Coleção pessoal de LiAzevedo

121 - 140 do total de 857 pensamentos na coleção de LiAzevedo

Vote em um e leve mais três presidentes.
A promoção mais cara do Brasil

O único lugar no qual eu realmente me sinto imigrante é no Brasil.

Sabe do que realmente eu sinto saudade?
Do gosto do meu beijo em você.
Só.

homens, parem de agredir as mulheres quando e porque não conseguem acompanhar a independência e evolução feminina. Essa é uma luta que não se ganha mais na porrada!

Procurem ajuda psicológica,
Ou outros homens para se relacionarem.

Feliz dia das Mulheres!

P.S.: o "h" minúsculo no início foi de propósito.

Mulher e Sexo:
- Dos 15 aos 20 anos: só apaixonada.
- Dos 20 aos 30 anos: não precisa paixão, mas tem que ligar no dia seguinte.
- Depois dos 30: não quer paixão, dá o número de telefone errado, mas tem que admirar o parceiro (a).
O jogo e seus níveis.

Porque o amor é a melhor moldura para se proteger o que realmente nos é importante!

Amor não resiste aos laços de sangue se não for cercado também dos "nós" de cuidados.
E é sempre aconselhável tomá-los antes de serem definitivamente desatados.

Não é insegurança o que sente um(a) amigo(a) quando se recusa a competir contigo, seja em qualquer área da vida. É amizade, pelo menos até aceitar que a recíproca não é verdadeira.

Muito tarde para se falar, outra vez, de amor. Cedo demais para se falar, ainda, em amor.

Sobre a crise e violência no Espírito Santo:

A polícia não é nem de longe Jesus Cristo, mas é extremamente doloroso ver a população sempre tão perto, do lado e ao lado, optando, desde milhares de anos atrás, pelo ladrão.

O que a população pode fazer?
Tudo, inclusive defender quem é capaz de garantir segurança (e acho que agora está muito claro quem é), e exigir do governo que esses profissionais sejam realmente valorizados.

Só que é muito mais cômodo se contentar com as migalhas de pão que caem da mesa dos Senhores Políticos a interrompê-los enquanto eles comem caviar roubado, não é mesmo? (e é roubado mesmo, não furtado. É roubado às custas de muita violência, exatamente esta que nós, reles mortais, sentimos na pele todos os dias e noites).

A inocência não consegue assinar no Brasil, leis, decretos, acordos ou mesmo termos de interrogatório, sem manchá-los.
De sangue.

Parem de me mandar casar.
Se casamento fosse bom Adão e Eva teriam vindo com alianças, nem que fossem de folha de coqueiro ou com a serpente enrolada no dedo.
Então, eu já disse parem de me mandar casar?
Pois é.

Eu não gosto de vestir nada que me traga menos respeito quando e se tirada do meu corpo.

Livrai-nos, todos, urgentemente, da Vale da morte.



#mariana
#brumadinho
#valedamorte

Todas as vezes nas quais você me diz, "sim, claro que te espero", fica claro pra mim que meu plano de fuga do que eu sentia por todos os outros foi perfeito, mas com você, tenho que repensá-lo!

Tem gente que não.
Tem gente que não, de jeito nenhum.
Tem gente que não mais.
Tem gente que nunca mais.
E tem aquele que sempre, por isso, todos os outros, não.

Não foi ousadia o que você fez, foi dia-a-dia.
O seu dia-a-dia.
Café da manhã, almoço, jantar.
E rotina pode até te saciar, mas a mim, deixa-me sempre faminta.

Algumas pessoas requerem cuidado,
outras se encantam
com cuidados,
sobretudo não exigíveis ou exigidos.

- Tia, seu horóscopo disse que no ano que vem você vai ter muita sorte no amor – peraí – no jogo também! Mas como assim, é possível ter sorte nos dois?

Todos os dias, durante uma semana em que estivemos juntas, por alguma razão que algum dia eu ainda espero entender, ela insistia em ler o meu horóscopo.´

- Deixa pra lá, bebê! E viagens? Fala alguma coisa?
- Nadinha, tia, mas no natal…
- O que fala do natal, viagens?
- Não tia, mas fala que touro é o signo que menos gosta do natal…

Não tive como ludibriar aqueles olhinhos brilhantes, curiosos para saber porquê a tia, do signo de touro, não apreciava tanto assim o natal…

- Áh, bebê! É que essa data transformou-se num evento comercial. Tem-se a obrigação de se estar bem, generoso, comprar presentes, e você sabe que a tia não lida muito bem com “obrigações”, né? Mas eu gosto de estradas, vamos?
- Sei sim...Tem fone de ouvido aqui, tia?
- Tem sim! Prá que?
- Áh, não quero ficar ouvindo suas músicas no carro “mon chouchou”, “mon bijoux” e “uuuuuu”!
- Oui, mademoiselle! Comme tu veux!
- O que?
- Entra no carro!

E viemos.
Eu no meu mundo, e ela no mundo dela, sem sair do meu, nem eu do dela.


- Nossa, nessa época eu sinto uma falta imensa dos meus filhos – resmungou meu parceiro no plantão, Arion (talvez algum dia eu escreva sobre ele, uma trilogia, talvez! Rsrs)
- Por que nessa época, Arion?
- Sei lá...Fico triste sem eles…
- Tá vendo por que não gosto de natal? Até obrigação de se estar junto as pessoas sentem…
- Deixa eu te falar - começou ele, com o jeito tão peculiar de Arion, que foi impossível não deixá-lo desenvolver o assunto.
- Eu tenho um amigo – continuou ele – e sempre que eu o chamava para fazer alguma coisa aos domingos, ele dizia que era o dia de estar com a sua família, e que não poderia ir. Um dia o questionei sobre isso e ele me respondeu que a gente negligencia tanto quem realmente importa e que amamos, que ele achava muito bom o fato de “ter que estar” com a família todos os domingos, e que talvez se não fosse isso se veriam muito pouco, conversariam muito pouco, participariam muito pouco ou quase nada da vida uns dos outros.

Engoli seco e pensei em como realmente era bom estarmos em família, inclusive no natal e sobretudo quando a minha avó ainda estava entre nós.
Pensei nos abraços, nas risadas, na brincadeira do amigo secreto, no porco da Tia Mariquinha com a maçã na boca, mas diga-se, muito gostoso, nas orações em volta daquela mesa farta, toda a família de mãos dadas, e depois a musiquinha da Tia Rosa, “Tenho minhas mãos cheias de ricas bênçãos...”, em como era bom jogar essas bençãos uns nos outros, e como nossa família tenta se reunir nessa data, ainda que agora sem a presença do motivo dos natais cheios por mais de trinta anos, minha amada Vó Maria.
- E se não houvesse o natal? - perguntou-me ele, cortando meus pensamentos, e meu olhar contrariado pelo fato de ter dito à minha sobrinha que não gostava tanto assim do natal…



- Karol?
- Que foi, tia?
- É que a tia mudou de ideia. A tia ama natal…
- Éh, eu vi no seu horóscopo hoje que você mudaria algumas ideias!
- Éh mesmo, bebê? E de viagens, fala?

Brincadeiras à parte, obrigada Natal por ser o “motivo” pelo qual escolhemos e fazemos questão em estarmos juntos de quem realmente amamos.
Obrigada, Arion, pelo jeito “Arion” de me fazer entender que por mais que transformem essa data em um evento comercial, não há preço que pague estarmos em família!

Depois eu falo Feliz Natal!
É que eu só queria contar isso hoje.
Foi importante pra mim...

Sinceramente eu não acredito que tenha alguém realmente confortável em ter voltado à idade mínima, mínima de bom senso.