Desperta
O despertar do amor
Quando a saudade aperta
no coração desperta
um sentimento de dor
será um alerta
De algo que desperta
Será possível ser amor?
Quando se desperta a perspectiva,
Começa a se questionar e procurar.
No fim de tanto pensar, sabe-se que ter consciência entristece qualquer alma.
A música desperta fantasias sobre as quais se pode escrever, inclusive fantasias amorosas, ainda que de um amor platônico, da alma.
-RESILIÊNCIA-
"Só a solidão hoje me desperta.
Me fazendo enxergar qual é minha essência;
E que errar não é a fatal indecência
É apenas uma forma de voltar a antiga meta.
Deixando sempre no ar aquele alerta
Pois já foi dito que errar é humano
Sendo assim,não mais me engano
Querendo viver uma paixão ilusória.
Ficando refém do prazer de uma história,
Ao dar vazão a razão de um tirano.
E hoje olho pra trás e a saudade é latente
Me trazendo a lição que aprendi pela dor.
Recusando o suave ensino do amor.
Compreendo que o mal é amigo indigente
Despertando o sentido esquecido e dormente
Da vida e do sonho de um belo futuro.
Hoje não mais de um menino maduro
Mas sim de alguém que aprendeu com o passado
Que a vida é dom precioso e legado daqueles que almejam vencer no presente."
(Desperta!)
Sinceramente?
De repente eu tinha trinta anos,
E era apenas mais um simplório futurista,
visionário que olhava para lugar algum.
Um descobridor de terras cobertas,
fidalgo de mente inquieta.
Mais um camponês tentando,
tirar da fraga lascada sua Excalibur.
Seria eu um antigo peralta,
que vive pensando de forma insensata.
O que fui, o que sou, e de agora, o que será.
Ou talvez, já fui herói em alta,
Tal como Jasão e seus Argonautas,
Buscando glória em qualquer lugar.
Quem sabe fui eu um incrível
homem de feito temível
que a história lembra com dor.
Ou, simplesmente, sonhava o possível
E então com meu dirigível
Sobrevoava a bela capital do amor.
Não importa quantos,
Sejam eles, João, Pedro ou Marcos
Vieram antes de mim.
Sinceramente?
Um dia as memórias acabam...
Porque nem mesmo o melhor poeta,
Projetou o "depois do fim".
E agora?
Cruza os braços e espera.
Ser lembrado pelo que não fez.
Ou, esquece o tempo perdido.
Aproveita o conhecimento retido.
E tenta cara,
mais,
e mais,
e mais,
uma vez.
(Poemas para tomar Café)
A fé desperta o sentido positivo da vida, esclarece os porquês inexplicáveis, conforta, resgata, norteia, ilumina e estimula em Deus seus adeptos.
Aqui (Blog), através do empreendedorismo digital, você se conecta com seus sonhos e desperta para o Sucesso! (DúCarmona)
Desistir traz a paz de longa inquietude e desânimo...
Morrer lutando desperta múltiplas habilidades mesmo que tardias para o episódio de existência em curso.
Rita
Rita ficou brava e, numa correria que a raiva desperta subiu onde o pensamento não aliança e ficou lá como alma penada, a chorar acima na comunheira da casa.
Chorou os minutos.
Chorou as horas.
Chorou por dias.
Os meses.
Longos anos.
Chorou tanto e por resumidos até que alguém percebeu que o choro amoleceu o pau da comunheira.
As paredes derretiam, aí notaram que lá estava Rita a chorar e ia fazer a casa desabar.
Como fazer, era rezar para Nossa Senhora do Pilar para calar seu choro.
Mais oravam, mais choro caía.
E a casa dissolvia lentamente sem solução. Rita na comunheira da casa a lacrimejar.
E o pior, agora rangia, trepidava raiva e vergava os paus da construção.
E a casa deteriorou, desmanchou.
E todo mundo abandonou o que era uma construção. Ficou a casa ali vergada, desabitada
Por anos.
Até que alguém teve a graça de falar da desgraça com Rita.
Amassar a argila onde suas lágrimas se derramaram. Deus fez o homem do barro sem as lágrimas de Rita. Era tempo de magia, reconstruir.
Rita, desistir de ser lamento e assombração de um passado que se despedaçou sem lembranças, banhado de tanto chorar.
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
doando um desperta(DOR)
porque já perdi tempo demais
despertando as dores
agora eu quero mais
é perder a hora e a cabeça
de vez em quando
e também quero perder o juizo
e sair do prejuizo
quero viver
pois ainda há tempo para tudo
e talvez outro tempo para nada!
falou a (des)entendida do assunto
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Percepção
A sensação era de estar desperta...
Alerta!
Mas, na verdade, devia de sonambulismo constante sofrer.
O Sol não tinha o calor do verão...
parecia ter continuado a dormir depois de o inverno ter chegado ao fim.
Fazia frio...
Mas a fria sensação não a fazia tremer
Parecia não haver nada a temer.
Nada a atemorizar, nada a exorcizar.
Seus demônios eram só seus...
Na sua sonolência desperta...
Ou no seu despertar sonolento...
Ah! tanto faz...
de continuar do jeito que estava pela eternidade era capaz.
Nunca acordava totalmente... vivia um pouco dormente... em estado latente... demente.
Não via luz nenhuma no fim do túnel.
Não se sentia membro da raça humana.
Então continuava... do jeito que estava... continuava...
Mas... de vez em quando... não aguentava, meio que se revoltava...
... e chorava.
Who cares?
Horizonte com suas cores
que no infinito desperta
lembranças do que era tão bonito
Meu coração tão triste e vazio
se enche aos meus olhos verem
cores que me lembram meus amores
Com azul que me remete
aos lindos olhos da minha amada avó que lá do céu me olha!
O Rosa que na minha infância representava mim tanta elegância
mas hoje não me atrai
Com a saudade e desapego
hoje é o roxo que me distrai
O CONHECIMENTO IDENTITÁRIO!
É estrutural na resistência, desperta força ancestral, mola que impulsiona essência, comando que orienta, despertador da consciência...
As vezes
crer no impossível
pode ser a chave
desperta do consciente,
no que tange
a colocar
barreiras invisíveis
na nossa mente.
um olhar apaixonado trás o brilho de um encantamento ingênuo que desperta uma necessidade comprometida pelo desejo avassalador de uma alma pela outra de se devorar até que não exista mais nada além do amor