Gênero
Na mudança de papéis de gênero no lar, mulher provedora e homem dono do lar, as queixas e desafios se invertem, evidenciando a influência situacional nos conflitos.
O olhar sexualizado pode ocorrer em qualquer gênero, está ligado à erotização dos indivíduos, diferente da objetificação que reduz a pessoa a um mero objeto, ignorando sua individualidade e dignidade.
O chá revelação anuncia o sexo, mas não define o gênero com o qual a pessoa se identificará.
O sexo é biológico; o gênero se molda através da vivência, da identidade e da expressão pessoal, em um processo singular e profundamente humano."
A adoção do gênero neutro na Certidão de Nascimento parece paradoxal, dissonante, contraditória e incoerente. Afinal, a escolha do nome pelos pais por si só já estabelece uma marca de gênero.
De que serve um marcador neutro em documentos oficiais desde o início da vida, se o nome próprio já define e orienta a percepção de gênero segundo a lógica binária?
Defendo que o critério biológico prevaleça como referência inicial, até que o indivíduo, com plena consciência de sua identidade, possa escolher e expressar o gênero com o qual verdadeiramente se identifica. Tal como ocorre com a alteração do nome civil por questões de identificação pessoal, a modificação de gênero deveria resultar de uma decisão madura e refletida.
Respeitando a autonomia individual e o processo de amadurecimento na construção da identidade, evitando escolhas precipitadas que, embora bem-intencionadas, desconsideram a complexidade da subjetividade humana.
Deveríamos gastar energia em ações mais produtivas para promover a igualdade de gênero e o progresso social, ao invés de levar ideologias para a intimidade do casal.
Enquanto a desconstrução dos valores ligados à violência de gênero não for completa, a prevenção é o melhor remédio.
TRAIÇÃO FIEL
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Todos nós precisamos de alguém do gênero oposto, que não seja cônjuge ou amante, mas em quem possamos confiar como não confiamos em mais ninguém. Nem mesmo em nós. Uma pessoa que amamos de forma separada, especial, como não saberíamos explicar ao próprio espelho. Muito menos a quem devemos explicações formais.
Jamais seremos completos, não havendo essa pessoa para quem podemos expor o íntimo, as nuances d´alma, os medos, conflitos e fraquezas, sem o contexto banalizado das relações discutidas . Tirar a máscara e também a roupa, ganhar colo, trocar carinhos e confidências, mas não deixar que a beleza dessa mais que amizade caia no lugar-comum dos romances instituídos que todo o mundo já tem.
Temos que ter esse alguém cujo laço é preciso esconder, pois o mundo não teria olhos nem coração para entendê-lo. Precisamos desse pecado santo. Dessa infidelidade sem pecado. Dessa traição fiel que não faz sofrer nem corrói os laços obrigatórios de uma sociedade cristalizada que não sobrevive sem suas faixas e formalidades.
Trata-se de um tesouro afetivo. Quase ninguém tem, porque se proíbe, não acredita quando acha ou transforma no que não pode ser. Hoje posso gritar para mim mesmo, como aquela criança que se vangloria perante as outras por ter um bem pessoal que todas ambicionam, mas no seu meio, ninguém mais possui: "Eu tenho! Você não tem! Eu tenho! Você não tem!".
O Gênero Lírico
Ouro Preto não pode parar na Semana da Virada, quando a cidade não dorme com as ruas e praças, igual Paris, ao menos numa noite ao ano, vive em festa.
Há um único show que, é único em cada canto da cidade.
Enquanto isso, até quando dormem, turistas se enriquecem com os juros do Banco Central nas alturas, pois fixados sobre a graça de Deus, que é brasileiro.
No restaurante, O Passo Pizza & Jazz, no térreo do prédio estilo novo rico em frente ao esgoto da Vila, o primeiro e ainda um dos pontos de desfiles dos portadores de dinheiro, a matriz da casa de alforria onde os comensais se deliciam com a boca da boa comida, além dos olhos no prazer de ver e ser visto, além de poder acompanhar o que vai na Bolsa, no bolso e na moda.
Rico ri a toa, se a crise passa longe dele, até na mesa farta e piada sem graça. Segundo Feurback, "o Homem é o come", não pela quantidade, mais pela qualidade.
Quando a esmola é demais até Santo desconfia. Assim, como o Homem que lê muitos autores, embaralha a mente e perde a opinião própria.
Assim como restaurante com muita variedade de comida, por isso é difícil ter tudo, bom é evitar comida a quilo e rodízio de carne, pizza e demais casas do prazer, pois é melhor comer como gourmet do que como um glutão.
Uma casa de prato único, que serve bem os indecisos que não sabem se o mercado trabalha mais bem com títulos à curto, médio ou longo prazo e escolher a comida igual o pão em falta no dia-a-dia.
Nem só de pão vive o Homem, nem com vegetais, pois a proteína animal o fez, assim como o trabalho, no qual se faz e faz pelo uso das mãos, os mais diversos objetos e arte.
Os primatas eram basicamente vegetarianos e comiam frutas, folhas, cascas, raízes, além de vermes e insetos.
Por isso, comiam o dia todo e tinham de andar muito e o apêndice era funcional, para digerir celulose.
Quando deixou as árvores e perambulou na terra, começou a caçar e morar em locas, uma vez que a pouca carne já o mantinha com energia e pela evolução a cabeça cresceu e lhe deu inteligência, articulação do pensamento, voz para se comunicar e as mãos para fazer.
Mente sã em corpo são.
Os vegetarianos radicais que nos perdoem, mas se a maioria abandonasse a carne poderia haver ao logo do tempo a involução do cérebro, se é que drogas, entre elas o celular, não faz crescer o apêndice, assim como voltar a necessidade do dente do ciso, do juízo, que parece que perdemos, para mastigar vegetais duros.
Logo, o Homem, se a carne é fraca, não pode deixar de ser carnívoro.
"Parque do Povo Rico".
A rua, local de caminhada e meditação dos ouropretanos, para gastar energia do ganho fácil de dinheiro acumulado no ciclo de queda e alta do mercado.
Por isso, um arroto nas mesas, ecoam longe. Mas, só eles no jogo da bolsa e do bolso, não perdem se ganham dos dois lados da alegria e tristeza.
O mar não está para peixe, que perde em abundância para o plástico e pode vir temperado de agrotóxico das sobras das safras recordes de grãos, que de um a um enchem o papo dos papas do agronegócio.
Dizem às más línguas que serviço bem feito nem a queda da bolsa resiste, mas tem de ser feito o feitiço com bolsa de grife, pelo fetiche da mercadoria. É tiro e queda!
"A lealdade é cerebral
e tem a ver com o caráter
ou o gênero.
Metamorfosei as características do limão
sem precisar ser um favo de mel."
Pessoas comuns independente de cor gênero classe social ou cor da pele. O respeito é essencial fundamental e salutar para um convívio em sociedade. Não se cobra amor sem ter também um maior para dar. O amor sem o outro que o completa, não subsiste. portanto, o respeito é uma necessidade básica, primordial e via de mão dupla: QUID PRO QUO é o mesmo que uma coisa por outra e o toma lá dá cá.
A inteligência não tem rosto, não tem cor, gênero ou classe. Ela também não é exclusividade só daqueles que são dotados dos cinco sentidos.
A inteligência simplesmente é uma dádiva divina.
260822II
Não é a classe, o gênero ou a origem, mas o caráter que define a verdadeira essência de uma pessoa.
Ideologia de gênero é uma questão de opção do(s) indivíduo(s) (criança a adulto) ou de indução? Diante das políticas de organismos internacionais, de governos, da indústria cinematográfica, da indústria literária (incluindo a infantil), da grande mídia em geral, de artistas, de cientistas de diferentes áreas do saber e, até mesmo de religiões que, de maneira objetiva ou velada defendem e praticam a homossexualidade, posso ter somente uma conclusão: é indução, é imposição! Assim os tão propagados e defendidos valores do respeito, do direito individual, da não discriminação, etc, são pura falsidade. Com mentiras estão destruindo os valores fundamentais da humanidade, deixando-a cada vez mais desprovida de identidade e em permanente e crescente estado de confusão.
Quando um homem questiona o seu gênero ante o reflexo das discussões e teorias humanas, ainda é um macaco tentando distinguir o que vê no espelho. Esse ao menos está ciente de que ali há um outro dentro de um artefato, artifício humano. Parabéns ao macaco!
Num mundo em que se discute a questão de gênero como escolha, opção do afeto, do instinto ou do ideal, negando a biologia, a fisiologia e a própria morfologia humana, resta-nos entender nisso a consequência vital da constatação da existência de um outro em nós. Para Deus que é pai e mãe, porque gera nas suas entranhas Jesus e, no seio da Terra, Adão como, no seio de Adão, Eva e no seio de Eva a humanidade, todos somos à sua imagem e semelhança homem e mulher. Temos a entidade masculina como feminina em nós. Portanto, não há que se opor a um ou negar ao outro. Somos unicidade, comunhão e encontro. É o desejo de Deus que sejamos um só, afastando qualquer idéia de diferença ou oposição.
Tudo junto.
O que era igualdade racial virou miscigenação.
O que era liberdade de gênero virou pluralização.
Naturalmente o gênero humano urbano, devido a poluição sonora excessiva das grandes cidades é bem mais sensível as cores do que as nuances das sutis vibrações.
As imagens invertidas nos livros de arte e publicações do gênero, ainda são muito comum, pela simples razão de que quem edita ou publica o faz por cromo e fotolito, sendo assim, muitas das vezes nunca viu a obra e tão pouco o artista.
A Maçonaria é perfeita em termos de criação mas o gênero humano que habita nela ainda vive entre as vaidades e os poderes. Sendo assim, sabe se que entre os irmãos de qualquer rito, muitos estão preparados mas nem todos serão escolhidos para trabalharem pela grandeza da própria ordem.
Filhos de Noé
Às armas e os barões assinalados...»!
Começa o poeta no seu cântico,
De género épico...
Cantando os lusitanos
feitos realizados...
Mas oh vós que de Társis
descendentes sois,
Lembrai-vos que Jafé vosso pai foi,
Devieis de Deus ser, pois,
Assim como Noé, lhe deu apoio...
Mas vós Portuguesas gentes,
A Deus e vossos pais não obedecestes.
Nem temor lhe tendes...
Porque a Deus não quereis,
Antes o esquecestes.
Porque eu sou de Deus,
mas eis que morto me haveis...