mas não bati o dorso no chão;
Dediquei escever o sertanejo e de raiz cravada em minha memória,
Fiz versos para a Maria, para o João e para o Sebastião, atraído pelo meu instinto, vi o Sol, oh! Quão belo é esse sertão;
Dediquei escrever a vida, ela insana, profana, me enganou, quase morri;
Dediquei escrever a morte e por sorte ela se afastou de mim, e aqui estou...
Escrevendo. Quis eu descobrir o segredo que tem esse meu violão, pois tem algo nele ainda que muito me insulta.
Ainda não consegui decifrá-lo nos meus braços e nem no meu colo...
O ano que vem, não sei se estarei aqui.
Se aqui ainda eu existir, vou criar outra forma de compor a composição...
Espero eu nos primeiros dias, renovado, vindo de um ano muito delicado, descobrir esse segredo tão por mim mesmo, fomentado...
Dediquei, e sou dedicado.
Sou pássaro, sou um inspirador automático....
Termino esse ano chorando e sorrindo,
Até aqui, Deus tem me sustentado.
Espero ainda muito lapidar com precisão essa dor.
Que tem esse meu instinto de Poeta,
Voador.
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
" Há uma infinidade de conflitos em curso na arena da minha alma. Inimigos internos, sobreviventes de batalhas anteriores, à perder de vista.
E, tenho dedicado tanto tempo a esta questão de construção particular, que me sinto obrigado a recusar embates externos.
Para tanto, me sobra competência, mas me concertar, é a maior das minhas prioridades.
Assim, qualquer convite de outra natureza, tenho qualificado como secundário e inoportuno. "
Estou ministrando (ao mesmo tempo)
Curso de tráfego pago
Academia
Dieta de 7 refeições
Faculdade
Trabalho
Há 13 dias sem jogar
A vida adulta chegou…
"Se os caminhos estão te levando ao mesmo lugar, mude a rota, realinhe o curso da sua história e, entenda quê, não é o caminho e sim o caminhar; às vezes é necessário olhar para trás e resgatar o olhar para o futuro."
Nenhum tipo de curso e treinamento é capaz de qualificar experiência para um engajamento trabalhista! Somente exercendo uma função é capaz de qualificar experiência.
Não... não espere que eu corra atrás, não pense que sua ausência vai mudar o curso da minha vida, que vou padecer sem sua presença, não... isso é algo que não me deixa em momento algum sem vontade de prosseguir, ao contrário, pode até ser que você gentilmente tenha saído por achar que era a hora certa, o momento de ver que era um peso desnecessário que eu tinha na vida, e sim,te agradeço muito por me mostrar que a minha vida era pra seguir sem perder tempo, sem me desgastar com alguém como você, te dei o melhor de mim, se não soube aproveitar, me desculpa! Eu aprendi a dar sempre o melhor independente de quem está a receber e não, outra oportunidade não haverá, pois errar é humano, insistir no erro é uma vez para se aprender, e cometer o mesmo erro novamente,só demonstra que o que não se ama o suficiente sou eu para correr atrás ou tentar ter por perto, quem nunca deveria ter estado a meu lado...
A chuva não destrói, somos nós, seres humanos que nos colocamos no curso da água e nos submetemos a possibilidade de sofrer com as consequências
O tempo é um rio que não para de correr,
E nós, passageiros nesse curso da vida,
Às vezes nos sentimos ansiosos e presos,
Sem saber para onde vamos, nem de onde viemos.
A angústia nos toma quando pensamos no futuro,
No que está por vir, no que nos aguarda,
E o medo de não termos tempo suficiente,
De não aproveitarmos o que o presente nos oferece.
Mas a saudade também nos afeta profundamente,
A falta do que passou, do que não volta mais,
Dos momentos que já vivemos e amamos,
E que agora se foram como pó ao vento.
Ainda assim, é preciso lembrar,
Que cada momento é único e precioso,
E que o tempo, embora pareça fugir,
É a única coisa que realmente temos.
Por isso, que a angústia e a saudade,
Não nos impeçam de viver intensamente,
De aproveitar cada segundo como se fosse o último,
E de deixar a marca do nosso amor e existência no mundo.
RIO
Tal como um constante rio
Ora calmo, ora bravio
Eu vou seguindo o meu curso...
Meu destino é alcançar
Em algum momento e lugar
A imensidão do lindo mar
No caminho há remansos
E momentos de harmonia
Mas também há cachoeiras,
Rochedos e ribanceiras.
Muitos são os desafios
Que eu tenho enfrentado...
E tantos são os problemas
Que eu tenho contornado.
Mas há também as alegrias
Que inundam meus belos dias
E vou seguindo, sem parar
Quer apressado ou devagar
Como um constante rio
Em busca do lindo mar.