Vivo pra Mim

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Se eu morrer um dia que eu morra vivo, enquanto dormindo. Só assim não vou lembrar que morri. Nem que estava vivo!

Vida

Eu não sou tudo o que queria.
Não tenho tudo o que preciso.
Não vivo como devia...
Mas apesar de tudo sou feliz!
Pois tenho quem me ame,
e até quem me odeie.
Tenho quem amar e quem odiar.
Tenho vida!
E apesar de não vivê-la corretamente,
Eu a vivo...
Sou triste,
Feliz...
Vejo o que me rodeia,
ouço o que me falam.
Tenho uma família,
duas na verdade.
É claro, não são perfeitos,
mas quem é?
Amo, amo muito...
Até demais.
Mas isso não mata,
apenas machuca e ensina a viver...
Mas se estamos aqui corremos esse risco.
Se não corrermos riscos o que será de nós?
A vida foi feita para nos testar,
Sempre nos pondo um novo obstáculo...
E se não tivermos coragem nunca vamos ultrapassá-los realmente.
Por isso corra riscos,
Viva intensamente,
E não tenha medo de ser feliz!

Folhas de Outono

Cada folha que cai na minha vida
É como se meu coração murchasse
Vivo cada minuto de forma sentida
Como se a vida jamais acabasse.

Olho à minha volta, e tudo o que vejo
Dá-me vontade de amar mais ainda
A todas as pessoas dar um terno beijo
Fazer do mundo, coisa rara e linda.

Viver o amor tão intensamente
Sentir-me feliz ao dar felicidade
Amar, amar tão perdidamente
Sonhando acordada com esta verdade.

Verdade que eu sonho, viver ao teu lado
Num futuro risonho e primaveril
Apesar do tempo que em mim é passado
Sonho e sonharei, primaveras mil.

Autoria:Arlet

Nato de fato!

Eu sou nascido no mato
onde a vida tem valor
vivo aqui sou muito grato
a Jesus Nosso Senhor
esse meu sotaque é nato
sou nordestino de fato
de direito e de amor.

Te amo...te adoro...te venero...
Te respiro e te vivo...
Na agonia do meu amor nao corespondido...

Não me julgue pelo meu passado. Eu não vivo mais lá.

Vivo intensamente, movida à grandes emoções, o vinho é o meu combustível e o amor a alegria de viver.

eles dizem que estou vivo, e eu não sinto isso, eu sinto que estou respirando, sinto meu coração batendo aqui dentro e ele doí, sinto meu olhos chorando pelo fim de algo que nem teve um começo, eles dizem que eu estou vivo mas eu não estou, quero dizer, o meu corpo está vivo, é minha alma que está morta.

Agora, vivo num planeta dolorido, transparente como o gelo. É como se houvesse aprendido tudo de uma vez, numa questão de segundos. Minhas amigas e colegas tornaram-se mulheres lentamente. Eu envelheci em instantes e agora tudo está embotado e plano. Sei que não há nada escondido; se houvesse, eu veria.

Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho. Pesa-me um como a possibilidade de tudo, o outro como a realidade de nada. Não tenho esperanças nem saudades. Conhecendo o que tem sido a minha vida até hoje — tantas vezes e em tanto o contrário do que eu a desejara —, que posso presumir da minha vida de amanhã senão que será o que não presumo, o que não quero, o que me acontece de fora, até através da minha vontade? Nem tenho nada no meu passado que relembre com o desejo inútil de o repetir. Nunca fui senão um vestígio e um simulacro de mim. O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.

Breve sombra escura de uma árvore citadina, leve som de água caindo no tanque triste, verde da relva regular — jardim público ao quase crepúsculo —, sois, neste momento, o universo inteiro para mim, porque sois o conteúdo pleno da minha sensação consciente. Não quero mais da vida do que senti-la a perder-se nestas tardes imprevistas, ao som de crianças alheias que brincam nestes jardins engradados pela melancolia das ruas que os cercam, e copados, para além dos ramos altos das árvores, pelo céu velho onde as estrelas recomeçam.

Fernando Pessoa
SOARES, B. Livro do Desassossego. Vol.II. Lisboa: Ática. 1982. 186p.

Valorize enquanto têm

Me senti vivo de novo quando te conheci, quando te beijei, quando olhava nos seus olhos, coisa que não sentia a anos. Obrigado por isso!

Abri meu coração pra deixar você entrar, e você conquistou muito rápido com esse jeitinho só seu.

Talvez você encontre alguém que não faça metade das coisas que eu fiz e que eu faria por você e você se apaixone loucamente.

Espero que esse alguém te valorize de verdade, que te dê atenção, carinho e não meça esforços pra te ver feliz, porque foi exatamente o que eu fiz por você mas infelizmente você não valorizou.

Amar dói...
principalmente quando se é proibido.
Você tenta mantê-lo vivo de todas as formas possíveis,
mas... acostuma-se... segue assim a vida caolha,
vale a pena!

Me sinto presa
Não vivo comigo
Sou outra pessoa
cadê meus amigos?
me sinto estranha
cadê minha luz?
não sei se fiquei no caminho
se me dei adeus
mais quero de volta
esse alguém que sou eu
com o corpo leve,solto a dançar
num passo certo
sem precisar parar
quero voar nessa dança
poder trazer esperança
ser outra vez a criança
poder me resgatar.

Não vivo o meu tédio para chamar a atenção de ninguém
Nem uso o meu vocábulo a procura de pena
Sou como alguém me entende
E não como querem
Que eu seja.

Vivo em uma comedia sem fim, tentam me mudar e criticam meu jeito de ser, porque não conseguem ser igual a mim.

Sou como um barco.
Tem momentos quenavego sobre águas calmas, outros, vivo a intensidade das fortes tempestades, mas quando me permito sentir a calma do mar, posso até sentir a brisa suave a me beijar..."

Vivo no mundo louco cercada de pessoas loucas ou será que eu sou a louca perdida em um mundo de pessoas normais?

Não vivo no mundo que a sociedade exige.
Vivo no meu mundo, escolho minha moda, minha comida e sou minha etiqueta social!
Apenas sou...
Independente do alheio!

Ainda não aprendi a dizer adeus. Vai demorar.
Ainda vivo no vale de lágrimas banhadas de dor inigualável.
Ainda estou entorpecida.
Ainda parece que tenho concreto e cimento nos pés, fixando-me no chão, impedindo-me de caminhar.
Mas, de pouquinho em pouquinho, vou saindo desse abismo de trevas. Pois o amor incondicional pelo meu filho que partiu continua tão grande quanto o universo. Tanto quanto o amor que tenho por Deus e a fé que possuo.
Esse amor me sustenta e vence o impedimento de caminhar. Amor que faz dissolver o concreto e cimento dos meus pés e, mesmo cambaleando, vou tentando encontrar forças para poder continuar a caminhada.
Continuo orando diariamente como sempre fiz pelos meus 3 filhos. Embora você, Rafael, não esteja presente com a gente. Continuo tendo os 3 filhos. Conto os minutos, horas, dias, noites, semanas, mês e hoje, 12/09/2016, completa dois meses da última vez que te vi fisicamente, que conversei contigo até a parada cardíaca te levar para sempre só com 25 anos, 6 meses e 17 dias, rompendo todo o seu futuro e seus sonhos aqui na Terra. Você era tão saudável. Fazia faculdade de Educação Física.
Mesmo ausente, você não sai do meu pensamento e do meu coração amputado. TE AMO!
Até um dia, filho amado!

Eu vivo a vida não vivo a morte e por sorte eu estou de pé, A lei da vida não é dos mais fortes e sim dos que tem mais Fé.