Frases sobre arte e cultura que celebram a sua importância
A inclusão social e a expressão comunitária de cidadania pela arte e pela cultura hoje não é mais uma meta e sim uma realidade naturalmente alcançada, vive de forma independente diante da não participação omissa do estado politico-educacional e cultural brasileiro.
Quem tem a voz da imprensa tem tudo. Mais espaço para a Arte e a Cultura na imprensa é o caminho para o Brasil resgatar a prosperidade perdida.
Meio que na contra mão de um tempo egoísta e de vaidades usurpativas menores, ainda acredito na ampla generosidade intelectual que deva ser ofertada por quem sabe em qualquer boa e digna conversa sobre arte e cultura. Uma cultura trancafiada entre poucos eleitos, não vale nada, apodrece e morre.
Quem é de Marte é de Marte mas quem é de Arte vive generosamente fazendo arte sem parar em todo o lugar.
Falar em Arte Marginal é redundância, porque a Arte só pode existir à margem, tudo o que se encontra no centro já é Cultura.
Algo anda mal na cultura de um país se os seus artistas, em lugar de se proporem mudar o mundo e revolucionar a vida, se empenham em alcançar proteção e subsídios do governo.
O Candomblé brasileiro é cultura e musica, esta é a verdade. Nos toques noturnos do Rum, Rupi, Lé e o Gan que são instrumento sagrados que dão ritmos ao candomblé. O culto sagrado que deu origem a cultura e assim deve ser tratada. Inclusa na diversidade artística e cultural brasileira.
Quase tudo que o ser humano faz, registra e repete é cultura mas nem tudo que a mente humana inventiva e criativa transborda, é arte.
As politicas de cultura podem ser por assim dizer, publicas e privadas. Enquanto publicas parecem se dividir em duas vertentes. Uma por meio das ideologias e vocações estatais e a outra a partir das especificidades de inexistências e carências de um serviços para um determinado grupo ou setor que não tenha sido contemplado pelos objetivos da administração pública.
O universo e atmosfera das políticas culturais modernas têm como primeiro marco inicial as conferências da Unesco na década de 1970, onde foram se conceituando doutrinariamente, a distinção entre dois tipos de políticas da cultura, que são:
As políticas de democratização da cultura. Uma forma de democratizar, socializar, ampliar o acesso popular a hermética tradicional e clássica cultura das elites que geralmente transita por iniciados. E a segunda, as políticas de democracia cultural, que seria repaginar mesmo que teoricamente de forma social e antropológica toda uma estrutura cultural formal tradicional a partir do universo identitário de cada região através das festas, datas, comemorações, signos, símbolos tao presentes nas tradições ancestrais familiares dinamizados e resistentes pelos nichos de culturas populares.
CULTURA
Eu semeio, cultivo e colho (agricultura), essa foi à primeira atividade de trabalho planejada pelo homem, que permitiu a sua fixação em um só lugar, possibilitando sua vivencia em sociedade.
Eu pinto, escrevo, canto e danço (arte), expressões artísticas do homem que o mantem conectado com o meio em que vive.
Ambas são essenciais a nossa vida, pois são ações que dependendo de nossa relação com elas, nos sentiremos mais ou menos realizados na sobrevivência (trabalho) e existência (convívio).
Toda forma de ciência e cultura inovadoras está sumindo aos poucos e não há substitutos para o grandes pesquisadores. Enfim, na arte, na música e em todas as áreas.