Jean la bruyère
as vezes eu penso que todos vamos algum dia morrer, seja la como for, com um raio, com um tiro, com uma parada cardíaca, com um acidente, não importa, todos iremos, todos, eu, meus amigos, todos que eu não conheço, você, todos quem eu já vi, desejei, defendi, ouvi, busquei, segui, pensei e chorei, algum dia, sem anunciar a partida, sem saber o que ira acontecer, sem se lembrar, assim como essa, em várias outras formas, estilos, dom...
Então, comecei a analisa-la como nunca tinha visto antes, parei e a vir com olhos diferentes.. e aquilo realmente me assustou..prendi a respiração por alguns segundos, e no mesmo momento concluir aquilo que já era obvio, ela tinha o meu amor.. porem, estava longe de ter minha confiança... !!
foi então que debati com uma bruta duvida... isso doía mais em mim ou nela!?
Novembro negro
E lá se vai novembro...
Levando consigo
Tantas lembranças
Tantas palavras
Tantos abraços
Tantas esperanças
Tantos carinhos
E lá se vai novembro...
Levando consigo
Dentre tantas pessoas
Uma tão imensa
Num corpo pequeno
Que de "Baixinha"
Eu chamei
E la se vai novembro...
Deixando a saudade
E um legado
De áureos tempos
Onde tanta gente
Aprendeu na convivência
A ser solidário
E lá se foi novembro...
Na certeza de uma volta
Que não sei quem vai estar
Na despedida do outubro
Vindouro e esperançoso
De um novo tempo
Certo que chegará
Que venha dezembro...
(Nane-30/11/2014)
Os meus pés de frutas
Lembro da minha casa de varanda
lá pelas terras do Conforto,
onde eu brincava na rua
e minha maior preocupação
era me livrar das "correadas"
(que naquela época eram permitidas),
que minha mãe, por certo me daria
depois de mais uma traquinagem.
Era uma casa bem grande e com quintal,
onde um pé de manga e um abacateiro
também faziam morada. Mas a goiabeira...
essa morava no quintal da vizinha
e me obrigava a "trepar" no muro
para roubá-las.
Um dia...
depois de ler "O meu pé de laranja lima",
quis ser seu protagonista (amei a ideia dele)
e amarrei uma cobra(de brinquedo) no cordão.
Me julgava mais esperta que o Zezé,
só não sabia que minha mãe também o era.
Os vergões das lambadas (e não era a dança)
ornamentaram meus "gravetos" e meu bumbum
por um bom e dolorido tempo.
São tempos idos e encantadores
que de vez em quando me puxam pro passado
e me levam de volta para a minha casa de varanda
lá pelas terras do Conforto...
(Nane-09/12/2014)
Te esperei o dia todo pra conversar, sei lá trocar umas ideias e rir um pouco como sempre fazemos.
Mas você não entrou.
Um dia parei e olhei bem nos olhos da pessoa q eu amava e lá encontrei a pessoa mas perfeita do mundo so q quando ela me olhou ela viu nada mas de q um rapaz de aparência abalada de roupa humilde cabelo crespo sem muito jeito com as palavras só que mesmo assim ela nunca deixou de me amar...
A chuva cai la fora e eu fico aqui pensando em você, imaginando como será o nosso reencontro e quando será que nossos olhos se cruzarão pela primeira vez.
Já vejo você sorrindo para mim e correndo em disparada em minha direção para o nosso tão esperado beijo.
Tenho certeza que será um encontra de almas destinadas a se amarem, ficarem juntas e finalmente poderem se entregar ao amor e a felicidade eterna!
Sergio Fornasari
Ela é aquela menina que você sonha, aquela menina risonha mais você só vai te-la, quando realmente conhece-la.
"Tão perto de mim, mas não posso tocá- la, procuro um jeito de você me ver, lamentos, minha querida, meu peito sangra....
Olhar tão doce, como um beijo que nunca será esquecido,
Envenena a alma, transforma os sentidos,
Palida pele, reluz com os primeiros raios do luar
Esqueço-me do mundo, nada mais sinto,
Ate que um cheiro familiar me apresenta, de volta à realidade,
Sons ecoam, ressoar de um sino,
Volto a ser criança, pequeno, apenas um menino,
Desperto de um "transe", extasiado, paralisado,
O mundo em preto e branco ganha cor,
Começando pelo brilho de um olhar,
Que estará sempre em meus sonhos,
Tento manter o foco, mas tudo até sempre me fará lembrar..."
Lá estavam eles
Jovens, sete dias depois que começaram
E ao fim do sétimo dia
Os dois se beijaram
E foram para suas casas
Ela com a mão nos lábios
E ele escondendo-as nos bolsos
E assim começaram seu conto
Ela se imaginava casando
Vivendo em um castelo
Cuidando de seus filhos
E ele continuava com as mãos no bolso
Ela pensou no futuro
Na longa vida que teriam juntos
No amor eterno prometido
E ele continuava com as mãos no bolso
Ela se imaginou engordando
E ele a deixando por estar feia
Seus filhos rebeldes sem um pai
E ele continuava com as mãos no bolso
Ela pensou na morte
Para fuga da solidão
Em seus filhos crescendo órfãos
E prometeu nunca mais o ver
Ele retirou as mãos dos bolsos
E sentiu a mais bela sensação
Ele se imaginou casando
Mas desistiu da imaginação
E lá estava ele, oito dias após começarem
Esperando ela aparecer
Mas ele não viria
Pois prometeu que nunca mais iria lhe ver
O sonho é uma fronteira. Se conseguir ultrapassá-la terás uma nova chance para dar um novo passo em direção à felicidade...
Vamos lá
Conversar poesia
Viver em harmonia
E não deixar
Nunca de cantar
Vamos lá
Acabar com
essa guerra
De cobrir os
sonhos bons
E mover-se
até o som
Nunca parar
de tocar
Vamos lá...
Desate todos os nós que o mantêm ligado a seus medos, dê um chega pra lá nas tristezas. Lute mesmo que você não tenha forças para isso, pois a vida é uma conquista diária, e você merece ser feliz.
Tudo o que eu boto fé! Da cortina para lá, os 99% a serem conquistados a partir do 1% que vivemos aqui!
E lá vamos nós, mais uma primavera, sendo amantes como prometido e cumprindo o que agora de fato é proibido.