Vivemos
"No trabalho...Vivemos pedindo para o dia acabar, o mês acabar, o dia acabar...Sendo que na verdade vivemos pedindo para nossas vidas acabarem..."
Uma vez me questionei se era possível sentirmos saudade daquilo que não vivemos. Fiquei feliz quando li uma matéria dizendo que sim. Pensei que estivesse meio louca. Como assim sentir saudade daquilo que não vivemos? Hoje digo com tranquilidade que sinto saudade dos momentos que não pude viver ao lado do meu pai. Ele era uma pessoa que poderia ter me ensinado muito. Uma alma rica, mas que infelizmente não pôde ser mostrada em sua plenitude devido ao alcoolismo.
Neste emaranhado de sentimentos e sensações.
Vivemos uma convulsão de sentimentos e emoções quando nos deparamos com diversas situações em nossa vida, seja num relacionamento, seja num ambiente familiar ou até mesmo em um ambiente de trabalho.
Somos colocados a prova sempre e temos que seguir nossa caminhada. Nossa vida não para, na profusão de problemas que aparecem, cada atitude, cada pensamento, nos remete a nós olharmos para dentro de nós mesmos e procurarmos extrair o que temos de melhor para ultrapassar as barreiras impostas.
Somos movidos a todos os tipos de emoções e atitudes, em nossa dualidade de razões e sentimentos, somos o que de melhor foi criado por Deus neste mundo. Mas ao mesmo tempo somos fracos e sensíveis a tudo a nossa volta. Nos julgamos fortes e invencíveis muitas vezes, mas a própria vida se encarrega de nos colocar em nosso devido lugar.
Fracos sim, as vezes imaturos, irresponsáveis, porque não dizer, maus mesmos, mas nos foi dado um livre arbítrio para nossas escolhas, certas ou erradas. Nas provações descobrimos uma força descomunal de saber viver e vencer. Somos a essência da vida em carne, espirito e alma.
Nosso problema não é a carga a ser carregada, ela existe e será sempre nossa responsabilidade cuidar e transportá-la, mas sim o fato de como vamos fazer isto, de que modo vou carregar a minha cruz. Será de bom grado ou vou reclamar e empurrar para alguém a carregar por mim.
Neste emaranhado de sentimentos e sensações, o que peço é discernimento para compreender quão fraco sou e quanto posso carregar meu fardo sem fazer os que me são queridos e próximos sofrerem. Somente isso que peço, o resto é consequência.
A vida é um conglomerado de hipóteses improváveis, vivemos experimentando-as, infelizmente viver é correr riscos constantemente. Nada nos garante o momento seguinte após qualquer ação nossa, ainda não inventaram algo que superasse essa inércia, temos que caminhar arriscando e confiar no criador é o que nos resta.
César Ribeiro
Egoísmo não é defeito, é a simples falta de amor pelo outro. Vivemos em um mundo onde as pessoas se preocupam cada vez mais em ganhar dinheiro, serem bem sucedidas e estarem sempre com boa aparência, baseiam-se em esteriótipos e padrões predeterminados, com tudo este não é o problema, o problema real é que além de viverem assim estas pessoa buscam a quem seja seu semelhante, o que consequentemente resulta em uniões de mentira, uniões que baseiam-se em ideais de relacionamentos "perfeitos" onde ambos partilham dos mesmos gostos, ou até mesmo não partilham dos mesmos, porém frequentam ambientes em comum e tem ciclo de amizades semelhantes e isso os faz ignorar o que de fato determina o quão intenso e duradouro será o relacionamento, as individualidades. Feliz é aquele que consegue respeitar, ceder e aceitar as individualidades do outro, pois a partir desse entendimento este será capaz de amar, saber enxergar e acima de tudo interpretar as inúmeras facetas e fazes do seu parceiro(a), tratando-o como se fosse a parte "imperfeita" de si, afinal relacionamentos afetivos existem porque não somos capazes de levar a vida de forma plena e buscamos quem a complete, "a outra metade da laranja". O problema é que em um mundo tão narcisista e que gira em volta do dinheiro, as pessoas são induzidas o tempo todo a buscarem estes ideais, substituindo sentimentos verdadeiros por vontades momentâneas e se esquecendo que existem vários dias depois do hoje. Preocupam-se apenas consigo, com o que lhes faz bem e com o que lhes é conveniente, ignorando e passando por cima dos sentimentos e vontades alheias. Nunca põem-se no lugar do outro, até imaginam-se, mas e daí!? Não sou eu mesmo... Com o passar do tempo essas pessoas vão se afundando; afogam-se nas próprias vontades; apegam-se as próprias verdades e desapegam-se do que realmente distingue alguém feliz, dos infelizes: confiança, lealdade e claro, amor.
Empresa, Cidadania e Responsabilidade Social
Vivemos em um mundo capitalista, o capitalismo é justamente alimentado pelo consumo, com isso a empresa que produz tem que vender, tem que lucrar, a palavra da empresa é LUCRO! Mas lucro limpo, ou será o lucro com desvios de verbas de dinheiro público, aplicado em licitações fraudulentas e superfaturadas?
Muitas empresas contribuem com a corrupção e negociatas com os governos que as aceitam!
Há lugares que são só lugares e há lugares que são aquilo que vivemos neles. É o princípio do amor que nos ensina isto.
"Entre circunstâncias e fatos... Lute e viva!"
Vivemos numa ditadura vestida de democracia, onde o próprio povo censura, oprime, persegue e julga o seu povo. O poder emana do povo, em qualquer sistema democrático. Mas cuidado, talvez esteja sendo induzido em protestar a favor daquilo ou daquele que abomina. Serás usado e ridicularizado, por acreditar cegamente, num senso comum que tenha como inabalável. O governo não te conhece, mas sabe do seu ponto fraco. Atenção naquilo que manifesta!
Neste percurso, existem circunstâncias e fatos...
Em qualquer contexto, alcançar a independência, é encontrar consequências diante dos seus atos. Em qualquer situação, ser autônomo, é fazer com responsabilidade.
Encontrar a tal liberdade, é se frustar em saber que nunca serás soberano, mas entender que ser livre, é lutar para abrir espaço com oportunidades ao próximo.
Aprender ser o ator principal da sua vida, protagonizando com empatia, consciência e conhecimento a garantia dos direitos e deveres de todos, com igualdade e equidade, em qualquer sistema social, econômico, cultural e político.
Portanto, "lute e viva"!
Lute e viva pelos ideias do próximo, desde que compartilhem do mesmo propósito (posicionamento sociopolítico e econômico, que desaprova qualquer sistema de governo autocrático e autoritário, que censura e/ou oprime o direito ao conhecimento e de expressão do povo).
Lute e viva para desmitificar qualquer governo populista, que omite, esconde e distorce a verdade...
Lute e viva para superar a pobreza do senso comum do pobre, sobre a ciência e suas ramificações...
Lute e viva, para derrubar governo de elite.
Lute e viva, para fazer o pobre lutar e viver!
Lute e viva, busque a sua independência!
Poucos livros possuem a coragem de contar, com se deu a tal independência. Liberdade, emancipação, crescimento, evolução e insubmissão que nunca aconteceram de fato. Ainda vivemos num país, que desde o seu nascimento, busca sobreviver e crescer, mas com sérios problemas socioeconômico, político e cultural, devido a sua hereditariedade colonial. As consequências políticas de quase duzentos anos após o seu nascimento, faz com que permaneça até os dias atuais em coma induzido, numa "Unidade de Tratamento Intensivo", buscando se curar.
Feliz Dia da Independência do pensamento!
#LuteEviva
No mundo em que vivemos,o que aprendemos hoje,amanhã pode não valer mais nada. É preciso aprender,desaprender e reaprender sempre.
Vivemos em uma ditadura intelectual, onde o principal instrumento de manejo em massa é a burocracia, que lucra demasiadamente com o postergar da reivindicação dos nossos direitos e deveres.
Não vivemos inocentes em nossas ações... Somos protagonistas da vida, pioneiros de uma grande missão.