Caio Santos
Deus escolheu se tornar visível, tocável e acessível em Cristo. O Criador entrou na história, viveu entre nós, morreu e ressuscitou. Esse é o maior ato de amor e humildade que já existiu.
Jesus é digno de adoração não apenas porque morreu e ressuscitou por nós, mas porque sempre foi Deus. Desde a eternidade Ele reina, e um dia todo joelho se dobrará diante d’Ele, reconhecendo Sua glória e majestade.
A Trindade é um só Deus em três pessoas distintas: o Pai, que envia (Jo 6:44); o Filho, que redime (Ef 1:7); e o Espírito Santo, que habita e guia (Jo 14:26), coexistindo eternamente em perfeita unidade.
A maior miséria da vida não é perder tudo, mas nunca conhecer o amor de Cristo – porque sem Ele, nunca saberemos o que é amar.
Apenas aqueles que aceitam e vivem sob o reinado de Jesus Cristo
experimentam o novo nascimento e a plenitude de estar em Cristo.
Pessoas reativas são moldadas pelas circunstâncias e ações dos outros; pessoas proativas moldam suas vidas através de suas próprias decisões e iniciativas.
A justiça de Cristo é onde juízo e misericórdia se encontram sem contradição—o castigo foi satisfeito, e a graça foi oferecida.
A justiça de Cristo é quando Deus puniu o pecado em Jesus, mas, ao mesmo tempo, nos deu perdão e salvação por causa do que Jesus fez por nós.
Quem eu sou…?
Que tipo de filho de Deus eu sou? Será que eu realmente conheço o coração do meu Pai, ou apenas vivo à sombra do Seu nome? Será que já me acostumei tanto com Sua graça que já nem sinto mais o impacto dela? E se Deus me olhasse nos olhos agora... Ele enxergaria um filho que O ama ou alguém que só O procura quando precisa?
Que tipo de cristão eu sou? Será que Cristo realmente é o centro da minha vida, ou eu só O coloco onde me convém? Será que minha fé me transforma, ou só me conforta? E se um dia me tirassem tudo—minha igreja, minha Bíblia, minha liberdade de crer—será que ainda assim eu permaneceria firme? Ou será que minha fé depende mais do que eu tenho do que de quem Ele é?
Que tipo de pessoa eu sou? Será que minha palavra tem peso? Será que meu caráter tem profundidade? Será que sou alguém que as pessoas podem confiar… ou apenas alguém que fala bonito, mas vive raso? Quantas vezes eu disse que era alguém… mas minhas atitudes disseram o contrário?
Que tipo de brasileiro eu sou? Será que me importo com a verdade, ou só com a versão que me agrada? Será que luto por um país melhor, ou apenas espero que alguém resolva o que também é meu problema? E se um dia esse país quebrar de vez, será que eu terei sido parte da mudança… ou parte da indiferença?
E no fim, quando tudo se cala, quando ninguém mais me observa, quando só resta eu e Deus… quem eu sou? De verdade.
A força mental nasce do desenvolvimento intelectual, mas se fortalece na disciplina, na superação de desafios e no domínio das emoções.