Coleção pessoal de KevenDwara

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Os verdadeiros amigos não só enxugam suas lágrimas, mas também perguntam o por quê delas.

Os verdadeiros amigos são como as estrelas no céu. Eles são mais claros nos tempos de escuridão.

Você nunca saberá que Deus é tudo o que você precisa até que ele seja tudo o que você tiver.

Os defeitos mais perigosos são aqueles que, com moderação são qualidades.

Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles.

Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã.

Quantas coisas perdemos por medo de perder.

Não existe nada de completamente errado no mundo. Mesmo um relógio parado consegue estar certo duas vezes por dia.

Só os mendigos conseguem contar as suas riquezas.

O amor é como a criança: deseja tudo o que vê.

A gratidão é o único tesouro dos humildes.

A alegria evita mil males e prolonga a vida.

Esta consciência, que faz de todos nós covardes.

É um péssimo cozinheiro aquele que não pode lamber os próprios dedos.

Os miseráveis não têm outro remédio a não ser a esperança.

É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada.

Aquele que gosta de ser adulado é digno do adulador.

Alguns têm na vida um grande sonho e faltam a esse sonho. Outros não têm na vida nenhum sonho, e faltam a esse também.

Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana.
Não é o caso da literatura. Essa simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em verso.

Querer não é poder. Quem pôde, quis antes de poder só depois de poder. Quem quer nunca há-de poder, porque se perde em querer.