Escrever
Menos pressa, mais presença: a arte de escrever à mão. ✍️
Você já ouviu falar emescrita terapêutica? Para mim, meu caderno é muito mais que papel; é meu refúgio diário.
Nesta foto, compartilho um pouco da minha própria caligrafia para ilustrar algo fascinante: aConexão Mão-Cérebro. 🧠
Estudos mostram que o ato físico de deslizar a caneta ativa áreas do cérebro ligadas à memória e ao processamento emocional que o teclado simplesmente não alcança.
Escrever à mão é dar ritmo aos pensamentos e permissão para o sentir.
Se você ainda não tem o seu caderno, fica aqui o meu convite: comece hoje mesmo! 😉
Lu Lena / 2026
Os que gostam de escrever anseiam pela solidão, mas não podem descrevê-la, pois eles não sabem o que é está só.
Ziraldo hoje se foi
Mas foi por um bom caminho
Foi escrever lá no céu
E não estará sozinho
Aqui na Terra deixou
Sua obra que marcou.
O Menino Maluquinho.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
06/04/2024
Quando resolvo escrever
A minha mão, ela sente
Mas tenho quase certeza,
Eu escrevi com a mente.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
16/12/2024
É preciso se perder nas curvas do pensamento para poder escrever em linha reta.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN Terra dos Cordelistas
21 Janeiro 2025
Tudo o que eu vejo na vida
E o que eu penso dizer
Minha caneta ficou
Viciada em escrever.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN Terra dos Cordelistas
19 Fevereiro 2025
Eu escrevo Poesia
Que vai do não ao sim,
Do real a fantasia
Pois escrever não tem fim.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
05/06/2025
Escrever é tentar esvaziar a mente dos borbulhões de ideias que transbordam todos os dias.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
15/06/2025
Tudo que a gente fala
Ou venha a escrever
Em algum tempo foi dito
Só fizemos transcrever.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
16/06/2025
Preciso escrever, preciso muito escreve, tenho que fazer isso simplesmente porque nada mais é o bastante, quero viver a palavra, quero ser e não apenas parecer
Após terminar de escrever um livro, o escritor é onisciente em relação a sua obra porque ele sabe tudo o que acontecerá com os seus personagens.
Eu posso escrever livremente
nas augustas linhas deste verso:
- a divinal proposta
Para a gente se percorrer...,
É desta forma que nós vamos
daqui para frente nos entender.
A poesia e a sua magnitude
estão começando a se fundir,
E ganhando corpo e nome:
uma promessa de voltar a sorrir.
Eu posso declinar universalmente
nas noites estreladas à espera
- da primavera nossa -
Voltar a florescer...,
É deste jeito que só eu sei fazer;
daqui para frente iremos nos viver.
A poesia em altitude
nas corredeiras da vida
- concede -
O cheque em branco da liberdade,
correndo o risco da perpétua saudade.
Nada há de insensato quando nasce
do teu amoroso coração,
Porque da minha audácia revelada
é mais do que conhecida,
Àquilo que escreves para ti:
na verdade é para mim.
Eu sei e você sabe
da rota de fuga do mundo,
A gente sabe se reconhecer em tudo,
E melhor do que qualquer um sabemos:
- Que sempre iremos nos pertencer.
A poesia das nossas linhas,
que foram todas recolhidas,
Hão de voltar novamente;
É hora de seguir em frente...
É impossível viver longe de quem
se ama e mutuamente se aprecia,
Vem, tens o teu paraíso e o aconchego
viverás sob o meu zelo...,
E assim sob nossas regras: viveremos.
De um jeito que só nós entendemos;
longe de quem diz que ama,
E não cultiva o jardim dos afetos.
