Tem dor que educa.
Arma-te de amar.
Colo é quando acolhe dentro.
Tem quem cabe e tem quem transborda.
A dor engaveta as palavras.
Dá jeito no que você rejeita.
Que o medo não dite nossa medida.
O egoísmo é nosso abismo.
Tecer afeto é com nós
Gritar o que a intuição sussurra.
A salvação está na ação.
Encare suas sombras com sobriedade.
A pressa atrasa o processo.
Nem todos os silêncios são mudos.
Que a nossa vontade encontre a nossa coragem
Faz das dores degraus.
Quando o chão desabar sob seus pés; voa.
Fazer do afeto a força que sustenta o atos.
Para curar, tem que acolher.
O padrão empobrece a poética.
Tornar o amar hábito e o amor hábitat.
Buscar meios de ser laço mesmo que em nós resida medo e cansaço.
Quando não houver mais nada a que se segurar saberás, então, o que te sustenta.
Os milagres habitam as coisas miúdas.
sobre viver não é um mar de rosas e não precisa ser, um rio de lágrimas.
Ajude-nos a manter vivo este espaço de descoberta e reflexão, onde palavras tocam corações e provocam mudanças reais.