Leis
Observar milhares de leis, não nos salva.
__Por isso Deus enviou Cristo Jesus que pagou o preço, que nossas obras jamais poderiam pagar.
__Seu poder dentro de nós, nos ajuda a realizar tudo.
As leis de uma sociedade servem para proteger seus cidadãos. Mas vamos lembrar que as leis deste país vão em duas direções. Elas são, obviamente, feitas para proteger a vítima, mas também devem proteger o acusado.
Por incrível que pareça, de maneira crescente, os padrões alinhados com as leis do cosmos são vistos como coisas de impulso negativo. Evidentemente, assim é para o ego, tudo o que tem sabor de Ser, de real são formas contrárias à sua subsistência.
O governo pode facilmente existir sem leis, mas as leis não podem existir sem governo.
As Leis são corretas e justas? Sim, desde que os seres humanos sejam corretos e justos de igual maneira. É possível?
As Leis e Congêneres deveriam ser claras o suficiente para não dependerem de interpretação. Tais que dependem de interpretação é como uma porta trancada que, para abri-la, pode-se utilizar uma de muitas chaves, sendo assim, no mínimo, insegura.
É nossa obrigação não apenas legal, mas moral obedecer as leis justas. Por outro lado, temos a responsabilidade moral de desobedecer leis injustas.
Manipular destinos de forma intencional, fere leis do universo que lhe levaria à inumeras consequencias , satisfazer á sí próprio prejudicando o outro é ser seu próprio algoz na terra.
Ora! Alguns cidadãos não obedecem asleis por espontaneidade, antes aobedecem, por temer às severaspunições que são impostas peloestado.
As pessoas honestas não precisam de leis e regras para suas vidas, elas agem com responsabilidade e ética, sem serem injustas para elas e as demais.
OFÉLIA.E.M A MULHER QUE NÃO SE DOBROU ÀS LEIS DOS HOMENS;
Me permito para quem está realmente a altura;
Ocupo em mim mesma a mais alta posição social;
Não sou feita de rótulos, em mim algo extraordinário se manifesta;
Sou no topo de toda sapiência, o ventre que gera os homens póstumos num saber raríssimo, eis que estes, são poucos, e na sua maioria compreendidos após a vida lhos beijar uma última vez;
Tolo é o homem que a pensar se pôs, que mo podia num todo emendar às suas vontades, eis que essa não concerne a verdadeira arte do amar;
Sou a curadora das almas femininas, cujas feridas internas julgaram serem irremediáveis;
A tocadora dos sinos cujos sons acalmam o espírito daqueles que da vida partiram perturbados;
Não sou a coisa pequenita, enganais a vós mesmos ao pensar imaturamente;
As minhas palavras são incompreensíveis para aqueles que não se dobram uma vez a outra para si mesmos;
O legado nunca foi sobre aqueles e estes, mas sim sobre os meus;
Chegaram a duvidar da sua própria sanidade os meus, quando em conversa com alguns da terra vossa, notavam a má compreensão de palavras suas;
Me fui, mas que eis deixei a conhecer aos de melanina tonificada a essência da grandeza que carregam em si;
Ensinei aos demais a cura das enfermidades por meio das raízes, esta tão complexa arte a qual a natureza aceitou obedecê-los próximo ao meu ir, <<descansa em mim>> mo pediu ela antes dos olhos eu fechar, uma só nos tornamos;
....
....
In, (O embomdeiro que não se dobrou às vontades dos Homens)
AMOR IMPOSSÍVEL
No sonho tudo se permite
Terra onde não imperam leis
Onde não há reis
Apenas súditos e súditas
País que não exige passaporte
Prisão que não tem grades
Ou liberdades que se aprisionam
Dentro de nosso ser
Ser ou não ser?
Sentir ou deixar ir
Ao sonhar, não há tais preocupações
Apenas gozo
Apenas emoções
Então...
Que venha o sonhar
Como ondas a marulhar
Cachoeira que transborda lagos
Rios caudalosos
Que arrebatam os lados
Dessas margens que se nos prendem
Judiam
Impedem
Não saciam
Mas que laceiam
Ao toque do preciso líquido
Que envolvem e conduzem
Preenchem e nutrem
Que trazem vida e frescor
Que libertam e apaziguam a dor
Mas estamos como árvores....
Plantados em nosso campos
Açoitados pelo vento
Que levam longe nosso pranto
Sem esperança
Ao ardor do sol
Queimando
Sem planos
Vendo os sois que nascem duros
E as luas que congelam a solidão
Enquanto marcam minha pele (de árvore)
Logo sofro
Logo sangro
Mas derramo pelo meu amor a minha seiva
Chega ao solo
E me contento
Logo penso
É encontro
Este solo que aqui piso
Em algum ponto se conecta
Às raízes, que profundas,
Sempre encontram algum eco
Nos recônditos da Terra
Um lençol elas encontram
A seiva que também deitaste
E se encontram tão singelas