Doce
As mulheres são o doce mais puro e mais suave que existe, cuja doçura, sente quem tem sensibilidade no paladar e quem cultiva a essência de amar a mulher a quem se entrega em momentos mais cruciais da vida.
A força de viver a cada amanhecer é tão doce, que a minha alma exulta de tanta alegria, só de saber que a cada brilho resplandecente do sol que invade o meu rosto, me torna no ser mais completo do universo.
Noite solitária
Sentada a balançar os pês
Na doce água salgada,
Quentinha do mar,
Sob uma luz distante,
Um farol a me iluminar,
Ela tão grande,
É a lua a lumiar.
Em meus pensamentos,
Muitas coisas ão de passar,
Mais a lua me namora,
Com o seu olhar.
A brisa da noite e fresca,
Sopra mistérios no ar,
A esperança de ter você,
Me inspira a sonhar.
Em minha companhia,
Elas as estrelas,
Não podia faltar,
Brilho é o que elas tem,
e pisca pra mim sem parar.
Sinto-me em gozo de satisfação,
Me enchem de paz e paixão.
Melhores amantes não há.
Uma vez vi uma senhora cujo filho ao compra um doce no vendedor que ia passando, ao voltar, constatou junto com ele que que o troco estava incompleto, mandou ele voltar e cobrar do cidadão. Ele foi sozinho. Vá lá, ela disse, diga que o troco está incompleto. O menino tinha uns dez anos. Ela ficou só olhado e esperando que o filho descascasse o abacaxi, achei o máximo aquilo.
Num outro caso o filhinho caiu, a empregada correu para socorre-lo, a mãe gritou: - Não! Ele chorando e a mãe dizendo: - Levante! Você consegue!
aos poucos ele foi levatando... Ai só assim, em pé, ela permitiu que a empregada pegasse nele. Ainda disse - Não quero filho dependente!
Doce Veneno
O amor é como um veneno doce.
Pode até ser agradável ao paladar, mas no final te mata.
E comigo foi assim inúmeras vezes.
Dizem que o amor é uma droga, eu provei dele, me permiti viciar.
É como um alucinógeno, você vê e ouve coisas que não existem.
Prefiro chamar de ilusão, a ilusão é como um óculos de realidade virtual.
Por mais real que possa parecer diante de seus olhos, não existe.
É algo que criamos na nossa cabeça, um alguém completamente oposto daquilo que está diante da nossa realidade.
O amor é como uma canção melancólica, mas com uma bela melodia.
A melodia faz bem aos ouvidos, mas a canção é triste, fala sobre dor, amargura e decepções.
Decepções essas que somos vítimas diariamente.
A decepção é como um dia de inverno, você se cobre com roupas quentes, mas o frio continua presente ao seu redor.
Digamos que a decepção é o frio, e roupas quentes são a ilusão.
Você pode se vestir de ilusão, mas isso não anula o fato de que a decepção esteja ali, ao seu redor. E quando você for tirar as roupas quentes (ilusão), você vai sentir a decepção.
Voltando ao fato de que o amor é como um veneno doce.
Eu me permiti beber, me permiti embriagar.
Por fim, esperei a morte, e inúmeras vezes ela não me ocorreu.
Pois em um momento, eu senti que já estava morta.
Não haviam qualquer sinal de vida.
O amor é como um veneno doce, que te leva a morte do seu eu, antes mesmo de você provar dele.
Pois você se mata, para criar alguém capaz de aceitar a ilusão, a decepção e até mesmo a morte, por algo que diz ser amor...
Sinfonia
Essa amarga sinfonia,
Com uma doce harmonia,
Sonhos de pura magia,
Energia,que contagia.
O amor é doce e amargo,
Força que arrebata almas,
Certeiro e perigoso como um dardo,
Necessário ter muita calma.
Calma para poder analisar,
Todo o processo envolvido na relação,
Sonhar com o luar e acordar,
E não temer a solidão.
Solidão, que é somente um estágio,
Onde uma alma busca a reconstrução,
Para está atenta aos presságios,
E não se perder na ilusão.
Lourival Alves
Pra mim tanto faz, porque o mundo jaz, louca
Pra quem provou o amargo o açúcar é mais doce
A noite é mais curta
E o minuto é mais louco
A paixão é mais pura e o amor é mais fogo
E eu paguei mais que o preço que é exposto
Mas pra não ter a vida fútil de sempre
Minha mãe terra
Eu planto em teu chão
Para colher o verde
Para colher do doce do mel
Para sentir o cheiro do açafrão
Que exala no tempero da panela
Meu suor rega o plantio
Do hortelã
Do Alecrim
Do manjericão
Do feijão guandu
Como a chuva faz com o rio
Meus sonhos surgem como ventos
Sonho dormindo
Na cama quente,
Sonho acordado
Semeando girassóis
Pelo árduo caminho do destino no campo
Mãe terra
Esperança sagrada
Divina habitação da atmosfera
Planeta que luz irradia
Universo em que tudo se transforma
Sob seu manto de flora
Soam lamentos de vidas
Do Homem, do bicho, do Sanhaço da Serra.
Marivaldo Pereira Souza Mperza
– Olha o doce balanço do Mar que vem com a onda...
– Mas não tem onda...
– Ah, desculpe! Escutei dizer que o Mar iria enviar uma onda para gente sentir o doce balanço. Calma, acabamos de chegar!
– Mas você acha mesmo que ele vai enviar? E que vamos sentir alguma coisa?
– Não posso responder com certeza, mas só vim porque acredito.
– Sei não...
– Sim, ele virá! Digo isso porque já consigo vê-lo com o coração...
–Com o coração? Minha nossa! Também estou vendo, está vindo...
CHAVES DA VERDADE
Um doce beijo nessa manhã
Para que seu dia seja belo
Mesmo com a tristeza a turvar o brilho dos seus olhos
Fazendo olvidar de contemplar o horizonte
E da sempre presente poesia que liberta a alma
Num simples caminhar vagabundo
Aproveite o dia! Sussurra o vento repentino
Mesmo nos dias cinzas
Porque o sol apesar de oculto por nuvens flutuantes de chumbo
Está a decretar a luminosidade do dia
Secando as lágrimas da noite passada
Dando a medida exata da nossa medíocre ignorância
Sendo o senhor das chaves da verdade
Para que possamos viver o hoje.
Lúgubres Rogos Febris
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No doce sal de teus rubros lábios acalento meus entorpecidos e pálidos devaneios d'amor; frio n'alma a se esvair, sussurro n'aurora do suspir'último, tímidos rogos - delírios de lúgubre febril paixão.
“O coração de Marina:
Ela é doce, leve, simples e preza pela energia boa e pela paz! Quem tem Marina por perto, tem calmaria, tem alegria, tem força e tem sorte. Ela busca sempre evoluir e levar para esse caminho todos que ama. Ela se entrega na intensidade da vida e planta sementes de amor por onde passa. Ela se alimenta de gratidão. O coração dela carrega esperança!”
“O coração de Bárbara:
Ela é uma pessoa amável, doce, agradável e muito atenciosa. Tem uma beleza tanto interna, quanto externa, maravilhosa! Ela faz questão de compartilhar ensinamentos e reflexões para a vida, através da tamanha determinação que ela possui. E ela não se contenta enquanto não ver um sorriso no seu rosto para ter a certeza de que fez a parte dela: fazer o bem! O coração dela carrega ternura!”
Na tenra idade,
a inocência de bocas que se tocam de leve, num primeiro beijo,
é apenas o doce ensaio de tantos outros beijos
que deixam um grande amor inexoravelmente marcado
como algo único e inesquecível.
Cika Parolin