Coleção pessoal de Brunomdn
Os homens não amam aquilo que cuidam que amam. Por quê? Ou porque o que amam não é o que cuidam; ou porque amam o que verdadeiramente não há. Quem estima vidros, cuidando que são diamantes, diamantes estima, e não vidros; quem ama defeitos, cuidando que são perfeições, perfeições ama, e não defeitos. Cuidais que amais diamantes de firmeza, e amais vidros de fragilidade: cuidais que amais perfeições angélicas, e amais imperfeições humanas. Logo os homens não amam o que cuidam que amam. Donde também se segue, que amam o que verdadeiramente não há; porque amam as coisas, não como são, senão como as imaginam, e o que se imagina, e não é, não o há no mundo.
O momento de uma eternidade pode ser a eternidade de um momento. Para um inseto efemeróptero, suas 24 horas de vida serão tão eternas quanto os 100 anos de um jabuti. Assim como, perante o universo, 1 milhão de anos é apenas um piscar de olhos.
Toda grandeza depende da percepção de espaço e tempo. Para um fungo, uma laranja é seu universo.
Se esse fungo pudesse pensar e questionar, iria filosofar com outros de sua espécie se existiria vida fora de sua fruta. Todo o tempo desde que a fruta se formou, amadureceu, permitiu a existência de vida e depois apodreceu, desaparecendo, seriam uma eternidade na ótica do fungo estudioso, ao passo que aos olhos humanos seriam apenas dias. A eternidade de um pode ser o momento de outro? Teria sido o big bang apenas o desabrochar de uma flor?
Torna-te responsável por aquilo que constrói. Se não deseja compromisso, mantenha apenas como ideia em seus pensamentos.
Dê sempre o seu melhor. O julgamento alheio é inevitável, mas o prazer de ir dormir sabendo que fez o correto só você sentirá.
Já parou para pensar que você não pode voltar no tempo, mas o hoje pode ser o passado de algo que você irá querer mudar?
Nunca subestime o poder de uma mente inspirada. O conhecimento transforma, mas só a vontade faz acontecer.
Inspiração não se compra, não se estuda, não se toma emprestado. Inspiração surge. Sem horário, sem ocasião, pois reflete não seu estado físico, mas o particular humor de sua alma.
Mas talvez, se pararmos de relutar o passado e de temer o futuro, possamos enxergar a eminência de viver o presente.