Escrever
sempre fui um roteirista,até que a vida passou a escrever a sua própria história, dai passei a fazer parte do elenco.
Você é o personagem principal dessa história, que tipo de roteiro deseja escrever?
Uma comédia?
Um drama?
Uma bela aventura?
Tenha isso em mente todos os dias, seja ao tomar decisões ou ao lidar com os mais diversos obstáculos que a vida traz.
Cativeiro das Palavras
Nunca sei o que escrever.
As palavras chegam sem aviso,
como pássaros desorientados
que pousam no peito
e logo se lançam ao vazio,
deixando o silêncio
como única companhia.
Sempre há dúvida.
Onde estão as inspirações?
Onde se esconderam os sorrisos
que um dia iluminaram o caos?
Talvez seja apenas questão de tempo,
tempo que não há,
tempo que se dissipa
como névoa em manhãs febris.
Mostre-me as lágrimas
que tais sorrisos trouxeram consigo,
como marcas discretas
nas dobras da memória.
Entre tantos sentimentos vazios,
confusos e desgastados,
é difícil encontrar algo verdadeiro,
algo que não se dissolva
na vastidão dos dias incertos.
Toda escolha, de quais palavras se deve usar para falar ou escrever, possui um motivo por trás disso.O amor, porém, não tem razão nenhuma.
Vou escrever doces versos e poemas em sua pele...
Derramar pétalas de cerejeira sobre teu corpo para te acariciar...
Filosofar não é escrever algo que já se torna óbvio, filosofar é uma forma de impactar diferentes gerações sobre seus atos, tanto passados, quanto futuros!
Escrever é sangrar sem sujar o papel.
Cada pensamento que nasce aqui brota de dores antigas,
de vivências que nunca pediram licença,
de cicatrizes que o tempo insistiu em manter abertas.
Estas linhas rabiscadas são um espelho trincado, quem lê, talvez enxergue ali os próprios fragmentos.
Eu gostaria de escrever o que sinto no papel, mas não é assim que funciona.
O que eu penso, o que escrevo e as diversas interpretações de um texto, certamente serão diferentes.
Das coisas que já fiz
Das que gosto de escrever
Feliz Dia das Mães, queridas,
Seus filhos amam muito vocês
Deixa estar
A vida é para se viver, não reclamar
Gosto de escrever
Mesmo sem saber
Gosto de viver sem medo
Já que o mundo anda tão azedo
Que um elogio pode ofender
Fazer sangrar e doer
Gosto de levar o bom humor
Pelos lugares que vou
Atualmente está difícil agradar
Pois um simples "A", pode te derrubar
Mesmo assim é muito bom
Fazer alguém sorrir, mesmo sem ter dom
Sorria quem quiser sorrir
Sorriam para o mundo, sorriam pra mim
Muitas pessoas se questionam: E eu sei escrever uma crônica? Isso é tão difícil!
Nem sei sobre o que falar, não tenho inspiração.
Ah, sei!
Vamos lá!
Você já fez alguma mensagem para seu namorado se desculpando por algo, mostrando-se arrependido? Já fez alguma mensagem de aniversário bem emocionante para sua mãe, com uma linda reflexão?
Já viu aquela cena na rua que te deixou indignado? Que injustiça!
Já observou alguém se despedindo da pessoa amada?
Já observou suas lutas diárias, sua força de vontade, seus medos ou, até mesmo, em algum momento, sua vontade de desistir?! Ou melhor, a nossa!
Já observou que essa vontade passa, as tempestades cessam e depois vem a bonança?
E que muitos dos nossos "eu não sei fazer isso"; "Isso é difícil" acontece pela falta de uma antítese. Ouse trocar o não pelo sim, o difícil pelo fácil. Ou ainda, fazer valer a metáfora "abra a porta do seu coração e mantenha-se firme a ela, Se os ventos chegarem, resista! Isso fará a diferença e verá que sua perseverança te levará longe".
E olha que coisa perigosa. Acabo de fazer a crônica, só para mostrar que cronicar é como vivenciar fatos do cotidiano, colocando-os no papel, fazendo rir ou chorar, com o poder do linguajar.
"Todos nós somos escritores, uns escrevem por que tem que escrever já outros escrevem por inspiração e paixão".
Chegamos a um ponto em que escrever e falar bem é preconceito. Seguir a a norma culta da língua é considerado elitista.
