Coleção pessoal de Rita1602

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⁠Entre o passado e o futuro pairam as dúvidas e as incertezas do que foi e do que será. O que resta é o presente. Nele está a única opção de vivermos plenamente.

⁠Não temos como medir a arte e nem como defini-la. Mas, a arte transforma. Os artistas são os agentes dessa transformação.

⁠Lágrimas são palavras silenciosas de um coração sem voz.

⁠Sempre será em vão aquilo que não damos a devida importância.

⁠Vivemos correndo atrás do tempo como se ele fosse nos esperar. Acabamos percebendo que o tempo está relacionado com a nossa vontade de seguir com serenidade e calma.

⁠A palavra tem o poder. A vida tem a sua essência. Na luta captamos as fraquezas. Na imaginação compreendemos os pormenores. Todos nós temos nossas revoluções internas. Assim, cada qual com seus intuitos, distúrbios e emoções. Na dualidade é que vamos percebendo a importância do equilíbrio.

⁠Pendências

Às vezes tenho pendências exalando como se fossem me afogar em águas desconhecidas. São águas profundas de um oceano infinito e misterioso. Noutras, tenho urgências gritando de dentro pra fora. Em meio a essas loucuras, há um fio invisível que me corta ao meio. É a saudade desgovernada que me atropela e deixa marcas. Essa saudade não tem freio. Ela assola o que está na frente. Por isto preciso me recompor diante de uma falta que não consigo repor. Reinvento momentos que me deixam quase sã das minhas loucuras, mas que nada consegue preencher esse vazio. Componho-me de urgências que deveriam ser calmarias, mas que me empurram para um abismo que desconheço e sei que não vou cair. Há uma falta de conhecimento sobre abismos e tal, que preciso atingir. Mas, meu instinto fala mais alto dizendo que o medo é consequência da insegurança. Recomponho-me diante dos fatos e sinto que o amor que exala de dentro, eleva o que me deixou sem chão.

Mudança de Mim...

⁠Vou deixar que o outono me agasalhe mesmo sabendo que o inverno se instalou dentro de mim. Tudo lá fora parece perene, mas é efêmero. As folhas caem cobrindo a terra seca e meu pranto alaga as incertezas. Em meio a fraqueza de toda a intensão, gera em mim um lado terno. Um lado desconhecido, romântico e ao mesmo tempo dramático. Abro a janela e lá fora é outono. Abro a minha janela e aqui dentro o inverno continua rigoroso. Um inverno escondido entre a manta da saudade e a real intensão do momento. Faz muito frio. Um frio congelante e cheio de provocações. Logo a primavera baterá na porta. Talvez, eu abra e deixe a realidade instigante me alimentar ou apenas me encolherei entre os prantos e a deixarei ir embora. Assim, o inverno permanecerá para sempre e a primavera esmorecerá.
Viver entre a dúvida e a certeza, não haverá mudanças. Não de casa, nem de móveis, mas de mim.
Rita Padoin

⁠Muitas coisas na vida são inevitáveis, mas a felicidade, esta está na sobrevivência diante das dificuldades.

⁠Enquanto vivermos para lutar por poder e dinheiro, jamais chegaremos a um nível de evolução adequada.

⁠Aprendemos a lidar com as consequências dos nossos atos quando bloqueamos as interferências externas.

⁠Mente limpa, ambiente corporal leve.

⁠Sem interferências, não há divergências.

⁠Sonhar, esperar, refletir, insistir e nada mais. A realidade não condiz com tudo isto. Apenas, guia conforme instruções da vida.

⁠Apesar de ser uma romântica inveterada, sinto falta de amor.

⁠Sinto-me mais viva quando estou triste.

⁠Sobrevivo quando penso que estou morta.

⁠Precisamos estar dispostos a encarar certas situações inevitáveis. Geralmente, estamos frágeis e não conseguimos avaliar. Vejamos, nada acontece sem ter sido predestinado. As mãos que empurram são as mesmas que acolhem. Pensem nisso.

⁠Na verdade, são tantas verdades dentro de mentiras e adaptações.

⁠As desculpas só serão aceitas quando são sem culpas.