Cristã
CRISTIANISMO NEGOCIÁVEL
Demétrio Sena - Magé
Eis o máximo da hipocrisia cristã: ser contra o aborto (como também sou, porém só mando em meu corpo) e renegar ou excluir a mãe solteira; que se fez mãe porque não abortou. As igrejas cristãs estão perdidas num vai-não vai sem fim; um conflito eterno entre o certo, errado e o conveniente... o "perdão" e a condenação proporcionais às vantagens e aos prejuízos que possam ter. O cristão vive na corda bamba do que é ou não pecado (e até que ponto), conforme as próprias medidas e auto flagrantes... e sempre de olho na balança dos bônus e os ônus pessoais do que prega, faz ou deixa de pregar e fazer.
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#respeiteautorias É lei
A razão pela qual tão poucas pessoas agem como cristãs é porque elas não pensam como cristãs. Comportamento é resultado de valores e crenças. Pensar biblicamente sobre questões da vida deveria ser o resultado último de um viver biblicamente em sociedade.
Espírito santo não existe. Não passa de um conceito bíblico, sendo inventado pela religião cristã serve para sustentar o enigmático, imaginário, transcendental, como benção de todas as causas, mas o dogmatismo cultiva o espírito santo sobre a mente devastada da humanidade, destroçada pelos efeitos naturais da evolução, onde a prática humanitária não garantiu a força reacionária entre bem e felicidade.
A norma cristã é uma vontade de poder onde o oprimido não se da conta da opressão que corrompe naturalmente os homens de mentalidades comuns.
Na prática Cristã não há uma prática de liberdade do indivíduo devido a uma condição de alienação sobre ele, o que não permite abertamente uma reflexão dos propósitos da igreja, mas uma concordância que não possibilitem ameaça a ideia do bom.
Vida cristã é combate, guerra... A luta é espiritual, e deve-se lutar com armas espirituais - ensina Efésios 6 - "Por último, quero recordar-lhes que a força de vocês deve vir do imenso poder do Senhor dentro de vocês."
NATAL EM SONETO (dezembro)
24 de dezembro, uma noite tão presente
Noite Cristã, zelo ao Pequeno Nazareno
Um amigo amor, um desígnio tão pleno
A infância em recordação, inteiramente
Nestes veros meu cantar doce e ameno
No pisca-pisca de sentimento inocente
Lépida cantiga, total sensação que sente
Mesa posta, nossa gente, o crer sereno
Ó Menino Nazareno, sentido, confiança
Aquela verdade que nos traz esperança
Aquela inspiração que nos dá devoção
E, no coração o tanger do fervor imerso
Neste emocional, só um pequeno verso:
Dum soneto de Natal em devota canção!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
04 dezembro, 2022, 19’42” – Araguari, MG
NOITE FELIZ
Aquela noite, debaixo da estrela guia
Uma noite cristã, o natal do Nazareno
Me faz recordar dos dias de pequeno
Cheios de encantos, cantigas e poesia
Cá nestes versos um versar ingênuo
De sensações entrançadas de magia
Da velha emoção em verde fantasia
E a inspiração em um sonho sereno
Flama no soneto, pisca-pisca multicor
Anunciando a vinda do autentico amor
Alegremo-nos, o menino Deus nasceu!
Ah! os corações se enchem de prosa
Fé, e este ensejo de forma generosa
Traga paz e bem no Natal meu e seu!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14 dezembro, 2024, 16’20” - Araguari, MG
SONETO DE NATAL
Se fez homem, é noite de reflexão
Fé cristã, Menino Deus, Nazareno
Enfeitam o memorial de pequeno:
Família reunida, cantiga e afeição
É berço de amor, doce e ameno
Exaltado em versos do coração
Nesta noite cristã, de intenção
Aniversaria, Jesus, o Nazareno
É vida na vida em comemoração
Gesto de afago, de carinho pleno
Noite feliz, noite de total gratidão
É Natal, é sal do indulto terreno
Confraternização, e compaixão
Do pobrezinho que manou no feno...
Luciano Spagnol
Dezembro, 2016
Cerrado goiano
Podemos até deixar de orar, só não podemos depois questionar o porquê de uma "vida cristã" medíocre.
Na caminhada cristã, humanamente falando, sempre teremos motivos para desistir, mas quando olhamos para o sacrifício na cruz, encontramos motivos maiores para continuar.
Na caminhada cristã, há momentos que nos deixam em dúvida, mas essa incerteza, por si só, já é uma resposta. Não precisamos de confirmação adicional.
Constatada a importância decisiva que teve a influência dos princípios da Religião Cristã no Primeiro Turno das Eleições 2018 no Brasil e, diga-se de forma mais específica, das Igrejas Evangélicas, o que se vê neste Segundo Turno é um esforço desesperado da Esquerda Petista no sentido de reconquistar o apoio do maior seguimento cristão no Brasil: a Igreja Católica Apostólica Romana, a mesma que em outro momento a promoveu. Visitada que foi a CNBB pela cúpula do PT, aquela declarou neutralidade. Porém às vésperas das Festividades da “Padroeira do Brasil” (para os católicos, mas não para nós evangélicos), o que se viu foi no dia seguinte a Cúpula Petista participando de um culto católico, ação em outros momentos pouco noticiada? Como explicar este fato? Tem o PT real apreço pela Religião Cristã e seus princípios, os quais defendem a vida e regem a vida familiar, moral e social? Está realmente neutra a Igreja Católica? Quais são os reais motivos de ambos? O que deseja o PT: retomar o poder ou a Deus servir?
O monoteísmo, em sua compreensão judaico-cristã de Deus, produz uma espiritualidade integralizadora do ser: um só Deus no qual se crer, um mesmo princípio ético para se obedecer, coisas que se refletem num mesmo estilo de vida para se viver, seja de forma pessoal, familiar e social.
GUERRA E PAZ NUMA PERSPECTIVA CRISTÃ
As guerras evidenciam a bestialidade humana e, igualmente, a compreensão de que os que a promovem, desvalorizam em muito a vida do outro e das nações.
Deus criou a humanidade para a paz e não para a guerra.
A guerra é feia; a paz é linda!!!
Guerra é sinônimo de morte; paz é sinônimo de vida!!!
Guerra é sinônimo de desarmonia, ao passo que a paz é análoga à harmonia!
A guerra, ao provocar intranquilidade, insegurança, medo, carestia, escassez e muitos outros males, enferma o ser humano psíquica, física e espiritualmente. Já a paz é o inverso de tudo isto, resultando em vida de qualidade.
Deus combateu a inimizade entre Ele e a humanidade, não nos atacando e destruindo, mas encarnando e entre nós vivendo na pessoa do Seu Amado Filho Jesus, que se deixou ser por nós condenado e morto na cruz. Em vez de nos matar, Ele morreu em nosso lugar. A paz foi conquista pela morte vicária de Cristo na cruz, seguida de Sua ressurreição, três dias depois! Cumpriu-se o que o próprio Jesus havia profetizado antes de ser morto: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim”. (Jo 12.32). O amor venceu a inimizade, a paz venceu a guerra! O amor nos trouxe de volta ao Criador!
Deus odeia tanto as guerras que quando a humanidade se tornou violenta nos dias de Noé, Deus enviou o dilúvio como forma de juízo e contenção da violência.
O mundo está se autodestruindo com as guerras.
“Não matarás” (Êx 20.13), ordena Deus nos Dez Mandamentos. Tomar a iniciativa de tirar a vida do outro, por motivos vis, entre eles as guerras, atenta contra o Decálogo Divino e, portanto, contra o Autor da vida!
As guerras revelam o espírito ambicioso, egoísta e dominador que caracterizam os conquistadores e as nações sob seus comandos.
Quem faz da guerra seu instrumento de autopromoção, conquista e sustentação no poder, já é um derrotado pelo mau.
Guerra não é sinônimo de força, mas de fraqueza.
A guerra só deve ser vista como legítima para a parte atacada que reage com guerra como sua legítima defesa e, ainda neste caso, se houver tempo de tentar a paz por meio do diálogo, deve fazer.
Quando a guerra é para tomar o que é do outro é clara ambição. Quando é para defender o que é seu é legítima autodefesa ou proteção.
As guerras e rumores de guerras são um sinal da volta de Jesus Cristo para buscar a sua igreja.
A guerra é um pacote do mau. Com ela vem a violência, as mortes, a destruição, a fome, os bolsões de refugiados, a perda de membros da família ou até de famílias inteiras, o apropriar-se das propriedades e bens alheios e até de uma nação inteira, a violação de direitos humanos fundamentais, os traumas psicológicos profundos, etc.
A guerra é dispendiosa, enquanto a paz é generosa.
A guerra é um contrassenso: para vencer é preciso destruir, e isto só é possível mediante altíssimo custo, mas uma vez vencendo, é preciso reconstruir, e isto de igual modo demanda altíssimo custo.
Promover a guerra custa muito caro; promover a paz requer a fé em Deus, a prática da bondade, do amor, da verdade, da tolerância, do altruísmo... e da justiça.
Existem diferentes tipos de guerras: bélicas, econômicas, religiosas, raciais, ideológicas, filosóficas, do tráfico de drogas... e todas resultam na alienação dos bens e direitos do(s) outro(s), incluindo o bem maior: a vida!
Neste mundo pós-moderno e globalizado, o mau da guerra foi potencializado, pois uma guerra entre dois países ou grupos de países, não prejudica somente a eles, mas as nações do mundo inteiro.
Muitas guerras são promovidas em nome de nobres justificativas, quando na verdade não passam de motivos abomináveis, encobertos por mentiras disfarçadas de verdades, amplamente divulgadas por mídias oficiais e até privadas, por governantes compradas, subornadas.
Quem, pela fé, disse sim a Jesus Cristo, o Príncipe da Paz, tem o dever de ser um promotor da paz, em claro combate aos que promovem a guerra.
Uma das razões por que o mundo atual odeia tanto a Jesus Cristo e aos cristãos é por causa da compreensão pacifista da vida, seja nas relações pessoais, seja nas relações internacionais. O pacifismo cristão atenta contra o espírito belicoso do mundo atual.
É incompatível com uma nação que se fundamente em princípios cristãos ser beligerante e ambiciosa em relação as demais nações!
A história testemunha que todas as nações que alimentaram um espírito belicoso e expansionista, mais cedo ou mais tarde vivenciaram a queda e a humilhação. Então, de que vale a guerra?
Os dominados, explorados, subjugados, humilhados... um dia reagem. Mais do que isto: quem clama ao Criador, tem a certeza de ter ouvido o seu clamor, vista a sua dor, e o socorro Divino estendido em seu favor!
“Procurai a paz da cidade para onde vos desterrei e orai por ela ao SENHOR; porque na sua paz vós tereis paz”. (Jr 29.7 ARA)
Diga não a guerra, e sim a paz!
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