Graciela D. William
"A voracidade chinesa manifesta-se na usurpação das nossas terras férteis, ricas em ouro, e no desmatamento predatório das nossas reservas madeireiras. Lamentavelmente, nós, moçambicanos, somos relegados ao papel de meros serviçais neste cenário de exploração. Desperta, povo moçambicano, e liberta-te desta subordinação."
Com convicção, afirmo que a transformação do mundo não reside meramente em convicções abstratas, mas sim na concretude das ações.
Em 2016, fui confrontada com a profecia de que não concluiria o ensino secundário. Posteriormente, ao aventurar-me em Maputo, deparei-me com a falta de apoio de certas pessoas. Contudo, persisti, depositando minha fé em Deus, e algumas situações evoluíram positivamente. Recentemente, fui novamente atingida por palavras depreciativas, insinuando que, apesar da minha dedicação à escrita, meu destino seria invariavelmente infeliz. É inegável que as palavras possuem um poder destrutivo intrínseco. A ausência de empatia em certas interações verbais é notória, refletindo, lamentavelmente, um arrefecimento do sentimento de benevolência."
Contudo, estas pessoas olvidam um princípio basilar: não são meus adversários. Ansiaria que compreendessem que o meu antagonista primordial reside em mim mesmo. A minha existência não se pauta pelas suas palavras ou observações; pelo contrário, nutre-se da fé."