Encanto
Fernanda, teu nome ecoa com doçura,
Na dança das sílabas, és uma pintura,
Mulher de encanto, de brilho e graça,
Neste poema, exalto tua forte raça.
Teus olhos iluminam a escuridão,
Mostram caminhos, trazem inspiração,
Uma chama inapagável queima aí dentro
Deixando o mais malandro dos homens, tenso.
Teu sorriso é o abraço que aquece o frio,
De sua boca, suspiros causam arrepio
Fernanda, és a força que não se quebra,
Sei que é louca pra conhecer Genebra.
E te digo, isso tá pra rolar.
Viajante corajosa, ousa navegar.
Donzela de sonhos e desejos a realizar,
No teu ser, a esperança nunca há de faltar
Fernandinha, Fê, Fefê, Nanda,
Neste verso, reconheço que é você quem manda
Que tua vida seja repleta de harmonia,
Um grande beijo do Legado de Sabedoria.
(FELIPE REIS)
Qualquer pessoa pode ser poeta... Basta que, se deixe levar pelo encanto poético da vida.
Que saiba absorver do universo toda graça e harmonia;
Não é necessário que escreva,
Mas, que veja em tudo magia...
Que se permita obter alegria em cada acontecimento.
Para ser poeta, apenas requer que se viva em função de uma fantasia,
Essa, que é dormir e acordar todos os dias, com um sorriso, num gesto de amor e poesia.
O encanto é uma notoriedade:
No escorrer de uma simples lágrima pode haver o nascimento de uma bela vida.
Em uma simples gota de chuva pode haver todo deslumbre dos céus.
Neste jardim de belos girassóis apaixonantes, certamente, a luz do teu encanto é o mais radiante graças a riqueza dos detalhes da tua estrutura, divinamente desenhada, teu olhar audacioso e uma essência rara que transmite amor, coragem e ternura, um somatório harmonioso que apraz a minha alma e deleita os meus olhos.
Então, um lugar simples e gracioso torna-se mágico com a tua linda presença numa mescla de sutileza, entusiasmo e um pouco de romantismo, um efeito muito admirável como sentir um amor genuíno, daquele que deixa artistas inspirados com um grande regozijo, corações emocionados, profundamente, vivos.
O que me faz pensar que se van Gogh tivesse te conhecido, mesmo que mantivesse sua paixão pelo girassol, provavelmente, também estarias presente ricamente nas suas obras, sendo a representação de alguns instantes da euforia que aqueceria seu coração, atenuando os seus momentos de agonia, além de uma constante inspiração.
Arte simples, bela e imponente que uni gentilmente o encanto da noite com a resplandecência do dia, a lua com seu luar apaixonante e o sol com o seu amor que irradia, onde a harmonia se faz presente num tom amável e sincero de muita alegria.
Algo singelo que contém bastante significado, mostrando muito mais do que lindas cores e belos traços, mas também um âmago vívido artisticamente externado, uma preciosa sensibilidade muito perceptível.
Quando a rica simplicidade é felizmente aplicada com capricho e essência, uma beleza cativante em cada parte, que gera uma aprazível sensação com uma precisão de detalhes que avivam o coração com tamanha austeridade.
Nas asas do amor, voamos juntos,
Em cada olhar, sentimos o encanto.
Teu sorriso, meu refúgio, meu mundo,
No compasso dos corações, somos tanto.
Amar-te é a essência da minha existência,
Em teus abraços, encontro minha morada.
És o sol que ilumina minha trajetória,
Em cada verso, a paixão eternizada.
No toque suave, as mãos entrelaçadas,
O coração pulsa, em ritmo vibrante.
O amor, eterno como constelações estreladas,
Nas palavras doces, no amor radiante.
Amar-te é dançar nas ondas do destino,
Um amor breve, mas intenso e verdadeiro.
Nosso laço, como laço divino,
Entrelaçados, somos um só, o mundo inteiro.
Rendendo-se diante da grandiosidade que existe em torno do conhecimento, haveria então o encanto de aprofundar-se cada vez mais no amargo de suas revelações.
"Os sonhos são belos, mas quando se tornam realidade em Paris, experimentam um encanto inigualável, como se a cidade respirasse vida em cada esquina, revelando que é possível transformar os desejos mais profundos em momentos de pura magia e inspiração."
Sussurros da Alma: Poesia de Encanto e Desgosto"
No mar profundo,
Dança do mundo.
Ondas em rodopio,
Mistério vazio.
O desgosto é amargo,
Fosco, estreito ou largo.
Sombras me machucam,
Olhares sem cor, sonham.
A doce brisa sopra,
Vejo a singela copa.
Os segredos ao vento,
O misterioso tormento.
No compasso, o destino,
Menino, tino, desatino.
A alma chora em silêncio,
Crença, censura, incêndio.
Nas trilhas do coração,
Paixão, ilusão, aflição.
Um sonho desfaz,
Paz, eterno se refaz.
O sorriso já não brilha,
A ilha, trilha, maravilha.
Amor que se tornou dor,
Flor, torpor, sem valor.
No amanhecer do dia,
Sorria, guia, alegria.
Nas asas da fantasia,
Harmonia, a poesia.
O amor é um canto,
No canto, encanto.
O coração, o pranto,
Santo, o meu manto.
A vida é um caminho,
Sozinho, o meu carinho.
Nos passos, o destino,
Animo, divino, ensino.
A esperança é um laço,
Na incerteza, um abraço,
Que enlaço, me enlaço.
Espaço, cansaço, traço.
Assim segue a canção,
Com a paz do coração,
União, emoção, perdão.
Paixão, canção, reflexão.
No céu azul e vasto,
Brilha, apaga o nefasto.
Um sabre de luz, o manto,
Um sol radiante, o santo.
Na noite escura, o desgosto,
O amor é um bom encosto.
Abraço terno, um doce canto,
Fosco véu que cobre o santo.
No desenho o meu olhar,
Segredos vêm se revelar.
Um sorriso, um suspirar,
Amor, clamor, ar respirar.
Sigo o meu caminhar,
Sem medo de arriscar.
Nesta arte, verso a verso,
Construo o meu universo.
Na poesia se entrelaça,
Superação se abraça.
O desgosto vira raça,
Na raiz, eu e a praça.
O desgosto, o gosto,
Fosco, oposto, o posto,
Na poesia, o encanto,
E no verso, o pranto.
A tristeza é a cruel fera,
Que espera, desespera.
Mas a alma se recupera,
Espera, hoje, primavera.
Um dia, talvez, haverá novos sonhos...
Ouvirei com encanto alguém que não conheço...
Para mim será o começo de tudo...
O começo de um novo mundo...
Agora para mim já tão frio e já tão tarde...
E sem fazer nenhum alarde...
A minha alma não descansa...
Não sou nem mesmo uma lembrança...
Uma esquecida sombra que ninguém repara...
Todo o amor é desejar...
Embora se viva às avessas...
Se o tempo troteia...
E pesa como uma estrela...
Quão afortunados são os amantes...
Quão infelizes os ignorantes...
Estranha cousa esta...
A ventura de querer ver-te bem...
Mãos de renúncia...
Mãos de amargor...
Ao perder seu amor...
Semente divina...
Que só n’alma germina...
Exalta o viver...
Em doce tortura...
Ai amor...
Que sorte de quem tem você...
Repara...
Aqui eu sem luz e sem vida...
Quando, alta noite, me reclino e deito...
Clamo por ti...
No vazio do meu leito...
Só o silêncio...
Sandro Paschoal Nogueira
O Poder da Poesia
Um rio de palavras doces e suaves,
Flui a poesia com amor e encanto,
Tocando a alma e o coração,
Em versos que ecoam como um canto.
Expressões que transbordam emoção pura,
Versos que pulsam com intensidade,
A arte que nos transporta além do tempo,
Deixando-nos em contemplação e serenidade.
Pelas palavras, descobrimos o sentir,
Mostrando a beleza que há por vir,
A poesia, qual sol brilhante no céu,
Ilumina a vida com seu brilho sutil.
Com rimas e ritmos, ela se ergue,
Em linhas que desenham a verdade,
Um convite à reflexão e à esperança,
Em cada verso, um universo de liberdade.
Assim, a poesia se revela em todo seu esplendor,
Um tesouro valioso que perdura e transforma,
O poder das palavras, o toque do amor,
A poesia, eterna musa que nos forma.
No silêncio dos nossos olhares,
Encontro a paz que tanto almejo.
Teu sorriso, um doce encanto,
Que me envolve e me deixa sem jeito.
Nossas palavras, sinceras e puras,
Expressam o amor que nos consome.
Cada gesto, cada toque, cada olhar,
É um convite para que eu me renda ao teu nome.
Nossos corações, em sintonia perfeita,
Batem no mesmo compasso, sem hesitar.
E nessa dança de emoções e sentimentos,
Encontramos a felicidade que tanto buscamos alcançar.
És a minha inspiração, minha musa,
A razão do meu sorriso e da minha poesia.
Te amar é um presente, uma dádiva,
Que me faz sentir completo a cada dia.
Que nosso amor seja eterno e verdadeiro,
Que nossos caminhos se entrelacem para sempre.
E que essa poesia, escrita com amor e carinho,
Seja apenas o começo de uma história que não tem fim.
No brilho dos olhos, um encanto sem igual,
Uma mulher maravilhosa, um ser celestial.
Seu sorriso, oh, divina sinfonia,
A oitava maravilha, pura melodia.
Em cada curva dos lábios, um doce encanto,
Que ilumina meu mundo, como um manto.
Seu sorriso, um raio de sol a brilhar,
Aquece meu coração, faz-me suspirar.
És a própria poesia em forma de mulher,
Com um sorriso que me faz renascer.
A oitava maravilha, és tu, minha amada,
Com teu sorriso, minha alma é embalada.
Nas linhas suaves desse sorriso encantador,
Encontro a paz, o amor e o calor.
És a musa que inspira meus versos de paixão,
Com teu sorriso, és a minha perfeição.
Mulher maravilhosa, és um sonho a se admirar,
Com teu sorriso, meu mundo ganha cor e ar.
A oitava maravilha, és tu, minha querida,
Com teu sorriso, minha vida é preenchida.
Que esse sorriso brilhe eternamente,
E que eu possa ser o motivo desse contente.
Mulher maravilhosa, és meu tesouro sem fim,
Com teu sorriso, és a oitava maravilha em mim.
Encanto noturno, lindo sorriso, beijo da noite, o fogo astuto de um espírito liberto no tom intenso de um vermelho gracioso, além de um olhar vívido, audacioso, portanto, peculiaridades de uma mulher incrível, de um ser profundamente valioso.
Encanto Sutil
Nos olhos teus, a fonte do luar,
Onde a noite brilha, estrela rara.
Teu sorriso, uma pérola a brilhar,
No bailar das ondas, do mar é clara.
És a sinfonia que o vento sopra,
Uma melodia que o coração entoa.
Teu encanto, uma brisa que me envolve,
A dançar na mente, uma estrela voa.
Tua força é qual raio, fogo ardente,
Com vigor e ternura, és o amparo.
Como a lua, tua luz é presente,
A iluminar meus sonhos no mais raro.
Em teus lábios, o néctar doce da paixão,
E no silêncio, teus segredos escondidos.
Tu és a chave do meu coração,
Num jardim de amor, por ti conduzidos.
Tuas curvas são trilhas de emoções,
Montanhas suaves, mistério e sedução.
No compasso do tempo, das canções,
Encontro a dança, a mágica da união.
És pintura viva, obra de arte,
Retrato da vida, cores a girar.
E no pincel do destino, tua parte,
A eternidade em teus traços a guardar.
Assim, no poema, descrevo o encanto,
Sem que saiba o que inspira a rima.
Teu ser, meu amado acalanto,
Segredo do coração, que o poeta estima.
Primeiro, a boca,
a fala, o encanto...
Depois, o beijo.
E depois,
bem depois:
- Os olhos:
espelhos frios,
fixos e sombrios.
Imagens fugazes,
detalhes sutis,
um olhar...
feliz.
Como
réstia de sol
e cheiro de flor.
Longe e visível,
léguas de um girassol
e o sol a acariciá-lo,
- suavemente!
Na memória,
voltam versos,
que o vento levou.
Era intenso o brilho,
mas a vida apagou.
Da boca do beijo
veio o silêncio
que...
Para sempre se calou.
Lindo universo sob a luz das estrelas, certamente, um encanto tremendo de uma rica natureza que faz parar o tempo com uma contemplação que muito alegra e instiga sentimentos, resultando em uma gratidão sincera que gera um notável avivamento.
"Ah Sol...você é tudo de bom. Por trás de sua calorosidade, trás tamanho encanto e amorosidade pra aquecer todinho o meu coração."