Palácio
O meu coração é um palácio.
Nele guardo pessoas preciosas e especiais que tiveram comigo nos meus mais baixos momentos, e ainda assim, continuarão ao meu lado, amando-me.
O Palácio Maçônico do Lavradio, não foi construído exatamente para isto. Na verdade em 1838, a verdadeira história do casarão, remonta ao início do século XIX, quando o efeminado artista português Victor Porfirio de Borja começou a construir no local um teatro, que abriria as portas para competir com recém inaugurado em 1813, que se chamava Real Theatro de São João, localizado na Praça Tiradentes, que hoje é o Teatro João Caetano. Por falta de dinheiro, o artista português, não conseguiu concluir o projeto, e várias lojas maçônicas fluminenses se juntaram e resolveram formar a Companhia Glória do Lavradio para financiar a compra do imóvel, que resultou na compra. Logo o imóvel foi adaptado para uso da tradicional filosofia maçônica mas muita coisa do projeto original do Teatro, permaneceu.
COLAPSO
No princípio era um palácio
Por isso nem comecei
De pensar veio o cansaço
E por isso me entreguei
Já na base o colapso
E a culpa é de quem?
Moisés cresceu no palácio, mas foi usado no deserto. José cresceu no deserto, mas foi usado no palácio. Deus tem um processo diferente com cada pessoa; apenas confie, pois o que Ele está fazendo é te preparar para o seu propósito.
Tudo que Moisés aprendeu no Palácio do Egito Deus matou no deserto de Midiã. A mentalidade do palácio não forma líderes e nem profetas qualificados para cumprir o propósito de Deus. É no deserto que Deus vai matar toda mentalidade do Egito e qualificar lideres e profetas alinhados com Seu propósito.
As coisas devem ser bem grandes
Pra formiga pequenininha
A rosa, um lindo palácio
E o espinho, uma espada fina.
A gota d'água, um manso lago
O pingo de chuva, um mar
Onde um pauzinho boiando
É navio a navegar.
O bico de pão, o Corcovado
O grilo, um rinoceronte
Uns grãos de sal derramados,
Ovelhinhas pelo monte.
Na frente do Palácio
La Moneda
a Guarda Chilena
executou a canção
Alma Llanera,
Não houve como
não se emocionar,
Do General preso
inocente notícia
não consegui
mais escutar,
E estou a buscar.
Há gente no meio
dos escombros
querendo discutir
de uma maneira
que não adianta,
E se insistir
não vai de jeito
nenhum contribuir.
Não que me falte
vontade para
escrever a poesia
do encontro
e da convergência,
No mundo onde
os valores
estão em falência,
Antes disso é
preciso receber
uma demonstração
de coerência,
Enquanto isso
para não deixar
tudo a perder é
preciso ter paciência.
O Palácio Legislativo
foi tomado militarmente,
A imunidade parlamentar
de alguns foi afastada,
Há algumas notícias
de gente de refugiada
E pelo General não
vou parar de reclamar.
A cada fim de noite
a mim você está
escutando o meu
pedido para ele libertar,
E a Aporrea desta
vida desbloquear,
Deixe ela livre
para se expressar!
O Fuerte Tiuna não
é lugar do General,
Ele nem sequer deu
o último abraço em
quem deveria dar,
E não leu este
poemário que
não para de pedir
por ele e por quem
precise se libertar.
A incompreensão
onde se ofende,
E se sente ofendido
com facilidade é
o preço da libertação,
Não me importo de
carregar porque
o meu aceno é
discreto e público
pela consciência
de quem deveria
com a liberdade
se compromissar.
Bağçasaray
No último palácio do Khan
ando dançando oculta
a coreografia no jardim,
Na companhia das estrelas
e como a Rosa de Bağçasaray
vivo dançando a música
que o destino sem titubeio
canta o etéreo para mim.
Amor mago, distante
e sem pranto,
No meu coração é
um palácio
de Versos Intimistas
para te receber
quando forem
quebradas as algemas
da maldição
do Deus da Guerra.
"Saul um ungido de Deus pra reinar. Tem a coroa, Tem o Trono e Tem o Palácio. No entanto pela soberba não tem a presença de Deus em sua vida e perde o que Deus tinha dado. Sua unção, seu trono e seu palácio. Isso prova que um homem bem sucedido não é o que possui riquezas e sim quem tem a presença de Deus em sua vida. Deus é quem poe e é Deus e quem tira do trono. Até porque já é hora de Davi reinar. O mundo está cheio de Saul!" #Vigia.
—By Coelhinha
O vendaval das paixões ao atingir a mais simples choupana interior transforma-se no palácio do amor ao ser tratado com ardor na imensidão da vida
Ainda que o palácio esteja iluminado, é no interior da cabana à luz de velas, que se dialoga verdadeiramente com a escuridão
No Palácio do Jaburu entra tatu, gente com bambu, caju e menu; mas, no Palácio do Rei Jesus só não vai entrar quem serviu ao Belzebu e muito amou o tutu.
Se, por acaso, me fosse destinado reverenciar a dança das esferas em tua presença, esboçaria uma equação nos domínios intangíveis do teu éter, buscando, assim, imprimir em órbita o inesquecível, para que o cosmos nunca desvanecesse na lembrança de que tu és meu.