Coleção pessoal de jorge_oliveira_psicanalista
Ter VERGONHA é um tanto comum, mas somos inseguros sempre com o desânimo que esta emoção nos causa. Por essa razão, temos que aprender a lidar com ela e perceber o quanto a VERGONHA nos atrapalha, pois ela carrega o sentimento de insegurança causado por medo do ridículo e da avaliação das pessoas. Embora a VERGONHA seja uma emoção limitadora, em determinado momento ela também nos leva perceber a necessidade da busca pela autoaceitação e do crescimento pessoal.
Sendo pois um sentimento plurifacetado, a VERGONHA apresenta-se com alterados estímulos, podendo apresentar-se como simples acanhamento, até alcançar um estágio de aflição profunda.
Todo nós vivenciamos estágios em que determinados dias não atinamos em nada, não ficamos satisfeitos com nada e não temos interesse em realizar nenhuma atividade. Essas conjunções são idealizações anteposta de TÉDIO. Muitas das vezes, cada instante em que não dispomos do que fazer, surge a ideia de que na totalidade as coisas ficam finalmente mais aporrinhante e que não somos capazes de modificá-las para nos desentediar, é aí que o TÉDIO reprimenda com energia e nos mantém submetidos numa esfera irresolvida. Por conseguinte, vivenciar momentos tediosos não é satisfatório para nenhuma pessoa.
MEDO é o sentimento que existe em todos nós, não há um ser que não tenha sequer algum MEDO que os intimide. No entanto, não interessa de que ponto origine-se, temos que conseguir enfrentá-lo para pudermos eliminá-lo de nossa mente. Isto posto, é pertinente compreender o que está te provocando algum temor, pois existem medos que nos impossibilitam realizar atividades que adoraríamos. Portanto, temos que vencer o MEDO e dispensá-lo de nossas ideias, para desfrutarmos a vida com efetividade.
Em vários contextos na vida perdemos o controle e o nosso impulsivo desejo é de esbravejar numa explosão de gritos e RAIVA, apoquentando pois, nossas emoções. Por conseguinte, não há problema algum logo que, não temos o dever de permanecermos felizes o tempo todo, nem tão pouco de aturarmos todas as coisas. Todavia, muitas vezes a RAIVA vem acompanhada da TRISTEZA, quando provocada por uma pessoa que dedicamos consideração e bem-querer. Nesta circunstância, as emoções RAIVA e TRISTEZA expõem-se com efeito em todo o caso juntas.
Alguns momentos da vida são enigmáticos, nos percebemos diante de episódios onde tudo fica nebuloso. Os estímulos declinam o humor abate e você não tem prazer em coisa nenhuma, a não ser de contristar-se. És aí a força da TRISTEZA, ela nos leva a achar que não há solução. No entanto, manifestar o que lhe martiriza muito possivelmente te ajudará a suavizar esse desalento.
Ter ALEGRIA não é ter a todo o momento exclusivamente estágios de felicidades. Concerne em possuir um estado de espírito e levar em consideração os instantes de desânimo e ingerência convertendo de natureza igual a contrariedade em possibilidades de adequações.
Nossas incertezas são oscilantes e nos transladam ao fracasso daquilo que, com obstinação, alcançaríamos o esperado, isso ocorre pelo simples medo de atrever-se.
Não é natural sustentar-se cotidianamente autoconfiante. Pouco a pouco a disposição reduz e a gente tem necessidade de empreendermos uma disposição excessiva para recompensar os reveses cotidianos.
Tão logo nos unimos em um relacionamento, contemplamos no outro as expectativas que temos em nós mesmos. vivenciamos no ser admirado certas características nossas e, quando nos decepcionamos com o a pessoa amada, essa decepção seria com nós mesmo, e não com a outra pessoa. Em síntese, interiormente todos possuímos peculiaridades compatíveis.
Dedico o meu absoluto silêncio e ausência a quem de maneira alguma considera minhas palavras, convicções e sobriedade. Tal como, acima de tudo a minha sinceridade.
É valioso ustentar a "mente aberta" para atingir a sabedoria. Não mantenha as idealizações e noções que você tem do mundo numa canastra. Permita-se provar distintos acessos e escutar convicções contrárias.
Não deixe que a angústia e o sofrimento dominem você. Crucial termos fé em nossa existência e habilidades. No entanto, devemos manter o equilíbrio, e celebrar a vida.
Algumas vezes a vida nos derruba com golpes que nos magoam. Não raro, a propensão é fingir que está tudo bem e esconder esses sentimentos desagradáveis.
Somos determinados por forças fora de nosso EU consciente, e por paixões e interesses que nos dirigem à nossa revelia. Na medida em que isso ocorre, não somos livres. Mas podemos livrar-nos dessa servidão e ampliar o reino da liberdade, abandonando as ilusões e nos transformando, de pessoas sonâmbulas, prisioneiras, dependentes, passivas, em pessoas despertas, consciente, ativas e independentes.
Por vezes, focamos demais nos outros e acabamos negligenciando nossas próprias necessidades, não dando a exclusiva atenção às nossas devidas carências.
Para ser reconhecido, é indispensável ter firmeza, determinação e muita habilidade para estabelecer o diferencial.
Apenas os homens felizes, inabaláveis e competentes estão preparados para mensurar o desamor e contemplar a solidão.
O equilíbrio me assegura vislumbrar não mais que convictas inspirações, a perdoar livre de remorso, compreender com serenidade e, decidir com mais polidez. O mistério da convicção é irradiar a consciência do espírito no discernimento.
O amor é mais do que um fenômeno; é uma preponderância capaz de transmutar a ruptura, a perversão e a fixação pelo domínio que apoderam-se de nosso equilíbrio.
Ao libertar a mente, o corpo se liberta dos vínculos que o prendem. Ser livre significa não ser subjugado pelo passado ou pelas expectativas futuras. Pois para ser livre é fundamental se desenvencilhar do que te detém.